Beeeeem amigos (na verdade eu poderia dizer só amigo, pq a única pessoa q vai acompanhar isto hoje é vc conejo...) leitores!! Está aberta a primeira temporada de postagens de textos que falam nada sobre absolutamente qualquer assunto, desde o ato sexual das lhamas hermafroditas do leste do atacama até a comercialização de anéis de plástico, daqueles que vem de brinde em balinhas, pirulitos e outras guloseimas baratas.
Na verdade, deixando de lado um pouco das "monguices" que provavelmente serão rotina neste espaço, o grande intuito deste blog é falar sobre o dia-a-dia de dois caras completamente normais que conseguem achar graca de (quase) qualquer coisa, e que mesmo nas situações mais adversas conseguem enxergar alguma coisa de positivo.
No fundo, acho que o propósito de querer compartilhar alguma coisa aqui é de, primeiramente tentar difundir algumas idéias que acho/ achamos legais o bastante pra isto, além de entreter os nossos possíveis leitores.
Tendo feito uma introdução do blog um tanto quanto extensa, acho que já posso começar a contar um pouco sobre meus últimos dias.
Fim-de-semana conturbadíssimo
Impressionante como aqueles finais-de-semana nos quais aparentemente NADA vai acontecer conseguem ser extremamente corridos. Para alguém que consegue sair de casa num sábado de bermuda de futebol, chinelo e chuteira e consegue voltar no domingo, aproximadamente 24hrs depois (sendo que apenas umas 4 de sono...) semi-bêbado, camiseta, calca e até cueca emprestada (além de um "acidentezinho de percurso" que não me cabe comentar aqui), acho que posso falar que sei bem como é isto. Detalhe maior, consegui voltar para casa sem tudo o que tinha levado no sábado (com exceção de carteira e celular....e o carro, obviamente).
Analisando esta situação com um olho um pouco mais clínico, percebi algumas coisas. Sinceramente, até acho bacana a idéia da curtição sem limites, mas a grande verdade é que quando tudo volta ao normal (amanhã, porque hoje ainda sinto que o álcool ainda corre com concentração considerável em mim), percebemos o quanto isto é apenas um mal-necessário, ou seja, algo que precisamos fazer às vezes (não digo isto sobre a bebedeira, mas quanto à falta de foco, a saída "sem rumo") apenas para sentirmos que a vida é um pouco mais do que aquilo que nossa agenda e nossos horários nos dizem que temos que fazer.
Talvez seja por este exato motivo que estas situações sejam tão divertidas! Perdemos completamente o senso de responsabilidade, já que este provavelmente fica guardado no mesmo lugar que a noção de horários e compromissos.
Este fim-de-semana, por exemplo, tinha aniversário de uma amiga para ir, balada com uma outra galera...esqueci de tudo e fui para onde estava com mais vontade. Obviamente não posso fazer isto sempre, mas percebi que deveria pelo menos de vez em quando. De preferência, sem uma periodicidade determinada, para que, até a "saída da rotina" não acabe se tornando mais uma programação.
Enfim, finalizando a primeira sessão do Mangiare!, acho que já falei o bastante. Aguardo para ver o que meu sócio (e parceiro nas reflexões diárias) Conejo tem para escrever.
Até a próxima!
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