sexta-feira, 30 de abril de 2010

Il Trunfi dil Hollywood!

Bongioooorno cari leittori!

Bom, para mostrar como o mundo está mudando, e a internet é o meio mais aparente disso, vou comentar algo citado pelo Santtini no último post!

Poxa, do nada começou uma rede de filmes 3D né? Que engraçado! Avatar, Alice no País das Maravilhas, Toy Story, Xuxa e os Duendes... Por que?! Essa tecnologia já existia há tanto tempo!

A primeira vez que viajei para a terra do Mickey já fiquei admirado de ir no simulador do Exterminador do Futuro e ver a aquele robô maléfico sair da tela! Tirava o óculos toda hora extremamente assustado! Ficava tirando e pondo (ui) o óculos pra ver o efeito real x 3D! Que fantástico!! E isso foi em... 1992! Logo na mesma época em que comprei meu belo videogame mastersystem que, além do Sonic e Alex Kid, tinha um jogo de corrida que também era 3D! O óculos era ridículo, parecia os óculos Mohaje (infelizmente, eles eram quebráveis, diferentemente deste sucesso fantástico do polishop!! Hehe!)!

Então quer dizer que os filmes e a tecnologia 3D já existia desde essa época?! Não! Exisita MUITO tempo antes disso! Esse foi o MEU primeiro contato com ela!!

Não sei se todos vão lembrar, mas eu sou viciado na trilogia do “De Volta para o Futuro”, e já assisti todos umas 79 vezes! Mas lembro que, no primeiro filme (que é de 1985) um dos ‘’capangas – amigos’’ do Biff (inimigo do Marty Mcfly), era imbecil ao ponto de utilizar um daqueles óculos 3D no dia a dia na escola! Corroborando com a hipótese de que essa tecnologia é muito mais antiga que nós, assíduos leitores!

Enfim, ou do francês en fin (háááá! Pegadinha! Do italiaaaano, Enfiiiiini!), então, se essa tecnologia é tão antiga, por que só agora está sendo implementada!?

Ora, a meu ver, é simples! O cinema tem perdido espaço.. não só para pirataria e afins, mas para youtube e afins!! Até onde eu sei, ainda é impossível assistir filmes 3D pelos nosssos computadores e pelas nossas TV’s...! Então este tem sido um meio da indústrica do cinema postergar algo inevitável, neste modelo de negócios...

Pois é, e se bem breve essa última (TV 3D) vai chegar às lojas! E qual será a nova Jogada de Hollywood!?

E com esto, io termino mio post!!
En in proximo, espero escrivere extremamente bebaddi! Hahaha!


Buon fine di Settimana!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Realli vs. Virtualli

Conejeeetti, ma che bella propaganddi d'il internetto! (pelo amor, nessa eu me superei). Cara, e o que impressiona nesse papo todo de internet é que, segundo o que a minha singela memória se lembra, há uns quinze anos atrás ela ainda estava engatinhando. Quem é que não passou por discussões intermináveis com os pais, irmãos ou qualquer outro que compartilhasse do mesmo espaço comum sobre horários de utilização da world wide web, para que o telefone não ficasse ocupado. Coincidentemente, nesta época o celular também não era algo tão difundido, e a telefonia fixa ainda era o principal meio de contato pessoal existente.

Contrastando toda essa "velharia moderna" (também não podemos chamar algo de 15 anos atrás de velho, até porque eu sou bem novo ainda e já acumulo alguns anos a mais de vida) com o que temos hoje, é notável que a evolução é gigantesca. Não só temos internet que não atrapalha mais a utilização do telefone fixo, como também nem precisamos mais de nenhum deles. Os smartphones ampliaram infinitamente as possibilidades de comunicação. Podemos fazer tudo através deles, desde pesquisar sobre alguma dúvida no google, até conversar com um amigo do outro lado do mundo através do msn.

Como, então, não aproveitar de tamanhas facilidades? Como reclamar de todo este "encurtamento" de distâncas, possibilitado pela tecnologia? Realmente, o ponto aqui não é criticar a evolução dos meios de comunicação, até porque sou um grande apreciador dos mesmos. Não fosse, que estaria eu fazendo escrevendo aqui no Mangiare!? Ou conversando com diversas pessoas ao mesmo tempo pelo computador? Nem de longe posso reclamar (até porque, como já deixei bem explícito, não sou nem um pouco fã de reclamações), mas, ainda assim, acredito que existem algumas "falsas facilidades" que não nos agregam nada e apenas nos fazem perder tempo.

"Falsas facilidades"?? Mas que caral#$% é isso, tá louco Santtini? Não! Apenas enxergo como perda de tempo nos dedicarmos a "segundas vidas", falsos perfis e até mesmo jogos que nos coloquem sob uma realidade inatingível. Antes que eu seja linchado pelos eternos admiradores da "realidade virtual", peço para que leiam a frase acima novamente e enxerguem a palavra dedicarmos. Fazermos destas atividades passatempos pode ser saudável, para abstrairmos nossas preocupações do dia-a-dia e curtirmos algo fora de nossas realidades, porém, é importantíssimo sabermos quando isto passa a se tornar mais importante do que nossa vida real.
Certa vez li uma reportagem que falava sobre um casal que se falava mais através do Second Life do que frente à frente. Detalhe: eles moravam juntos. Quantas vezes não nos pegamos viciados em um jogo de computador ou videogame que nos faz perder horas de nossas preciosas vidas? Tudo em prol de uma conquista fictícia, que não nos agregará nada de útil, que não alguns problemas de postura, vista e talvez uma LER.

Mas os jogos sempre existiram, então, como encaixá-los nesta definição de "falsa facilidade"? Simples! Os jogos antigos nos colocavam em mundos totalmente diferentes, em que éramos encanadores em um mundo cheio de tartarugas, ou um porco-espinho que se aventurava em um mundo cheio de moedas e um robô maluco chamado Nik, ao passo que hoje, somos jogadores de futebol profissional, atiradores de elite, pilotos de corrida...as possibilidades são infinitas e enxergamos aí uma maneira de sanaramos nossas frustrações reais. Jogamos como se fosse a coisa mais importante do mundo, em que perder ou ganhar significa bom ou mau-humor. Vivemos nossas "segundas vidas" ao computador ininterruptamente, e esquecemos que temos que viver as nossas "primeiras vidas" para podermos pensar em continuar com a realidade virtual.

Talvez por isto Avatar tenha feito tamanho sucesso. Apesar de toda a super-produção envolvendo o filme, é fácil nos enxergarmos como o protagonista, vivendo uma realidade totalmente louca, através de um dispositivo que nos coloca em um segundo corpo.

Resumindo, até porque acho que poderia ficar divagando sobre o assunto por horas, o avanço da tecnologia nos permite a aproximação daqueles mais distantes, uma maior agilidade na comunicação com aqueles mais próximos, mas também nos oferece uma gama infindável de distrações que, se não nos policiarmos, acabamos por levá-las tão a sério a ponto de "vida" e "passatempo" trocarem de lugar.

