Belo de um adendo ao tema este último post do meu estimadíssimo Conejetti! A pesar pelo sono de ambos "blogueiros-chefe" desta seção, dei uma lida no que já foi escrito neste espaço desde que o mesmo foi criado (o que não faz muito tempo) e cheguei à conclusão de que, basicamente achamos que a vida é divertida se, e somente se, conseguirmos sair da rotina e viver todas as ironias que a mesma tem para nos proporcionar da melhor maneira possível.
Obviamente eu sei que é impossível resumir a definição de "vida-bem-vivida" em uma frase tão curta, e em tão poucas características, até porque isto é basicamente querer definir o que seria a felicidade (cuja definição, todos temos total consciência de que não existe).
Acredito que eu não conheça esta definição, até porque mal sei o que quero na vida, mas sei claramente o que não fazer para que eu possa me manter, ao menos, com a consciência limpa (um começo para sermos felizes).
Como já falei em posts anteriores, sou fã incondicional da autenticidade (a qual é inseparável da sinceridade), e por isto mesmo tento me manter o máximo possível alinhado com estes conceitos. O que me deixa intrigado no entanto, até porque não consigo me imaginar inventando histórias para contar vantagem para esta ou aquela pessoa, ou para denegrir a imagem de alguém, é como que acabamos sendo alvo de tais armações. De novo, a vida consegue ser muito irônica, e de maneiras que nem imaginamos.
Imagino que todos os que passam por aqui com certa periodicidade (eu, conejetti e nosso seguidor #1) já devem ter entendido qual o ponto deste post. Muito mais do que uma indignação, registro aqui uma certa sensação de impotência quanto ao que compartilhar de bom sobre o assunto. Não há lições que possamos tirar sobre o que fazer/ não fazer de diferente, uma vez que independe de nossas ações.
Ainda mais frustrante do que tudo isto, é perceber como a massa gosta de histórias como esta. Basta assistirmos a TV por alguns minutos, surfando nos canais, para nos depararmos com uma novela global, na qual a trama envolve zilhoes de conexões de pessoas que querem a todo momento "puxar o tapete" daqueles que os ameaçam. Ou ainda aqueles típicos melodramas americanos, no qual o "outsider" é banido do grupo dos "populares" por histórias das quais nem ele sabia que fazia parte.
Resumindo, a lição que tiro sobre tudo isto, é que, como nada é por acaso (e este é minha principal referência na vida), o mundo eventualmente acaba dando voltas e as ironias da vida, cedo ou tarde, acabam por aparecer. No caso que resultou toda a inspiração para este post, espero que isto demore a acontecer, pois, apesar de não ser vingativo e rancoroso, quanto mais frio for servido o prato da "vingança" (entre aspas, pq casos como este dispensam este tipo de atitude), melhor!
Bom, acho que é isto por hoje. Uma seção um pouco menos idiota de Mangiare! para nossos queridos leitores (já citei a maioria deles, não quero fazer manção de novo), mas que espero seja proveitosa o bastante.
Abracile!
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