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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Flex Giorno- Rolétson i il Flamingo

Ma cheee cari leittori! Si, Chef Tadeuzzoni esta di voltti para mais un flex giorno! I oggi, vamo con ma un contti di Rolétson che…

…desta vez é um bem-sucedido diretor de planejamento de multinacional. Que beleeeza! Mesmo com tutti seus escambos prévios, que o tornaram um homem rico e de muito sucesso profissional, nosso intrépido protagonista de histórias idiotas não poderia ficar sem um desafio e…Não! Na verdade, mesmo ocupando um cargo de tamanha responsabilidade, Rolétson não faz por#$% nenhuma! Enrola mais no expediente que molinete de balão meteorológico e é provavelmente um agente desestabilizador no mercado cafeeiro mundial, tamanho o seu consumo diário desta sobremesa.

Se bem que tudo isso é compensado pelo seu bônus de não-depreciação no final do ano, pois a sua cadeira giroflex não possui nem uma mísera marca de suas nádegas exorbitantes. Seus teclados são mais lustrados que a sala dos espelhos de Versalles e seu computador nunca sofreu um superaquecimento nem “bug”, uma vez que somente é usado para jogar campo minado e uma ou duas olhadelas em sites especializados de fofoca.

Mas, porém, contudo, entretanto, Rolétson é uma peça fundamental no organograma empresarial! Ele é peça chave em negociações com as subsidiárias internacionais, uma vez que ele possui um “Inglichi équistrimili chárped!” (inglês muito afiado)!
Quando Rolétson entra em cena, não tem pra ninguém! “Evéri-bári disapiers éfiter rim!” (todo mundo desaparece depois dele). Ele “quem totáli rendol a mitim” (pode facilmente tocar uma reunião), impondo suas ideias e “ris uorqui”!

E, aliás, que trabalho! Uma de suas últimas peripécias foi criar o método de transformação genética de flamingos pardo-rosados em gravidade zero com o auxílio de “bléqui roulis” (buracos-negro). Genial! Ou nem tanto! O processo que visava colorir o bico destes animais de branco semi-espelhado acabou por transformar suas penas em pequenos flocos de algodão. Que cagaaattile Rolétson!!

Ao voltar de seu vôo espacial com o produto de sua “genialidade”, Rolétson não sabia o que dizer. Seus colegas de trabalho estavam desesperados com o resultado final que o então diretor de planejamento tinha lhes trazido. O que fazer com um flamingo com flocos de algodão no lugar das penas!? Como iriam substituir o flamingo com bico espelhado no portfólio de produtos!? Alah, Mustafah, Deus, Senhor, Jatobah e qualquer que fosse a crença que os ajudasse...que tragédia!

MAS (!!)...

... isto não é problema para o nosso incrivelmente hábil e político personagem!! Não!

- Endi ifi ui bridi dis énimals tchu meiqui cótom quendi!? (e se melhorássemos estes animais para fazer algodão-doce!?)- Mais uma “brilhante” idéia. E Rolétson já era cotado para ocupar a presidência da empresa. “Uau!” espantavam-se seus colegas.

Fim da história toda foi que nosso querido Rolétson acabou mesmo sendo promovido em cima de uma pouta cagattile, a qual foi consertada com fita durex e durepóxi por ele mesmo. Ainda assim, com a idéia tendo sido horrível e tudo, bastou a ele ser político e lançar uma idéia de jerico.

E, quer saber...

...quando se trabalha em um ambiente no qual ninguém presta muita atenção em nada e trabalha em cima do que outros pensaram, basta ser político para chegar onde se almeja...

Abracile e un buono finale di settimana a tutti il buono leittori!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Rolétson- il egoista

Cari leittori i tutti buona gentti que acidentalmente se deparam com as mongoloidices mangiarísticas em sua frente: Buooooon giooornooo!!

Apesar da ausência de quase uma semana (!!) aqui do espaço de idéias mais non sense, sexy e modesto di tutti il Brasile, agora estou de volta com forza totale, para agregar ainda mais entretenimento no dia de todos vocês!