Enfim, complementando o que meu estimadíssimo sócio de postagens colocou em "Il mondo.com", temos que nos aproveitar ao máximo das facilidades que esta ferramenta fantástica chamada internet nos proporciona, porém é importante ter em mente que ela precisa ser parte de nossas vidas, e não o inverso. Já temos pouquíssimo tempo para conseguir aproveitar tudo o que o mundo real nos proporciona se nos dedicarmos exclusivamente a ele, e dividindo este mesmo tempo com a "virtualidade", acabamos por deixar muitas oportunidades de verdade passarem despercebidas.

Por isto mesmo encerro a viaggio dello giorno aggori. Já escrevi demais e preciso voltar para a minha realidade a fim de não perder nenhuma das tais oportunidades citadas acima.

Buono finalli di semanni para tutti!

Abracileeeee

Il Mondo.com

In primo lugari…
Congratulazione il notra mais nuova seguidooori!
Ma cheee! Non é Italiaaana essa Ragaaaazza! Non ere, ma temos tanto affeeetto quanto aos nossos conterraneos italiani! Haha! Viva Portugal, a Mari Portuga é trilegal!

Enfim... Achei bem top il reflexoooni de Santtini! É engraçado como a inércia e a inquietude da mente nos deixam reclamões e presos à situações que, se parar pra pensar, só depende de nós para se livrar desse estrangulamento social! Então, vou realçar novamente o que sempre digo, escolham à ação, não ao ócio e inércia.. bem, a não ser que este ócio seja o criativo... hehe!!

Bom, achei interessante um tema abordado por Santinni no meio do post dele... E este é: “Menos virtual, e mais vida real!”.
Então, gostaria de contribuir para mais um ambiente aberto a discussões e reflexões relevantes (às vezes nem tão relevanetes assim...) com meu estimadíssimo amigo e contribuinte do blog, assim como todos os outros caros amigos que aqui frequentam, ou mesmo algum perdido!

Enfim, eu concordo também com o menos email, mais conversa no tête-à-tête; menos youtube, mais ao vivo; Menos Kindle e iPad e mais livros e qualquer outro ditado ou dizer dos tempos modernos.
Às vezes ficamos tão presos a Orkut, Facebook, Philetto, Mangiare!, Twitter... Que nos esquecemos de visitar um belo de um parque, viajar para um belo de lugar.
Se bem que, pensando melhor, podemos viajar via Web! Podemos adquirir conhecimento, encontrar um emprego e ganhar dinheiro via internet! Poxa, tem gente que vive só escrevendo em blogs! Tem gente que é paga (e alguns MUITO bem pagos, diga-se de passagem), só para “surfar na internet” e escrever em blogs! Infelizmente esta não é a nossa situação aqui do Mangiare! Ainda... haha!!
Inclusive, quem nunca teve um amigo que só se conhecia pela internet? E só depois que se conheceu pessoalmente? Eu já tive! Inclusive, uma das pessoas mais importantes da minha vida eu conheci assim! E inclusive, essa estimadíssima senhorita, hoje é uma assídua seguidora do Mangiare! Que coisa...

Claro, tem o outro lado da história... Lembro uma vez que estava em um albergue, e tinha um cara MUITO bizarro! O nego devia ter uns 48 anos, totalmente fora da faixa etária do lugar que era entre 20-25... E o cara ficava o dia inteiro comendo aquelas porcarias de máquinas de salgadinho e conversando com umas 50 mulheres ao mesmo tempo naqueles chats de encontro, sei lá... O cara era muito psicopata! Depois fui descobrir que ele não era hóspede, mas ele ia ao menos 3 vezes por semana lá pra usar a lanhouse do albergue, e ficava o dia inteiro nessa... Ele parecia o Boris do Goldeneye, James Bond: Um oculinhos meio caído, cabelo seboso em forma de tigela, suéter todo sujo de migalhas de cheetos bola e uma cara de perturbado... 48 anos de idade! Esse cara não trabalha? Esse cara não tem amigos, filhos, esposa, namorada?! Pelo visto, não... haha! Que loucura... Então também, cuidado! Às vezes aquela garota extremamente sensual e gente boa que você conversa, ou aquele bonitão... pode ser um Psicopata londrino! Haha!!

Bom, mas tirando os exageros e a polaridade, o que eu quero dizer é que hoje, não podemos descartar a vida virtual! Eu sou totamente à favor de ter Orkut, Facebook,Twitter, Blog, ter um currículo online... Afinal, na era google, quem não for buscável e achado na rede, está fora! Tanto em network, quanto a empregabilidade, oportunidades e coisas tão simples quanto informação. O mundo está mudando! Se você não percebeu ainda, não se preocupe! Mas corra atrás! A revolução da web está no começo, não na crista da onda.. ainda há tempo de todo mundo alcançar, inovar e fazer parte. Mas isso discutimos mais a frente...
Porém, não podemos ser radicais ao ponto de ser igual ao tiozinho muito louco de picanha do albergue citado acima! O qual não possui uma vida.

Então, optemos pela vida! Seja ela virtual ou não e, para chegar neste equilibro, vou terminar com um pensamento que sempre levo como verdade, do sábio e errante Amyr Klink:
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

Nada como estar pessoalmente e ver com os próprios olhos... Mas, planejar-se, comprar passagens, reservar hoteis, informar-se de pacotes, conhecer gente do local que você vai e programar atividades em sua viagem, isso sim, tudo pela web!! Hehe!

Abraaaccile, mis cari leittori!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Bolli pra frentti!

Ma cheeeeeeeeeeee!! Cinquecentoooooo!!! Che bello!! Ma cuantti apreciattori di mierd#$% existti nil mondo!! Não que o Mangiare! seja apenas bobagem, mas que elas estão presentes em 99,9% dos posts, parágrafos e frases aqui expostos....isso sim!

Sem mais delongas, estou um pouco ausente esta semana por ter abandonado meu companheiro de entretenimento noturno nos dias úteis: o computador. Já não bastasse ficar o dia inteiro trabalhando em frente a ele, ainda nas horas de lazer ele continua me acompanhando. Melhor parar com toda esta "virtualidade" e começar a viver mais a realidade, sair mais de casa, criar mais bom-senso...enfim, a discussão hoje não é essa (apesar de poder vir a ser em breve), mas sim algo que observei no último post do sempre inteligentíssimo, pertinente e incisivo Conejetti.

Sim, somos realmente um bando de reclamões! Quando acaba a luz, "Mer#$% de governo que não investe em luz! Pra onde vai o dinheiro dos meus impostos?!", quando tentam fornecer mais energia, "Pelo amor dos meus filhos, que absurdo! Olha o tamanho do impacto ambiental que é isto!!", quando fazem alguma coisa não-poluente, extremamente eficaz, direto ao ponto..."ah, mas na Europa existe um sistema...". Exemplos de resmunguices a parte, o que quero dizer é que nunca estamos satisfeitos e raramente procuramos uma solução para nossos problemas. Muito mais legal e mais fácil ficar olhando para trás e vendo o que aconteceu do que surgir com a solução para o problema.

