Per amooooooooore del Dio, Jah, Alah, Mustafah, Ali Babah e sus cuarentti ladronni! Ma temo due personaggio ma mongoloidi chi il criattori di Mangiare!. Esto es incredibile cheritti amiggi! Practicamentti la criazioni di un jogaddori di calcio por Pelé, di una estrela di la musica pop promiscua por Madonna, di un chato di galocha por Faustonni o até di un duende barbutti di lingua "prêssa" por...bom, deixa pra lá!
Bom, mas já que a introdução deste post já fez referência a personalidades de tamanha simpatia e carisma (o pior é que, apesar de não fazerem meu gênero nem para se apresentarem no Circo Vostok, eles realmente são queridos por grande parte da população), gostaria de falar hoje sobre a diversidade de personalidades em uma situação do cotidiano de todos nós sob a perspectiva dele, sim (!!), nosso ex-vendedor de cachorro-quente afro-luso-américo descendente, Rolétson!
E pois bem queridos leitores, todos sabemos que a vida não é fácil! Mais difícil que ela só tentar praticar atos de perpetuação da espécie de pé sobre uma rede (isso deve ser fod#$%!!). E nosso prezado suíno sabe bem como é isto (a vida, não a procriação na rede). Após ter passado um dia duro frente à sua televisão, na companhia de Datena, Márcia (Goldschmidt. Bisteca estava ocupada fazendo compras) e outros amigos próximos, Rolétson começou a se aprontar para o serviço no final da tarde. Trabalho noturno começa na hora que os outros já estão no lazer, mas nosso destemido protagonista de aventuras do Mangiare! é um amante de sua profissão. Aprendeu a cozinhar cachorros-quentes na mais tenra idade, quando ainda olhava o mundo como um aprendiz da arte de "bolinar" (bolinar: v; arte de fazer bolinhas) suas corizas adornadas com M&Ms.
O pequeno Rolétson adorava acompanhar a mãe nos afazeres domésticos e, um belo dia, acabou por acidentalmente fazer seu primeiro cachorro-quente ao esbarrar em uma panela de água quente e derrubá-la sobre Meleca, seu vira-latas companheiro. A partir daí ele não parou mais. Fazia freelances para diversos amigos de seus pais e, com o tempo comprou seu próprio carrinho. Era um fenômeno! "Cachorrolétson" era o point pós-balada mais famoso do interior paulista.
Com o sucesso, o rapaz, agora um empreendedor, fazia ponto na frente de qualquer lugar que fosse a festa. Debaixo d'água, sobre as árvores à la Arborismo, no meio do deserto, puxado por um transatlântico...nem que a "ferveção" fosse nos confins de uma mina abandonada no meio da Amazônia, o Cachorrolétson estava lá. Contudo, foi seguindo todas as festas possíveis que nosso intrépido amigo acabou por abandonar a vida noturna de venda de hot dogs.
Certo dia, em um dos turnos que estava a fazer, Rolétson percebeu que a noite estava demasiadamente animada. Às onze, quando chegou para instalar seu chamativo carrinho (NOTA: não vou fazer uma descrição muito extensa do carrinho do dogueiro, mas imaginem uma bicicleta com rodas de perfil baixo, spinners, equipada com som de última geração, aerofólio, neon, saias laterais e antena "tubarão" puxando uma carroça cheia de salsicha) na entrada da festa. Observou que naquela noite os jovens que chegavam estavam com os ânimos um pouco mais à flor da pele que o normal. Isto que já tinha visto turmas chegando fantasiadas de vaca, empregada, marinheiro, corvo, nerd (ok, talvez este não estivesse fantasiado) em festas que não eram à fantasia, outras brincando de "esconde-esconde" sem ter lugar nenhum para se esconder, dançando a macarena em festas que esta mer#$% de música não tinha nada a ver (convenhamos, que festa que tem a ver tocar macarena!?!?! Pelo amor dos meus ouvidos), equilibrando copos e mais copos de bebida na cabeça...só não tinha visto ainda desfile de elefantes, até porque de "oncinhas" era algo um tanto quanto comum de acontecer.