Inclusive, gostaria de sair um pouco da nossa rotina reflexiva hoje, para simplesmente falar comentar uma das facetas de Rolétson, oooo suíno (personagem fictício do Mangiare, criado para falar de alguém em particular sem termos que mencionar qualquer nome. All Rights Reserved).

Como qualquer figura extremamente bem sucedida socialmente, Rolétson conhece e é conhecido pelos mais diversos tipo de pessoas; as simpáticas, bom-coração, "boazinhas", companheiras, traiçoeiras, falsas, invejosas dentre outros adjetivos.

Pois bem, todos sabemos que devemos tomar cuidado com aqueles ao nosso redor, e é exatamente isto que faz o nosso nobre (e exclusivíssimo de Mangiare!) Rolétson: presta atenção no comportamento daqueles que estão próximos dele, e, ao longo do tempo percebe que tem quase que um "sexto sentido" para avaliar quando alguém tem boas ou más intenções.

Mesmo assim, pelas experiências vividas durante seus tantos anos de vida, sem querer acabou adotando o famoso método "tenho certeza que ele(a) não faria isso por mim, então também não farei por ele(a)". Quase como uma defesa, isto funciona muito bem para o não-envolvimento com a maioria dos participantes de seu círculo social, mas em contrapartida o torna uma pessoa omissa em algumas ocasiões, e incrivelmente egoísta em outras.

Rolétson toma isto como princípio em quase tudo o que acaba fazendo, e, conforme o tempo tem passado, encaminha-se para se tornar mais um daqueles velhos rabugentos, que reclamam de tudo ao seu redor, mas também não se mexe para mudar, pois "ninguém faria aquilo por ele".

Certo ou errado, não posso julgar seu comportamento, mas espero que aqueles que tem este lema como princípio possam refletir um pouco e ver que os filtros que estabelecemos para nos aproximarmos ou afastarmos das pessoas já são bons o suficiente para que não precisemos necessariamente receber alguma coisa de volta delas pelas nossas ações. Muito melhor é fazê-las simplesmente porque queremos.

Contti di Rolétson contado, é isto cari leittori.

Un buon giorno a tutti!

Abracilee

terça-feira, 1 de junho de 2010

Ringraziare a tutti il commenti i Contti di Rolétson #2

Cari leittori!! Antes de mais nada eu gostaria de exaltar minha felicidade extrema com a sua "massiva" (para quem via um comentário a cada 15 posts, o volume postado nos últimos dias realmente é uma monstruosidade) participação desde a criação da Promozione di Mangiare! #1. Incredibile! Inclusive ainda estamos extremamente indecisos quanto ao vencedor da promoção, devido à quantidade excessiva (2 ou 3, perdi a conta quando passei da número 1) de frases que andamos lendo, mas em breve anunciaremos il campione.

Buono, como aparentemente temos alguns leitores famosos fazendo parte da comunidade de leitores mais sensual (e italiaaaaano) del Brasile, creio que talvez tenhamos que começar a escrever coisas mais pertinent...não!! Poooouta de uma bobagem! Mangiare! é sinônimo de monguice (não literalmente, já explicamos isto antes), mas enfim. Como prometido anteriormente, segue il contti di Rolétson #2.

Il Contti #2

Ééééé amigos leitores. Já fazia tempo desde sua última aparição, mas Rolétson, como personagem imortal, onipresente e símbolo da imbecilidade de dois rapazes com excesso de ócio criativo, está de volta. E, desta vez, após a decepção com seu "Cachorrolétson" resolveu que iria ficar rico de verdade. E o fez! Vendeu o carrinho, comprou uma pipoqueira, trocou por uma charrete, a qual passou para frente por um carro velho, o qual escambou em uma coleção de chaveirros de pata de ornitorrincos albinos...resumindo tudo, acabou depois de um tempo em uma bela residènce com potentes bólidos em sua garagem.

Como já era de se esperar, por não ter tido formação tão sólida na infância, o sucesso subiu à sua cabeça. Achava que era praticamente o último dos farelos de Bono chocolate do supermercado, e que todos clamavam por sua presença onde quer que estivesse. Caso não sentisse que a situação era essa, saía do local roncando alto o motor de um de seus 15 automóveis e tentava se dar bem chamando ingênuas garotas para uma "volta", nem que para isto tivesse que travar a rua onde estivesse. Pouta de um imbeccile (ou stronzo) o senhor, não Rolétson!?