Estou falando isto não me referindo exclusivamente ao caso da Belo Monte, mas de muitas situações de nossas vidas. Quando estamos insatisfeitos com o trabalho, reclamamos e ficamos lembrando, "nossa, era tão melhor aquele que eu trabalhava antes...". Porr#$%, então volte para lá! Reclamamos das casas onde moramos, dos carros que andamos, dos amigos que temos (nem sempre...eu sou bastante satisfeito, inclusive, gostaria de aproveitar o parênteses para mandar um "oi" para nossa mais nova seguidora: Mari Portuga!! Obrigatti Portuguetti!!!), das roupas que usamos...reclamamos de tudo! A insatisfação é tão presente na sociedade hoje que todo o sistema é baseado nela. Compramos coisas e mais coisas porque sempre estamos insatisfeitos. Trabalhamos mais e mais porque nunca o que temos é o suficiente.

É aquela velha discussão da felicidade, mas não é nela que quero chegar. O ponto que finalmente quero levantar é o famoso "não sabemos o que temos até perdermos". Estamos sempre reclamando porque acabamos acostumando com as coisas do jeito que são. Se ao reclamarmos, por exemplo, de nossos carros, e, subitamente, o mesmo nos fosse tirado, garanto que daríamos muito mais valor a ele. Ou até mesmo da velha geladeira da cozinha, ou daquele computador velho, do celular...assim que perdemos passamos a dar valor. Obviamente algumas coisas nunca perdem seu valor, como,por exemplo, o Cachorrolétson para nosso intrépido suíno, mas, como em qualquer regra (não estou dizendo que isto seja necessariamente uma regra), são exceções.

De qualquer forma, ponto a ser defendido é: satisfaçam-se! Parem de reclamar! Eu mesmo sou um eterno reclamão, mas tento enxergar as coisas de outro ponto de vista e enxergar o ponto positivo das mesmas. Se realmente for algo que não gostamos, não usamos e que nos incomoda: troque! Mude! Mexa-se, mas pare de ficar lamuriando eternamente sobre tudo! Problemas são feitos para serem solucionados, portanto: bola pra frente! Sempre!

Con esto oggi mi post sta terminatti! Molto grazie a tutti buona gentti!

Abracileeeee!!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Viiivvi! Il Cinquecenta visiti! - Reflexionni Belo Monte

Costosiii Amici!!

Oggi é mais un giorno dil commemorazioooone!!
Cinquecento!! I no estoi parlando de lá macchina de la fiat...!
Siiii! Cinquecenta Visiiiiti en nostro Blog! Ma che cosa fantasttiqui!

Diria que estamos alcançando um grande número de visitas dentro nossos... não sei, humildes 10 leitores assíduos!! haha! E à vocês, sou bastante grato!!

Bom, como nem sempre a nossa vida é cheia de coisas engraçadas, irei mais uma vez fazer outra reflexão...
Mas, este post que fazer diferente! Queria deixá-lo menor, e sem grandes reflexões feitas por mim! Vou tentar escrever sinteticamente sobre um assunto, e tentar não faltar com coerência e concordância, vamos lá...


Usina Belo Monte:
Por que você é contra?
Qual contraproposta você nos dá?
Eu tenho duas: Ou paramos de usar energia ou, em 2019, teremos um apagão sério caso não tenhamos outras fontes de energia.

Obviamente a primeira é inviável! Nunca Márcia Bisteca vai largar seu secador de cabelo e seu bronzeamento artificial...

E aí?! Outras fontes de energia... Quais?! TODAS geram impacto, queridão... Atômica? Aposto que você também é contra... Vamos fazer igual à China e fazer termoelétricas à carvão? O impacto é muito maior... Poxa, vamos imitar a Dinamarca, e fazer campos Eólicos! Linda ideia, pena que os campos promissores para esta ficam longe da necessidade... E caso você não saiba, energia não é estocada...

Então, antes de criticar, pense em alternativas! Coloque-as na balança. Meça, informe-se, reflita e argumente! Não seja somente um reclamão! Reclamões são chatos...

Não seja mais um brasileiro que critica o Bolsa Família mas vota no ''coitadinho'' do bbb! Isso é incoerência!

Abraccile!!

domingo, 25 de abril de 2010

Tutti sin limitti?

Beeeeene amiiiiiggi!!! O que poderia eu dizer sobre o último post de Conejetti?? Hoje, na verdade, eu tinha reservado meu tempo aqui para comentar sobre o conto de Rolétson e as ridículas situações que todos (ou nem todos) se submetem quando estão bêbados, ou até mesmo sóbrios, nas festas e badalações noturnas. A necessidade de impressionar, de se mostrar superior, melhor do que aqueles ao seu redor, como se todos nós estivéssemos expostos em uma grande vitrine e tivéssemos que ser escolhidos pela garota "x" ou "y", parece ser o maior propósito de todos aqueles que saem de casa para a noite.

No entanto, vou guardar isto para depois. Primeiramente gostaria de discorrer um pouco mais sobre o assunto levantado pelo meu estimadíssimo parceiro de blog. Afinal, o que se passa na cabeça de alguém que danifica a propriedade alheia e simplesmente fecha os olhos (se é que eles um dia já foram abertos...) e vai embora?? Realmente, acho, na minha humilde opinião, que é um ato que vai muito além de condição financeira (é óbvio que isto causaria um certo "preju" para o autor da obra-prima em questão- a destruição do retrovisor do carro de Conejetti), mas envolve princípios como responsabilide e bom-senso (já falamos sobre isto antes).


Bom-senso?? Sim! como não achar que a questão "assumir e gastar o meu, ou sair de fininho e cada um que cuide do seu?" algo intimamente ligado ao senso de justiça do protagonista de tal ato? Claramente, por mais que o dono do veículo avariado não esteja no local na hora em que o acidente aconteceu, deixar um cartão no pára-brisas do veículo, ou conversar com o porteiro de algum prédio próximo para descobrir de onde era o dono e tentar deixar um contato seria o mínimo que deveria ser feito.


Faríamos isto se fossemos nós? Eu me garanto quanto à tal posição! Inclusive porque já estive do lado avariado por algumas vezes; batida na traseira (esta me pagaram, mas juro que ainda assim tive vontade de esganar o idiota que tinha batido, principalmente devido à situação do ocorrido, mas isto não vem ao caso agora), raladas no pára-choques...é incrível como, a não ser que o carro do filho-da-p#$% fique enroscado no seu, inevitavelmente o prejuízo é assumido pela parte prejudicada.


Minha opinião sobre o assunto é a mesma sobre qualquer outra questão na qual somos seres impotentes de qualquer ação preventiva ou remediadora: temos que fazer a nossa parte quando nos encontrarmos em situações tal, para darmos o exemplo e fazer com que aqueles que um dia receberam o tratamento que temos como ideal, também o adotem e o espalhem. Pequenas ações que podem mudar o mundo, somos nós temos que fazer, e não esperar que façam por nós.


Inclusive, não devemos nos reservar apenas à situações de dano físico à propriedade, mas também daqueles referentes à moral daqueles ao nosso redor. Se temos algo a falar de alguém, sejamos diretos, seja o assunto bom ou ruim. Feedbacks negativos são muito mais proveitosos do que aqueles positivos, inclusive, pois nos fazem melhorar nos pontos em que somos mais fracos. Considerando o aprendizado da vida como algo constante, temos que sempre estar de portas abertas para receber críticas quanto a nossos comportamentos e ações, pois só assim evoluímos como indivíduos.


