sexta-feira, 16 de abril de 2010

Felicitazionni colettivi

Ma che bella concluzionni sobri la felicittá! Agora acho que já podemos atribuir duas características marcantes ao Mangiare!; 1-praticamente um Guia Michelin para a felicidade e, 2-Italian for dummies (ou Italianno para idiotti, já "traduzindo" para nosso idioma nativo*).

*OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Lembro que, obviamente, qualquer frase dita, tradução feita ou expressão utilizada provinda do antigo idioma romano que tenha qualquer (notem que o "qualquer" está em negrito, sublinhado, grifado em verde-limão-fosfluorescente e içado ao lombo de um Mastodonte para que fique bem evidente) verossimilhança é mera coincidência. Acho que também não precisa ser nenhum Einstein, Conejetti ou Santtini (genius, geeeeniuuuus, geeeeeniuuuuuus- com ênfase na modéstia dos dois últimos) para chegar à esta conclusão.

Passados meus comentários sobre o último post, mais uma bela de uma observação sobre o conteúdo do Mangiare! (que em algum post em breve explicarei o porque de ser deste nome), entendo que deveria colocar alguma informação mais útil, alguma reflexão para eventuais leitores das imensuráveis idiotices e verdades aqui exibidas. No entanto, ontem a noite meus prezados Tico e Teco (a dupla dinâmica de neurônios Santtísticos) foram afogados em um tanque de etanol e ainda estão se recuperando do trauma, o que impossibilta o portador dos mesmos (eu, idiota) de confeccionar pensamentos/ idéias mais profundas, até porque os meninos realmente estão no fundo do poço (ou do tanque em que caíram).

De qualquer maneira, aproveitando o gancho deixado pelas profundas definições postadas pelo meu sócio neste espaço (geeeniuuuus!!), acredito que a tal "dupla dinâmica" de células pensantes que habitam meu semi-vácuo craniano deve estar em estado de êxtase; Não tem expectativa nenhuma de melhora (até porque não tem a menor idéia do que está acontecendo), não almejam o carro do ano e nem têm objetivos e metas a serem alcançados. Ao mesmo tempo, devem estar tão alegres quanto o Barney (aquele dinossauro mongo, roxo de língua verde que não sei porque faz tanto sucesso com as crianças), o que as posiciona no ápice da escala de felicidade em questão. Praticamente o Homer Simpson (que, convenhamos, é um poooouta de um nego feliz).

Tentando, então, me manter focado no tema principal deste post, não tenho muito a acrescentar sobre as reflexões do Conejetti. A única coisa que posso dizer é que me considero uma pessoa feliz dentro da própria definição feita ontem, uma vez que, por levar como lema o já citado "deixa a vida me levar" não cultivo grandes expectativas quanto à quase nada. Não acho que vou me tornar Presidente do Brasil, nem que o Dunga vai me chamar para a seleção (mas acharia TOP se ele levasse o Neymar, apesar de ele ter participação direta na derrota do meu time no último domingo), muito menos que a Kate Beckinsale vai aparecer na porta da minha casa me pedindo em casamento ou que o Mangiare! um dia vá ser leitura diária do Obama (até porque, até onde eu sei, ele não entende português). Ao mesmo tempo, sou daqueles que se diverte com pouco e ri de (quase) qualquer coisa (em pouco tempo de blog já vivi situações que me deixaram bastante indcomodado), o que, no final resulta em uma situação espiritual muito bem resolvida.

Contudo, contrariando um pouco o que vem sido defendido como "fórmula" para a felicidade (não existe fórmula, já dissemos isto 1.354.872 vezes), acho que não apenas devemos estar felizes com nós mesmos, mas as pessoas ao nosso redor tem de compartilhar desta mesma felicidade. Impossível passar isto por osmose, convecção, transfusão, atrito ou até mesmo por vias telepáticas, ainda assim, a energia de uma pessoa feliz acaba sendo passada para aqueles à sua volta e, com alguns pequenos gestos e palavras, talvez possamos melhorar muito os dias cinzentos de muita gente.

Pelo amor dos meus queridos olhos, não estou dizendo para vestirmos uma batina e sairmos falando um monte de coisas escritas na época em que animais em casa eram sinônimo de comida, num galpão cheio de gente nos horários mais propícios para a melhor das práticas do sono, mas, sim, para não "cobrar" para distribuir um "bom-dia" para todos aqueles que fazem parte do nosso cotidiano (e para eventuais "intrusos" também), nem assassinar seu colega de trabalho quando o mesmo te entrega aquele trabalho, digamos, um pouco aquém do que o mínimo necessário para que você possa continuá-lo e, muito menos, agraciar pessoas desconhecidas com elogios às suas queridas mães nas horas de escassez de paciência.

Enfim, resumindo toda a "jornada nas estrelas" (viagem era uns 4 parágrafos atrás) feita aqui, para sermos felizes, temos também que contribuir para a felicidade alheia, com coisas que também nos fazem sentir felicidade. Obviamente há a questão do bom-senso que tem que ser aplicada nestas situações, afinal, nem sempre o que é bom para um é para o outro, contudo vou deixar o este assunto para uma outra discussão (conejetti, sinta-se à vontade para aproveitar o gancho).

Buono finali di semanni para tutti.

Abracile!

Nenhum comentário:

Postar um comentário