E isto não era tudo! O jovem e bem-sucedido business man ainda era o rei no quesito ilusão; com seu bom papo convencia qualquer ser ao envolvimento com sua pessoa, mesmo que ele quisesse apenas se aproximar em cima de algum interesse, ou a superficial sensação da conquista. Sinceridade!? Coisa de filme! Apesar de condenar os mentirosos...hipocrisia parece ser seu lema desde que se "deu bem".

Que fim terá o contti #2!? Poderíamos elocubrar vários, mas não precisamos pensar muito tempo para querer que Rolétson chegue ao fim da vida aos trapos, com a sola do chinelo de dedo gasta e sozinho. Talvez seja isso que desejamos inconscientemente para todos os "Rolétsons" que conhecemos. Humildade e modéstia para estes que acham que o mundo se resume a números em seu extrato bancário, e que cansamos de observar se fazendo de ridículo em qualquer evento público...

Ma questo è tutto per oggi cari leittori!

Abracileee

sábado, 15 de maio de 2010

Marcia Bisteca - Il Conti dil Festi!

(Em breve retornaremos às filosofias de Mangiare! Mas encarem o seguinte como uma reflexão).

''Ooooba, lá vem ela!''
O que seria mais ou menos assim, caso fosse cantada por Bocelli, e não por
Ben Jor: ''Oooooobi, Ci si lei''!

É dia de festa! Bem, não que todos os dias não sejam dia de festa na vida de Márcia Bisteca, mas hoje envolve um grande evento! Não saindo muito de sua rotina diária, Márcia acorda empolgada para aproveitar os raios UV matutinos de sua máquina de bronzeamento particular, enquanto prepara com tamanha perspicácia sua massa corrida facial que seus movimentos são invejados por praticantes do Tai Chi Chuan pela fluência, leveza e sinestesia de sua destreza espacial.

Salão marcado, cabelos e unhas imperfeitamente perfeitos, máscaras físicas e psicológicas à postos! Sua única emoção é pensar por quem será vista, não pelas histórias, pelas possibilidades ou pelo preenchimento de seu vácuo! Afinal, o vácuo é inexistente à quem não sente sua presença.

Como diz a psiocologia Nietzscheniana, quanto mais atraente fisicamente é a mulher, maior é o seu pudor. E assim o é Márcia Bisteca!
Talvez o seu pudor esteja tanto em demasia, que suas atitudes tão meticulosamente medidas, não a permite curtir as coisas em plenitude do acaso e oportunidades... Mas, afinal, para ela isso não importa, uma vez que a vida não são momentos, mas sim históricos de quão bem, aos olhos alheios, ela estava.

''And there she stands... With broken shadows and torn unmasked illusions''


Buono fine di settimana a tutti lettori!

Aproveitem seus eventos.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Cachorrolétson- de dógui!

Per amooooooooore del Dio, Jah, Alah, Mustafah, Ali Babah e sus cuarentti ladronni! Ma temo due personaggio ma mongoloidi chi il criattori di Mangiare!. Esto es incredibile cheritti amiggi! Practicamentti la criazioni di un jogaddori di calcio por Pelé, di una estrela di la musica pop promiscua por Madonna, di un chato di galocha por Faustonni o até di un duende barbutti di lingua "prêssa" por...bom, deixa pra lá!

Bom, mas já que a introdução deste post já fez referência a personalidades de tamanha simpatia e carisma (o pior é que, apesar de não fazerem meu gênero nem para se apresentarem no Circo Vostok, eles realmente são queridos por grande parte da população), gostaria de falar hoje sobre a diversidade de personalidades em uma situação do cotidiano de todos nós sob a perspectiva dele, sim (!!), nosso ex-vendedor de cachorro-quente afro-luso-américo descendente, Rolétson!