Contti di Rolétson


Como diria minha avó, "mudando de pato para ganso" (sem qualquer referência futebolística, por favor), por mais que "Cachorrolétson: de dógui" tenha parecido um conto totalmente avulso e sem sentido (o que no fundo não deixa de ser mesmo), o que eu queria ilustrar eram as situações de "porta-de-festa" que vivenciamos e assistimos. Sob o olhar de um vendedor de cachorros-quente, Rolétson pôde contar diversas delas, tais como: idiotices bêbadas diversas, além dos intermináveis papos dos "conquistadores de plantão".


A parte da bebedeira creio ser inevitável assistir ou presenciar. Afinal, de todas as pessoas que conheço não consigo relacionar 5% que vão a festas e não colocam uma gota de álcool na boca. Nenhum deles é alcoólatra (até onde eu me recordo), mas ainda assim, todos gostam de ficar um pouco mais "sem limites" em situações de descontração. Seria por isto o real motivo de bebermos? Nos sentimos mais à vontade e fazemos aquilo que não temos coragem? Ou simplesmente fugimos de nossos "eus" verdadeiros? Não consigo enxergar uma linha dividindo os dois propósitos, pois ambos parecem se misturar em certo ponto, porém, o que é claro como a derme de um ornitorrinco albino, é que esta pequena "fuga" da realidade apetece grande parte da sociedade.


E o que acabam fazendo nesses momentos? Mer#$%, obviamente! Como citado no conto, bêbados se jogam na lama, roubam carrinhos de cachorro-quente, falam mentiras e inventam histórias (NOTA: apesar de inventar histórias aqui para o Mangiare! eu estou sempre 100% sóbrio quando estou escrevendo). Tudo isto por um causo a mais para contar, uma aventura para adicionar àquele arquivo que um dia vai ser contado para os netos, ou simplesmente mais uma situação idiota para ser contada para nós mesmos (caso não consigamos nos lembrar do que exatamente aconteceu).


Não vejo nada de errado quanto à estes momentos de "curtição excessiva", desde que os mesmos não invadam os limites daqueles ao nosso redor. Roubar um carrinho de cachorro-quente? Uma alternativa um tanto quanto invasiva, até porque ele geralmente terá um dono. Inventar histórias para conseguir mais "diversão" na noite? Talvez invada o nosso próprio limite, já que podemos nos fazer de ridículo frente àqueles nos ouvindo, ou, em outras situações, podemos acabar iludindo alguém com tais mentiras, e a desilusão geralmente é uma sensação um tanto quanto dolorosa.


No final das contas, talvez o conto número 1 do Mangiare! acabe tendo alguma interface com o assunto levantado por Conejetti: bêbados ou não, nossas ações tem de ser feitas dentro de nossos limites, sem que o daqueles ao nosso redor seja ultrapassado. Bater em um veículo estacionado é, claramente entrar dentro dos limites de alguém, assim como desiludir alguém que um dia conhecemos, ou roubar a propriedade de um terceiro.


Se realmente vislumbramos um mundo melhor para vivermos, não basta toda aquele papo da felicidade ou do bom-senso, mas de respeitarmos nossos limites e os daqueles que convivem com a gente. Obviamente não podemos "catequizar" o mundo em relação a isto, mas de ao menos ensinar aqueles que podemos quanto a estes conceitos. No final das contas, não se trata de "que mundo vamos deixar para nossos filhos", mas sim de "que filhos vamos deixar para o mundo".


Por favor não saiam fazendo filhos para passar isto para frente, mas o conceito é válido para o momento em que isto acontecer. Se acha isto pouco, tente convencer aqueles mais próximos com ações que considera corretas, obviamente, mantendo o bom-senso acima de tudo.


Buona gentti, aggori mi voi porque ja escrevitti molto. Una buona semanni para tutti!!


Abracileeee

Il Peripéci de la vidi!

Olha... eu sei que a minha opinião é totalmente tendenciosa e enviasada ao parcialismo, por razões óbvias... Mas, tentando muito ler o conto de Roléééétson pela óptica (SIM! Óptica, vem do Grego Optos = Olho! OTICO = Ottos = Ouvido! Daí que vem OOOOOOOTORRINOLARINGOLOGISTA! Enfim...) de alguém de fora do círculo, eu diria que trata-se de um obra SENSACIONAL!!! É impressionante a tamanha destreza com que nosso estimadíssimo postador de posts, Santtini, tem em articular textos, palavras e ideias mirabolantes!! Congratulazzioooone, mi amiggi! Diria que o primeiro conto do Mangiare! foi um extremo sucesso!

Claramente não irei me aventurar, hoje, em tais obras literárias de grande valia. Irei simplesmente me ater a acontecimentos recentes e tentar discorrer sobre...!

Em um dos posts passados, refleti um pouco sobre a felicidade... Sobre os fatores internos x externos, sobre os desejos e realizações, e deixei muito claro que eu, assim como com certeza você, não estou totalmente imerso nessa filosofia! Afinal, é muito difícil seguí-la... E os parágrafos seguintes mostrarão por que! Mas tudo bem, acredito que a felicidade, assim como a inteligência, o sucesso, o dinheiro, o afeto, a atrite, a calvície, a incontinência urinária e a sabedoria, vem com a idade!

Bom, como já disse, tenho 23 anos... CINCO ANOS com carta de motorista em mãos! CINCO ANOS sem cometer o menor delito à outrem, nem um mísero raspão em meu automóvel! De todos os carros que já tive, NENHUM sofreu NENHUMA avaria causada por mim, por cagad#@ minha ou por inconsequência e imprudência de minha parte...!

Eis que, pós uma bela de uma lavagem completa no meu estimadíssimo carro (e olha, meus amigos sabem como tais episódios de assepsia automotiva são raros), deixo-o estacionado na rua! Poxa, um lugar comum de se estacionar, uma vez que estacionamentos ou são inexistentes ou não são necessários em algumas áreas...!

Então, quando eu volto... Ufa! Lá está o automóvel! Mas cadê o espelhinho retrovisor!? CADÊ ESSA MERD#@ DESSE ESPELHINHO!?!?
Pois é! Fui informado que um semi-novo, conduzido por um infeliz bastardo que provavelmente estava indo tirar sua estimadíssima mãe biológica da casa de meretriz (acredito ser uma injustiça, afinal lá é o lugar dela, tendo em vista que esse cara é um enorme e gigante filho da... bem, vocês sabem!), passou totalmente inconsequente, e levou meu espelho retrovisor... E eu que sempre cuido tão bem das minhas coisas, e quando causo algum dano alheio tomo a responsabilidade...