De qualquer maneira, a noite que poria fim às atividades "doguísticas" de Rolétson havia apenas começado e ele já tinha visto uma série de monguices daqueles que rodeavam o seu "estabelecimento". Um dos rapazes, um metido à "bolander" (bolander: adj, rapaz inchado como um pão do Frango Assado), já tinha sido desde lutador de jiu-jitsu, cartomante até piloto de aeronaves comerciais. Poooouta de um rapaz vivido! Sorte das senhoritas escolhidas por ele que elas também eram bem vividas, e perceberam que o "mil-faces" era tão contador de histórias quanto nosso amigo Forrest Gump. No entanto, Rolétson se divertiu. Viu outros tantos bobos fingindo que falavam ao telefone para chegar mais perto de outras rodinhas, ou alguns que simplesmente partiam para o papo reto e chegavam falando alguma coisa sobre o vestido das raparigas, seus adornos ou....enfim, realmente as histórias eram muitas.
Conforme a noite foi passando e o suíno fantástico se endinheirando, o mesmo sentiu que a natureza o chamava. Infelizmente não poderia largar seu carrinho todo emperequitado dando sopa por ali. Foi então que, como numa visão, surgiu ela, a espetacular, incrivelmente sexy, quase uma editora do Mangiare!: Márcinha, aaaa Bisteca. Frequentadora tão assídua do Cachorrrolétson que já era íntima do humilde dogueiro. Estava em estado lastimável! Seu volume de sangue poor miligrama de álcool era baixíssimo e, por este exato motivo, cambaleava como uma bebê girafa manca de três pernas.
Ao se deparar com tal cena, Rolétson imaginou que poderia deixar o carrinho para que ela cuidasse por alguns minutos, enquanto cumpria seu direito de evacuação. Foi o que fez, porém, para se certificar de que nada de errado iria acontecer com seu nobre e tunado carrinho, nosso herói se posicionou de modo a manter os olhos sobre o seu estabelecimento. E qual não foi sua surpresa, quando estava já para se recompor e voltar ao batente, ao ver que um completo imbecil, molhado de vodka até o último dos fios de cabelo do corpo, e mais alguns rapazes em igual estado, lhe roubarem seu maior bem enquanto ele não estava. Olhou para Márcia e, agora, a mesma estava mais parecendo uma preguiça morta do que qualquer outra coisa. Literalmente uma bela de uma cagad#$% não senhor Rolétson!?
Mas seguindo com o desfecho do nosso conto número 1, obviamente o perseguidor de bicicletas tunadas carregadoras de barracas de hot dog acabou por alcançar os meliantes, os quais não tinham a menor intenção de levar o Cachorrolétson embora. Se entupiam de cachorros-quente no momento que foram pegos, e ainda pagaram pelo que consumiram. Incrível! Rolétson mal acreditava no que havia acontecido. Estava tão assado e sujo quanto um porco no rolete, mas ainda assim estava feliz por ver que não havia perdido nada. Os loucos rapazes eram americanos, e queriam apenas pregar uma peça no humilde vendedor. "Tenqui iu fór r-ritãrnim mai dógui istendi! Ai u-uldãnti nou uati tchu du ifi iu ríli túqui iti auei. Bai de uei, aimi Rolétson, méster ófi ól mésters in de inglichi lenguagi" (Tradução simultânea: molto grazie por devolveri mi barraquitti de cachorro quentti. No saberia o che faccere si tivessem mesmo levatti ela embori. A propositti, io soi Rolétson, mestri di tutti il mestri in la lengua inglezia).
E foi assim que Rolétson, apesar de ter recebido tutti o dinheiro que lhe era devido desistiu das emoções da vida noturna. Ele agora é treinador de cães, gatos e hamsters em um pet shop, e usa sua bicicletinha para levá-los para passear. Marcinha é cliente assídua do estabelecimento, e regularmente leva seu bichon frisè para um banho e tosa no local.
Moral da história: eu sei lá. Apenas divirtam-se com cinco minutos de bobagens e fiquem felizes pelo resto do final de semana. Se tem algo que eu posso falar talvez seja: não roubem carrinhos de cachorro-quente.
Infini amiggi di Mangiare!, esto foi il primero contti di Rolétson, o suíno. Aguarddi para mais histtori solo aqui in il blog ma tontti di tutti il temppi!!
Buono finali di semanni!
Abracileeee
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