E pois bem queridos leitores, todos sabemos que a vida não é fácil! Mais difícil que ela só tentar praticar atos de perpetuação da espécie de pé sobre uma rede (isso deve ser fod#$%!!). E nosso prezado suíno sabe bem como é isto (a vida, não a procriação na rede). Após ter passado um dia duro frente à sua televisão, na companhia de Datena, Márcia (Goldschmidt. Bisteca estava ocupada fazendo compras) e outros amigos próximos, Rolétson começou a se aprontar para o serviço no final da tarde. Trabalho noturno começa na hora que os outros já estão no lazer, mas nosso destemido protagonista de aventuras do Mangiare! é um amante de sua profissão. Aprendeu a cozinhar cachorros-quentes na mais tenra idade, quando ainda olhava o mundo como um aprendiz da arte de "bolinar" (bolinar: v; arte de fazer bolinhas) suas corizas adornadas com M&Ms.

O pequeno Rolétson adorava acompanhar a mãe nos afazeres domésticos e, um belo dia, acabou por acidentalmente fazer seu primeiro cachorro-quente ao esbarrar em uma panela de água quente e derrubá-la sobre Meleca, seu vira-latas companheiro. A partir daí ele não parou mais. Fazia freelances para diversos amigos de seus pais e, com o tempo comprou seu próprio carrinho. Era um fenômeno! "Cachorrolétson" era o point pós-balada mais famoso do interior paulista.

Com o sucesso, o rapaz, agora um empreendedor, fazia ponto na frente de qualquer lugar que fosse a festa. Debaixo d'água, sobre as árvores à la Arborismo, no meio do deserto, puxado por um transatlântico...nem que a "ferveção" fosse nos confins de uma mina abandonada no meio da Amazônia, o Cachorrolétson estava lá. Contudo, foi seguindo todas as festas possíveis que nosso intrépido amigo acabou por abandonar a vida noturna de venda de hot dogs.

Certo dia, em um dos turnos que estava a fazer, Rolétson percebeu que a noite estava demasiadamente animada. Às onze, quando chegou para instalar seu chamativo carrinho (NOTA: não vou fazer uma descrição muito extensa do carrinho do dogueiro, mas imaginem uma bicicleta com rodas de perfil baixo, spinners, equipada com som de última geração, aerofólio, neon, saias laterais e antena "tubarão" puxando uma carroça cheia de salsicha) na entrada da festa. Observou que naquela noite os jovens que chegavam estavam com os ânimos um pouco mais à flor da pele que o normal. Isto que já tinha visto turmas chegando fantasiadas de vaca, empregada, marinheiro, corvo, nerd (ok, talvez este não estivesse fantasiado) em festas que não eram à fantasia, outras brincando de "esconde-esconde" sem ter lugar nenhum para se esconder, dançando a macarena em festas que esta mer#$% de música não tinha nada a ver (convenhamos, que festa que tem a ver tocar macarena!?!?! Pelo amor dos meus ouvidos), equilibrando copos e mais copos de bebida na cabeça...só não tinha visto ainda desfile de elefantes, até porque de "oncinhas" era algo um tanto quanto comum de acontecer.

De qualquer maneira, a noite que poria fim às atividades "doguísticas" de Rolétson havia apenas começado e ele já tinha visto uma série de monguices daqueles que rodeavam o seu "estabelecimento". Um dos rapazes, um metido à "bolander" (bolander: adj, rapaz inchado como um pão do Frango Assado), já tinha sido desde lutador de jiu-jitsu, cartomante até piloto de aeronaves comerciais. Poooouta de um rapaz vivido! Sorte das senhoritas escolhidas por ele que elas também eram bem vividas, e perceberam que o "mil-faces" era tão contador de histórias quanto nosso amigo Forrest Gump. No entanto, Rolétson se divertiu. Viu outros tantos bobos fingindo que falavam ao telefone para chegar mais perto de outras rodinhas, ou alguns que simplesmente partiam para o papo reto e chegavam falando alguma coisa sobre o vestido das raparigas, seus adornos ou....enfim, realmente as histórias eram muitas.