Esse episódio, claramente, me deixou extremamente chateado! Afinal, por que eu tenho que pagar por um erro alheio!? Agora eu vou ter que perder um belo de um tempo precioso da minha vida, e ir até a concessionária, provavalmente não terão um espelhinho no estoque, e vou ter que esperar chegar, enquanto isso meu carro ficará parado lá, e ainda tem o perigo de, no trajeto casa-concessionária, um guarda me multar por eu não ter espelhinho, pq aquele filho bastardo do semi-novo o arrancou! E o guarda não irá me liberar até ver uma Garoupa.. Ou um cardume delas! E tudo que poderei ceder será parte do Projeto Tamar, uma vez que grande parte do cardume das garoupas será direcionado ao conserto do meu automóvel, uma vez que o responsável por tal dano, é um infeliz... (claramente o projeto tamar e o cardume de garoupas foi uma metáfora à fauna presente atrás das cédulas do real, para os desavisados... E claramente eu nunca cometeria tal incongruência! Apesar de às vezes, ser o caminho mais fácil...).

E sinceramente? A seleção natural é uma força falha, no caso dos humanos, pq um infeliz desse não pode viver, ele não acrescenta nada à huminidade! E o pior, esses cabeças fracas se reproduzem muito mais que as pessoas bem resolvidas! E aí a merd#@ está espalhada...! Eu espero, sem o menor remorso, que esse infeliz tenha batido numa caçamba de entulho mais a frente e perdido um globo ocular... Se é que ele já não tinha dois olhos de vidro, pq pra fazer uma barberagem dessa, só sendo cego!

Bom, desabafos à parte, claramente preciso melhorar esse meu lado! Afinal, o que a braveza pode mudar? Já aconteceu, preciso parar de carregar esse fato, afinal ele pode estragar minha semana, que nem começou!
Precisamos tentar canalizar a força da raiva, do grito, do desespero... para a ação! Afinal, se um episódio foi o suficiente pra fazer você ficar com ódio e berrar alto, ele também tem a energia para fazê-lo correr...
Então, se canalizarmos nossas energias para resolver os problemas, e não reclamar, com certeza é o ideal! À ação, não ao desperdício de energia!

Percebi que, realmente, a nossa felicidade não pode ficar ligada a fatores externos! Afinal, as ações alheias e os pensamentos de outrem, infelizmente não controlamos! Então, vamos cuidar da nossa casa! Pq o exterior realmente está fadado aos intempéries... Diferentemente de Márcia Bisteca, cuide do interior! Na sua casa, cuide do seu quarto! Afinal, as paredes externas estão sujeitas ao sol escaldante e ao granizo...

Enfim, é isso que tenho a acrescentar hoje!
Abraccille! Buona Semanni, leitori!

ps.: Não aconselho você a ir a uma reunião formal de emprego ou de negócios com a aparência externa bagunçada! Nestes casos, ela é importante... chinelos de peregrino, batas, barba por fazer, calça rasgada, e cabelo propositalmente bagunçado não combinam!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Cachorrolétson- de dógui!

Per amooooooooore del Dio, Jah, Alah, Mustafah, Ali Babah e sus cuarentti ladronni! Ma temo due personaggio ma mongoloidi chi il criattori di Mangiare!. Esto es incredibile cheritti amiggi! Practicamentti la criazioni di un jogaddori di calcio por Pelé, di una estrela di la musica pop promiscua por Madonna, di un chato di galocha por Faustonni o até di un duende barbutti di lingua "prêssa" por...bom, deixa pra lá!

Bom, mas já que a introdução deste post já fez referência a personalidades de tamanha simpatia e carisma (o pior é que, apesar de não fazerem meu gênero nem para se apresentarem no Circo Vostok, eles realmente são queridos por grande parte da população), gostaria de falar hoje sobre a diversidade de personalidades em uma situação do cotidiano de todos nós sob a perspectiva dele, sim (!!), nosso ex-vendedor de cachorro-quente afro-luso-américo descendente, Rolétson!

E pois bem queridos leitores, todos sabemos que a vida não é fácil! Mais difícil que ela só tentar praticar atos de perpetuação da espécie de pé sobre uma rede (isso deve ser fod#$%!!). E nosso prezado suíno sabe bem como é isto (a vida, não a procriação na rede). Após ter passado um dia duro frente à sua televisão, na companhia de Datena, Márcia (Goldschmidt. Bisteca estava ocupada fazendo compras) e outros amigos próximos, Rolétson começou a se aprontar para o serviço no final da tarde. Trabalho noturno começa na hora que os outros já estão no lazer, mas nosso destemido protagonista de aventuras do Mangiare! é um amante de sua profissão. Aprendeu a cozinhar cachorros-quentes na mais tenra idade, quando ainda olhava o mundo como um aprendiz da arte de "bolinar" (bolinar: v; arte de fazer bolinhas) suas corizas adornadas com M&Ms.

O pequeno Rolétson adorava acompanhar a mãe nos afazeres domésticos e, um belo dia, acabou por acidentalmente fazer seu primeiro cachorro-quente ao esbarrar em uma panela de água quente e derrubá-la sobre Meleca, seu vira-latas companheiro. A partir daí ele não parou mais. Fazia freelances para diversos amigos de seus pais e, com o tempo comprou seu próprio carrinho. Era um fenômeno! "Cachorrolétson" era o point pós-balada mais famoso do interior paulista.

Com o sucesso, o rapaz, agora um empreendedor, fazia ponto na frente de qualquer lugar que fosse a festa. Debaixo d'água, sobre as árvores à la Arborismo, no meio do deserto, puxado por um transatlântico...nem que a "ferveção" fosse nos confins de uma mina abandonada no meio da Amazônia, o Cachorrolétson estava lá. Contudo, foi seguindo todas as festas possíveis que nosso intrépido amigo acabou por abandonar a vida noturna de venda de hot dogs.

Certo dia, em um dos turnos que estava a fazer, Rolétson percebeu que a noite estava demasiadamente animada. Às onze, quando chegou para instalar seu chamativo carrinho (NOTA: não vou fazer uma descrição muito extensa do carrinho do dogueiro, mas imaginem uma bicicleta com rodas de perfil baixo, spinners, equipada com som de última geração, aerofólio, neon, saias laterais e antena "tubarão" puxando uma carroça cheia de salsicha) na entrada da festa. Observou que naquela noite os jovens que chegavam estavam com os ânimos um pouco mais à flor da pele que o normal. Isto que já tinha visto turmas chegando fantasiadas de vaca, empregada, marinheiro, corvo, nerd (ok, talvez este não estivesse fantasiado) em festas que não eram à fantasia, outras brincando de "esconde-esconde" sem ter lugar nenhum para se esconder, dançando a macarena em festas que esta mer#$% de música não tinha nada a ver (convenhamos, que festa que tem a ver tocar macarena!?!?! Pelo amor dos meus ouvidos), equilibrando copos e mais copos de bebida na cabeça...só não tinha visto ainda desfile de elefantes, até porque de "oncinhas" era algo um tanto quanto comum de acontecer.

De qualquer maneira, a noite que poria fim às atividades "doguísticas" de Rolétson havia apenas começado e ele já tinha visto uma série de monguices daqueles que rodeavam o seu "estabelecimento". Um dos rapazes, um metido à "bolander" (bolander: adj, rapaz inchado como um pão do Frango Assado), já tinha sido desde lutador de jiu-jitsu, cartomante até piloto de aeronaves comerciais. Poooouta de um rapaz vivido! Sorte das senhoritas escolhidas por ele que elas também eram bem vividas, e perceberam que o "mil-faces" era tão contador de histórias quanto nosso amigo Forrest Gump. No entanto, Rolétson se divertiu. Viu outros tantos bobos fingindo que falavam ao telefone para chegar mais perto de outras rodinhas, ou alguns que simplesmente partiam para o papo reto e chegavam falando alguma coisa sobre o vestido das raparigas, seus adornos ou....enfim, realmente as histórias eram muitas.

Conforme a noite foi passando e o suíno fantástico se endinheirando, o mesmo sentiu que a natureza o chamava. Infelizmente não poderia largar seu carrinho todo emperequitado dando sopa por ali. Foi então que, como numa visão, surgiu ela, a espetacular, incrivelmente sexy, quase uma editora do Mangiare!: Márcinha, aaaa Bisteca. Frequentadora tão assídua do Cachorrrolétson que já era íntima do humilde dogueiro. Estava em estado lastimável! Seu volume de sangue poor miligrama de álcool era baixíssimo e, por este exato motivo, cambaleava como uma bebê girafa manca de três pernas.

Ao se deparar com tal cena, Rolétson imaginou que poderia deixar o carrinho para que ela cuidasse por alguns minutos, enquanto cumpria seu direito de evacuação. Foi o que fez, porém, para se certificar de que nada de errado iria acontecer com seu nobre e tunado carrinho, nosso herói se posicionou de modo a manter os olhos sobre o seu estabelecimento. E qual não foi sua surpresa, quando estava já para se recompor e voltar ao batente, ao ver que um completo imbecil, molhado de vodka até o último dos fios de cabelo do corpo, e mais alguns rapazes em igual estado, lhe roubarem seu maior bem enquanto ele não estava. Olhou para Márcia e, agora, a mesma estava mais parecendo uma preguiça morta do que qualquer outra coisa. Literalmente uma bela de uma cagad#$% não senhor Rolétson!?

Mas seguindo com o desfecho do nosso conto número 1, obviamente o perseguidor de bicicletas tunadas carregadoras de barracas de hot dog acabou por alcançar os meliantes, os quais não tinham a menor intenção de levar o Cachorrolétson embora. Se entupiam de cachorros-quente no momento que foram pegos, e ainda pagaram pelo que consumiram. Incrível! Rolétson mal acreditava no que havia acontecido. Estava tão assado e sujo quanto um porco no rolete, mas ainda assim estava feliz por ver que não havia perdido nada. Os loucos rapazes eram americanos, e queriam apenas pregar uma peça no humilde vendedor. "Tenqui iu fór r-ritãrnim mai dógui istendi! Ai u-uldãnti nou uati tchu du ifi iu ríli túqui iti auei. Bai de uei, aimi Rolétson, méster ófi ól mésters in de inglichi lenguagi" (Tradução simultânea: molto grazie por devolveri mi barraquitti de cachorro quentti. No saberia o che faccere si tivessem mesmo levatti ela embori. A propositti, io soi Rolétson, mestri di tutti il mestri in la lengua inglezia).

E foi assim que Rolétson, apesar de ter recebido tutti o dinheiro que lhe era devido desistiu das emoções da vida noturna. Ele agora é treinador de cães, gatos e hamsters em um pet shop, e usa sua bicicletinha para levá-los para passear. Marcinha é cliente assídua do estabelecimento, e regularmente leva seu bichon frisè para um banho e tosa no local.

Moral da história: eu sei lá. Apenas divirtam-se com cinco minutos de bobagens e fiquem felizes pelo resto do final de semana. Se tem algo que eu posso falar talvez seja: não roubem carrinhos de cachorro-quente.

Infini amiggi di Mangiare!, esto foi il primero contti di Rolétson, o suíno. Aguarddi para mais histtori solo aqui in il blog ma tontti di tutti il temppi!!

Buono finali di semanni!

Abracileeee

La sin Noccione: Márcia Bisteca!

Buono... in primo lugari... mi scuuuusi!!! Estive ausente!

Nesses tempos de Inconfidência Mineira, tive um momento de introspecção para ver o passado e entender o presente... Pensar que os jovens inconfidentes nem chegaram a saber que eles foram os precursores do que somos hoje... Una Merrrrdi! Brincadeira!! Não que isso não seja verdade, mas a herança que eles nos deixaram foi.. A independência! Lutando contra a derrama, impostos injustos sobre o ouro... pq não fazemos isso hoje em dia?! Pq somos um bando de frouxos conformados!

Tá aí, uma ótima introdução para a nossa nem tão estimadíssima personagem: Márcia Bisteca, muito bela! Frouxa e conformada, porém!

Diferentemente de todos aqui presentes, Márcia creio que nunca fez uma introspecção. Márcia nunca entendeu o passado, e mesmo pensando saber aonde está, ela simplesmente não sabe! Resumindo, ela é uma bela de uma antti!! Uma bela! Finalmente algo em comum com o personale sensuale de mangiaaare!!

Quando Márcia Bisteca chega em qualquer lugar, como se sua vida tivesse trilha sonora, logo soa Jorge Ben: ''Ooooba, lá vem eeeela....''

A desejada, a glamurosa, a charmosa, a pedra roseta de todos os olhares, olhares estes tão presos em todos os seus mínimos movimentos que o tempo chega a mudar de razão, e andar mais devagar quando ela passa... Márcia é uma figura de tamanha notoriedade e desejo alheio, que até um mero flato seu levanta suspiros daqueles menos exigentes.

Bem, ao menos é assim que ela se mostra no exterior... Quando na verdade por dentro, ela é uma pessoa extremamente vazia, cheia de relacionamentos medíocres e amigas tão rasas quanto ela... Não que todos tenham que ter intelecto de um cientista da NASA ou um neurocirurgião de Hogwarts, mas Márcia Bisteca tem a linha de raciocínio de uma planária acéfala. Poderíamos dizer, inclusive, que é a descrição da boneca Barbie, ou Suzy, ou qualquer outro exemplar de marionete infantil inanimado! (De repente um lango-lango...)

Pra ela na verdade isso nada importa, afinal, a vida sempre foi muito fácil, ao menos até agora... Nunca foi, nem perto, de ser a melhor aluna da classe... Mas com certeza era a mais popular! Nunca teve o interesse de saber coisas aquém da moda e da nova namorada do Ashton Kutcher... Trabalho?! Que Deus, Alá, Buda, Shiva, Rá, Chronos, Zeus, Hades, Sol, Luís XIV, Stephen Hawking, Ashton Kutcher (ui!) a livre! A única atividade remunerada já desempenhada por Márcia era a de “filha” (e nem nessa ela era o que daria para se classificar como “exemplo”). Sua personalidade poderia se resumir em qualquer uma das “Patricinhas de Beverly Hills”, mas acho que Paris Hilton se aproxima mais do que queremos fazer dela, devassa!