Conforme a noite foi passando e o suíno fantástico se endinheirando, o mesmo sentiu que a natureza o chamava. Infelizmente não poderia largar seu carrinho todo emperequitado dando sopa por ali. Foi então que, como numa visão, surgiu ela, a espetacular, incrivelmente sexy, quase uma editora do Mangiare!: Márcinha, aaaa Bisteca. Frequentadora tão assídua do Cachorrrolétson que já era íntima do humilde dogueiro. Estava em estado lastimável! Seu volume de sangue poor miligrama de álcool era baixíssimo e, por este exato motivo, cambaleava como uma bebê girafa manca de três pernas.

Ao se deparar com tal cena, Rolétson imaginou que poderia deixar o carrinho para que ela cuidasse por alguns minutos, enquanto cumpria seu direito de evacuação. Foi o que fez, porém, para se certificar de que nada de errado iria acontecer com seu nobre e tunado carrinho, nosso herói se posicionou de modo a manter os olhos sobre o seu estabelecimento. E qual não foi sua surpresa, quando estava já para se recompor e voltar ao batente, ao ver que um completo imbecil, molhado de vodka até o último dos fios de cabelo do corpo, e mais alguns rapazes em igual estado, lhe roubarem seu maior bem enquanto ele não estava. Olhou para Márcia e, agora, a mesma estava mais parecendo uma preguiça morta do que qualquer outra coisa. Literalmente uma bela de uma cagad#$% não senhor Rolétson!?

Mas seguindo com o desfecho do nosso conto número 1, obviamente o perseguidor de bicicletas tunadas carregadoras de barracas de hot dog acabou por alcançar os meliantes, os quais não tinham a menor intenção de levar o Cachorrolétson embora. Se entupiam de cachorros-quente no momento que foram pegos, e ainda pagaram pelo que consumiram. Incrível! Rolétson mal acreditava no que havia acontecido. Estava tão assado e sujo quanto um porco no rolete, mas ainda assim estava feliz por ver que não havia perdido nada. Os loucos rapazes eram americanos, e queriam apenas pregar uma peça no humilde vendedor. "Tenqui iu fór r-ritãrnim mai dógui istendi! Ai u-uldãnti nou uati tchu du ifi iu ríli túqui iti auei. Bai de uei, aimi Rolétson, méster ófi ól mésters in de inglichi lenguagi" (Tradução simultânea: molto grazie por devolveri mi barraquitti de cachorro quentti. No saberia o che faccere si tivessem mesmo levatti ela embori. A propositti, io soi Rolétson, mestri di tutti il mestri in la lengua inglezia).

E foi assim que Rolétson, apesar de ter recebido tutti o dinheiro que lhe era devido desistiu das emoções da vida noturna. Ele agora é treinador de cães, gatos e hamsters em um pet shop, e usa sua bicicletinha para levá-los para passear. Marcinha é cliente assídua do estabelecimento, e regularmente leva seu bichon frisè para um banho e tosa no local.

Moral da história: eu sei lá. Apenas divirtam-se com cinco minutos de bobagens e fiquem felizes pelo resto do final de semana. Se tem algo que eu posso falar talvez seja: não roubem carrinhos de cachorro-quente.

Infini amiggi di Mangiare!, esto foi il primero contti di Rolétson, o suíno. Aguarddi para mais histtori solo aqui in il blog ma tontti di tutti il temppi!!

Buono finali di semanni!

Abracileeee

La sin Noccione: Márcia Bisteca!

Buono... in primo lugari... mi scuuuusi!!! Estive ausente!

Nesses tempos de Inconfidência Mineira, tive um momento de introspecção para ver o passado e entender o presente... Pensar que os jovens inconfidentes nem chegaram a saber que eles foram os precursores do que somos hoje... Una Merrrrdi! Brincadeira!! Não que isso não seja verdade, mas a herança que eles nos deixaram foi.. A independência! Lutando contra a derrama, impostos injustos sobre o ouro... pq não fazemos isso hoje em dia?! Pq somos um bando de frouxos conformados!

Tá aí, uma ótima introdução para a nossa nem tão estimadíssima personagem: Márcia Bisteca, muito bela! Frouxa e conformada, porém!

Diferentemente de todos aqui presentes, Márcia creio que nunca fez uma introspecção. Márcia nunca entendeu o passado, e mesmo pensando saber aonde está, ela simplesmente não sabe! Resumindo, ela é uma bela de uma antti!! Uma bela! Finalmente algo em comum com o personale sensuale de mangiaaare!!