Mas, à olhos mais críticos, as máscaras se vão, e a essência se mostra... Tudo oq Márcia Bisteca não sabia é que no fundo, ela não é popular! É que no fundo, ela não é um exemplo! É que no fundo, ela não tem amigos! É que no fundo, ela não tem admiradores! É que na verdade, seu berço não é nobre, seu pai não é conde, e ela não é duquesa... Ela é simplesmente... nada! Como uma bola de final de copa do mundo sem o couro, Marcinha é tudo o que todos sempre quiseram, contudo sem a parte interessante.

Não, ela não é uma Macabéia... Afinal, diferentemente da anti-musa, sozinha ela nunca está! Não haverá a hora da estrela, pois toda hora é hora de brilhar! Sempre rodeada, e sempre aclamada, por seus semelhantes tão vazios quanto um pacote de Ruffles em acampamento para a juventude obesa...

O interessante desta garota, é que ela é tudo! Mas não é nada... Ela tem um milhão de amigos! Mas não tem nenhum... Ela nunca está sozinha! Mas sempre está só... Ela nunca deixou de ter! Mas nunca teve... Ou seja, ela é a maior personificação do paradoxo. Assim como seu amigo Rolétson, ela consegue ser encantadoramente horrível e amigavelmente estúpida a qualquer momento. É o tipo de pessoa que só se senta depois de cumprimentar todo mundo que conhece quando chega em algum lugar, contudo faz isto contando as lâmpadas do local para que todos vejam a imponência de seu belo nariz. Enquanto isto, consegue ser cativante o bastante para levar a vida com algumas poucas companhias que chama de amigas, mas que no fundo fazem o demônio de sua pessoa.

O mais interessante, ainda, é que talvez ela nunca descubra o que realmente ela é! Mas enfim, até este dia chegar, ela vai vivendo! Ou, na verdade, existindo... Enquanto a vida passa pela sua janela, ela se concentra em passar seu mais novo perfume e admirar-se no espelho, até porque a única coisa que vê diante de seus olhos são se suas rugas estão bem cobertas e se ela ainda mostra a aparência que fez dela um ícone dentre o universo masculino da grande vila onde mora.

Aos olhos de alguém com um mínimo de juízo de caráter, porém, Márcia Bisteca, diria que é a exceção à regra ‘’as aparências enganam’’... Afinal ela é simplesmente tudo o que aparenta ser! Como um aquário sem peixes, um carro sem motor, um computador sem processador ou até mesmo um telefone sem linha, um Bonecão de Olinda sem ginga, Marcinha é mais uma daquelas pessoas que enxergam o Big Brother como o evento mais importante do ano. É profunda como um espelho d’água e complexa como um telefone de danone. Ou seja, ela não é nada!

Ma cheee bella ragazza, non?!

Aposto que muitos conhecemos muitas ''Márcias Bistecas'' mundo afora! Parem para observar...!

Abbraccio,

terça-feira, 20 de abril de 2010

Presentazioni formali di Rolétson: de Lédgendi!

Cheritti amiggi d'il Mangiare!. Como havia parlatto no último post, di aggori in diantti, tutti il stori chi vamo a contari va a ser sob la oticca di nostro amiggi Rolétson!

Mas quem cacet#$% é esse filho-da-p#$% desse Rolétson?? Bom, como não poderia faltar, assim como Conejetti e eu já fizemos antes neste fenomenal espaço de reflexões magníficas, oggi il tema di la conversa será o perfil deste que passará a ser constantemente lembrado por todos nós.

Em primeiro lugar, é ÓBVIO que o personagem número uno d'il Mangiare!, assim como seus editores, seguidores, leitores, adoradores, "comentadores" (sei que o sufixo correto seria "istas", mas quis continuar rimando), pintores, escritores entre outros "ores" diversos, é extremamente sexy! Bom, não diria tanto pelos sua aparência, a qual é originária de algo que eu classificaria como australo-franco-ítalo-nipo-ganês, o que significa que temos um legítimo espécime semi-nórdico quanto ao porte físico, arrogante, eloquente, de traços levemente orientais, negro, de olhos claros, e, óbviamente, fluente em italianni, mas por todo o charme envolvendo sua misteriosa personalidade.

Por mais confusa que a caracterização acima possa parecer, Rolétson é em sua essência uma figura ímpar, e por isto mesmo sua aparência não poderia deixar de ser também. Quanto à sua personalidade, é alguém que consegue ser encantadoramente rude, ranzinzamente bem-humorado, timidamente extrovertido e humildemente arrogante, as quais fazem dele praticamente um ser bi-polar. Pode ser que em alguns casos falemos dele em situações de comportamento exemplar, enquanto que em outras queiramos enforcá-lo; fazer uma estátua de mármore travertino cravejada em esmeraldas africanas, e pendurá-la no vão do Arco do Triunfo, ou até mesmo arremessá-lo no centro do Coliseu na companhia de leões, tigres, Amaury Jr. e Didi Mocó (uns poooooouta de uns caras chatos! Pelo amor do Milton Neves, que fala que o Rogério Ceni é chato).

De qualquer maneira, seguindo com mais algumas facetas deformadas, bi-polares e um tanto quanto estranhas de nosso mais novo colega, como um legítimo ser criado por mentes extremamente ociosas e divagadoras, Rolétson é, acima de tudo, um cidadão do mundo. Fluente em diversos idiomas, tendo o inglês como a sua especialidade: "Naici tchu miti iu, mai neimi is Rolétson endi aimi de méster ófi mésters in de inglichi lenguagi" (tradução simultânea: Ma che, adoratti te conhecere, mi chiamo Rolétson i soi il mestri d'il mestri na lingua inglezia). Além disto, é um rapaz vagarosamente ligeiro em seus raciocínios, o que faz dele um prodígio na arte de não falar nada (acho que isto ele aprendeu com a gente).

Bom, acho q hoje fica aqui apenas a descrição desta personalidade única, incrivelmente versátil, maleável, flexível, dobrável e mais multi-uso do que uma furadeira Bosch! Aguardem por mais causos, histórias, contos, piadas, notas, anedotas e compotas (só pra rimar de novo) do nosso querido suíno, oooo Rolétson!

Abracile i buono feriatti a tutti!

Giorno di Commemoraziooone!

Adorati amiggis!

En primeri lugari... mais de 300 visitas, em menos de uma semana! Olha, que a verdade seja dita... eu e Santtini ainda somos grandes responsáveis por tamanho giro deste singelo (que em italiano seria: Singelli, para nossos leitores da grande bota) Blog! Porém, conhvenhamos, visitas alheias tem sido mais frequentes! E isso é simplesmente sensazionaaaale!

Ainda no tópico Commemorazione, diria que tal número é a maior prova e a materialização do grande sucesso! E, obviamente, sucesso só é atingindo quando unimos pessoas ímpares em torno de um objetivo em comum!! Logo, gostaria de realçar ainda mais os nossos grandes seguidores! Estes sendo pessoas EXTREEEEMAMENTE sensuais e fantásticas!

Una Salvi di Paaaalmi!!!

Citarei os nomes de tais indivíduos que tem feito deste, uma ideia vivida! Por ordem de aderência, una Salvi Di Palmi para Cacá, seu sobrenome impronunciável e sua sunga de mosaico!! Una Salvi Di Palmi para Abdouuuula, a Libanesa com o sorriso mais cativante do Oriente Médio! Una Salvi di Palmi para Le Chef Tadeuzzoni, il cozinero di Sicilia! I Una Salvi di Palmi para Paulones, nosso Alazão à Parmeggiana!