Quando Márcia Bisteca chega em qualquer lugar, como se sua vida tivesse trilha sonora, logo soa Jorge Ben: ''Ooooba, lá vem eeeela....''

A desejada, a glamurosa, a charmosa, a pedra roseta de todos os olhares, olhares estes tão presos em todos os seus mínimos movimentos que o tempo chega a mudar de razão, e andar mais devagar quando ela passa... Márcia é uma figura de tamanha notoriedade e desejo alheio, que até um mero flato seu levanta suspiros daqueles menos exigentes.

Bem, ao menos é assim que ela se mostra no exterior... Quando na verdade por dentro, ela é uma pessoa extremamente vazia, cheia de relacionamentos medíocres e amigas tão rasas quanto ela... Não que todos tenham que ter intelecto de um cientista da NASA ou um neurocirurgião de Hogwarts, mas Márcia Bisteca tem a linha de raciocínio de uma planária acéfala. Poderíamos dizer, inclusive, que é a descrição da boneca Barbie, ou Suzy, ou qualquer outro exemplar de marionete infantil inanimado! (De repente um lango-lango...)

Pra ela na verdade isso nada importa, afinal, a vida sempre foi muito fácil, ao menos até agora... Nunca foi, nem perto, de ser a melhor aluna da classe... Mas com certeza era a mais popular! Nunca teve o interesse de saber coisas aquém da moda e da nova namorada do Ashton Kutcher... Trabalho?! Que Deus, Alá, Buda, Shiva, Rá, Chronos, Zeus, Hades, Sol, Luís XIV, Stephen Hawking, Ashton Kutcher (ui!) a livre! A única atividade remunerada já desempenhada por Márcia era a de “filha” (e nem nessa ela era o que daria para se classificar como “exemplo”). Sua personalidade poderia se resumir em qualquer uma das “Patricinhas de Beverly Hills”, mas acho que Paris Hilton se aproxima mais do que queremos fazer dela, devassa!

Mas, à olhos mais críticos, as máscaras se vão, e a essência se mostra... Tudo oq Márcia Bisteca não sabia é que no fundo, ela não é popular! É que no fundo, ela não é um exemplo! É que no fundo, ela não tem amigos! É que no fundo, ela não tem admiradores! É que na verdade, seu berço não é nobre, seu pai não é conde, e ela não é duquesa... Ela é simplesmente... nada! Como uma bola de final de copa do mundo sem o couro, Marcinha é tudo o que todos sempre quiseram, contudo sem a parte interessante.

Não, ela não é uma Macabéia... Afinal, diferentemente da anti-musa, sozinha ela nunca está! Não haverá a hora da estrela, pois toda hora é hora de brilhar! Sempre rodeada, e sempre aclamada, por seus semelhantes tão vazios quanto um pacote de Ruffles em acampamento para a juventude obesa...

O interessante desta garota, é que ela é tudo! Mas não é nada... Ela tem um milhão de amigos! Mas não tem nenhum... Ela nunca está sozinha! Mas sempre está só... Ela nunca deixou de ter! Mas nunca teve... Ou seja, ela é a maior personificação do paradoxo. Assim como seu amigo Rolétson, ela consegue ser encantadoramente horrível e amigavelmente estúpida a qualquer momento. É o tipo de pessoa que só se senta depois de cumprimentar todo mundo que conhece quando chega em algum lugar, contudo faz isto contando as lâmpadas do local para que todos vejam a imponência de seu belo nariz. Enquanto isto, consegue ser cativante o bastante para levar a vida com algumas poucas companhias que chama de amigas, mas que no fundo fazem o demônio de sua pessoa.

O mais interessante, ainda, é que talvez ela nunca descubra o que realmente ela é! Mas enfim, até este dia chegar, ela vai vivendo! Ou, na verdade, existindo... Enquanto a vida passa pela sua janela, ela se concentra em passar seu mais novo perfume e admirar-se no espelho, até porque a única coisa que vê diante de seus olhos são se suas rugas estão bem cobertas e se ela ainda mostra a aparência que fez dela um ícone dentre o universo masculino da grande vila onde mora.

Aos olhos de alguém com um mínimo de juízo de caráter, porém, Márcia Bisteca, diria que é a exceção à regra ‘’as aparências enganam’’... Afinal ela é simplesmente tudo o que aparenta ser! Como um aquário sem peixes, um carro sem motor, um computador sem processador ou até mesmo um telefone sem linha, um Bonecão de Olinda sem ginga, Marcinha é mais uma daquelas pessoas que enxergam o Big Brother como o evento mais importante do ano. É profunda como um espelho d’água e complexa como um telefone de danone. Ou seja, ela não é nada!

Ma cheee bella ragazza, non?!

Aposto que muitos conhecemos muitas ''Márcias Bistecas'' mundo afora! Parem para observar...!

Abbraccio,

terça-feira, 20 de abril de 2010

Presentazioni formali di Rolétson: de Lédgendi!

Cheritti amiggi d'il Mangiare!. Como havia parlatto no último post, di aggori in diantti, tutti il stori chi vamo a contari va a ser sob la oticca di nostro amiggi Rolétson!

Mas quem cacet#$% é esse filho-da-p#$% desse Rolétson?? Bom, como não poderia faltar, assim como Conejetti e eu já fizemos antes neste fenomenal espaço de reflexões magníficas, oggi il tema di la conversa será o perfil deste que passará a ser constantemente lembrado por todos nós.

Em primeiro lugar, é ÓBVIO que o personagem número uno d'il Mangiare!, assim como seus editores, seguidores, leitores, adoradores, "comentadores" (sei que o sufixo correto seria "istas", mas quis continuar rimando), pintores, escritores entre outros "ores" diversos, é extremamente sexy! Bom, não diria tanto pelos sua aparência, a qual é originária de algo que eu classificaria como australo-franco-ítalo-nipo-ganês, o que significa que temos um legítimo espécime semi-nórdico quanto ao porte físico, arrogante, eloquente, de traços levemente orientais, negro, de olhos claros, e, óbviamente, fluente em italianni, mas por todo o charme envolvendo sua misteriosa personalidade.

Por mais confusa que a caracterização acima possa parecer, Rolétson é em sua essência uma figura ímpar, e por isto mesmo sua aparência não poderia deixar de ser também. Quanto à sua personalidade, é alguém que consegue ser encantadoramente rude, ranzinzamente bem-humorado, timidamente extrovertido e humildemente arrogante, as quais fazem dele praticamente um ser bi-polar. Pode ser que em alguns casos falemos dele em situações de comportamento exemplar, enquanto que em outras queiramos enforcá-lo; fazer uma estátua de mármore travertino cravejada em esmeraldas africanas, e pendurá-la no vão do Arco do Triunfo, ou até mesmo arremessá-lo no centro do Coliseu na companhia de leões, tigres, Amaury Jr. e Didi Mocó (uns poooooouta de uns caras chatos! Pelo amor do Milton Neves, que fala que o Rogério Ceni é chato).

De qualquer maneira, seguindo com mais algumas facetas deformadas, bi-polares e um tanto quanto estranhas de nosso mais novo colega, como um legítimo ser criado por mentes extremamente ociosas e divagadoras, Rolétson é, acima de tudo, um cidadão do mundo. Fluente em diversos idiomas, tendo o inglês como a sua especialidade: "Naici tchu miti iu, mai neimi is Rolétson endi aimi de méster ófi mésters in de inglichi lenguagi" (tradução simultânea: Ma che, adoratti te conhecere, mi chiamo Rolétson i soi il mestri d'il mestri na lingua inglezia). Além disto, é um rapaz vagarosamente ligeiro em seus raciocínios, o que faz dele um prodígio na arte de não falar nada (acho que isto ele aprendeu com a gente).

Bom, acho q hoje fica aqui apenas a descrição desta personalidade única, incrivelmente versátil, maleável, flexível, dobrável e mais multi-uso do que uma furadeira Bosch! Aguardem por mais causos, histórias, contos, piadas, notas, anedotas e compotas (só pra rimar de novo) do nosso querido suíno, oooo Rolétson!

Abracile i buono feriatti a tutti!