Brincadeiras à parte, vejo este blog como um ser vivo! Inclusive, vendo nossos últimos/primeiros posts, podemos fazer uma metáfora com o crescimento humano...! Começamos extremamente inocentes, explorando esse mundo .blogspot, sem saber muito bem o que encontrar, mas sem a menor arrogância e indo conforme os feedbacks nos direcionavam! Logo em seguida, veio o momento molecagem... (algo que será bastante frequente!)... Quando, a grande fase, a Rebeldia! Muitos textos mais sombrios, diretos, e com bastante atitude, porém sem ser canalizada...!
E agora, a fase do construtivismo (com muita molecagem!!!) hahaha!
Quanta bobeira para míseros 15 posts!! Deste jeito parece que o blog já nasceu com vida útil, o que não condiz com a verdade...

Olha, mas voltando à ideia do ‘’Muito’’, isso tem me assombrado e me tirado do sério! Não faz o MENOR sentido essa palavra ser escrita assim! E, agora il bombbi, diferentemente do porquê os pássaros voam para o Sul no Inverno (Foram visitar sus maaaamma! Que vivem fueri di Itaaaalia!); diferentemente do porquê os ursos hibernam Pós Mangiare Lasaaaagna, eles tem sono, caaaaspita); E os jovens bêbados e suas atitudes ligeiramente erratti (Pq eles leem o Mangiare!, Caaaatso!), o MUITO continua um mistério!
Espero que algum de vocês, nobres e excepcionais leitores, possa nos esclarecer tal avassaladora dúvida.

Quanto ao Mangiare!, na verdade ele contextualiza tudo que prezamos neste espaço intelecto-interativo! Que seria TUDO, e NADA!! (Tutti, i Natti!). Então seria mais ou menos assim...: ‘’Vamos almoçar agora?!’’ – Mangiaaare!; ‘’Vamos embora?’’ – Mangiaaare! ‘’Balada e que se fod#@?’’ – Mangiaaare!!; ‘’Vamos fazer um blog muito doido e escrever besteiras que falamos todo dia, chamar nossos amigos e divertí-los mesmo estando ausente?!’’ – Mangiaaare!

Enfim, vou parar por aqui, pois uma vez que a discussão do Muito chegou em Márcia Bisteca E Rolétson Suíno (?!), prefiro ter essa parada abrupta, antes que a situação piore...


Enfim, véspera de feriado de Tiradentes!
Fica a minha dica: Não enforquem ninguém!!
Abraccile,

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Mangiaaaaaareeeee!!

Beeeeene amiiiiggi! Stamo di volta in ma una semana, i oggi con novo layout in il Mangiare!. Para quem nunca tinha entrado nesta mer#$%, começamos a segunda semana de postagens criadas em momentos de ócio criativo, geralmente sobre ironias da vida e como criar bom-senso para superá-las (isto foi praticamente um resumo dos tópicos comentados aqui neste pequeno tempo de vida d'il Mangiare!). De qualquer modo, hoje, assim como o layout e esquema de cores deste blog (que eram praticamente um tributo a Hulk- O incrível), esta semana os assuntos prometem ser um pouco mais light.

Inclusive, já que toquei no assunto "leveza", gostaria de salientar a presença de mais um seguidor do nosso incrível, pertinente, sexy e inteligente blog: tadeuzzoni! O qual chega para adicionar ainda mais sensualidade para o seletíssimo grupo de leitores das bobagens diárias que dois rapazes idiotas e sem ter o que fazer (ou como já dissemos, admiradores do ócio criativo) gostam de escrever. Esqueci de adicionar à frase anterior que ambos os editores são, assim como os frequentadores do Mangiare!, extremamente sexys.

E, como aparentemente o assunto hoje vai ser falar quase tudo sobre absolutamente nada, hoje em mais alguns momentos de reflexões que nos levam do nada à lugar nenhum, Conejetti viajou em cima da palavra muito. Mas que raios teria levado alguém a escrever esta porcaria de forma que a fonética da mesma não tenha nada a ver com a escrita? Cade a por#$% do "N" na segunda sílaba??? Ou por que raios será que não falamos apenas "muito" ao invés de "muinto"?? Talvez pelo mesmo motivo que pássaros voam para o sul no inverno, ou que ursos hibernam no inverno, ou até mesmo aquilo que faz com que jovens bêbados quebrem coisas, roubem cones, mesas e cinzeiros de bar e outras coisas que tem absolutamente nenhuma utilidade, ou seja- porque simplesmente é assim e boa. Espero que se houver uma explicação que eu desconheça algum professor de português possa vir aqui me corrigir, mas eu nao acredito que tenha nenhum hiato, ditongo ou outra explicação plausível para este "n" não apareça na palavra escrita.

Enfim, nerdices gramaticais a parte, hoje, no meio da viagem do muito, Conejetti e eu resolvemos que, para começarmos a contar histórias reais de uma maneira um pouco menos pessoal (não que até agora a gente tenha contado nada muito pessoal, mas ainda assim alguns detalhes que poderiam fazer a diferença entre uma história "muinto" engraçada, e apenas mais uma história zonga, sem-graça, ou com apenas uma liçãozinha de moral são omitidos para preservar a privacidade da vida daqueles próximos da gente), começaremos a contar tudo sob a ótica de Rolétson, o suíno, e Márcia Bisteca. Como não poderia deixar de ser, os nomes tinham de combinar com o tema do blog- Mangiare!, do italiano, "comer" (e esta eu imagino que seja mesmo verdade), e portanto porco mais bisteca parecem ser gastronômicos o bastante para preencher estes pré-requisitos.

Analisando de uma outra ótica a origem dos nomes, assim como nos contos bíblicos, em que Adão foi criado primeiro e Eva na sequencia, a partir de uma costela do macho alfa do Éden, Rolétson Suíno foi o a nossa criação número 1, e Márcia Bisteca veio em seguida a partir de uma parte do leitão. Poooouta de uma jornada nas estrelas não!?

No entanto, antes de finalizar a sessão idiotice do dia, me sinto na obrigação de explicar a real origem do nome Mangiare!. Como nossas expressões provindas do idioma italiano são, obviamente, totalmente inventadas, equivocadas e sem a menor pretensão de ter algum sentido, mangiare seria mais uma maneira de falar "eu sei". Por exemplo- "Meu Deus, temos um italiano aqui falando um monte de coisas que ninguém entende! Quem cace#$% fala italiano aqui???"- e a resposta vem como num alívio para todos- "Ma che, io mangiare tutti di italianni!" (tradução simultânea- mas que, que, que o que, eu manjo tudo de italiano!). Intenditti? Ou melhor, deveria dizer, Mangiare?

Tutti buonna genti, sere esto por oggi. Stoi cansatti i voglio dormire!

Révi a gúdi naiti dier r-riders!

Abracile!

domingo, 18 de abril de 2010

Escolli di la vitta!

Domingo, dez da noite. Acabei de ligar a TV e ouvir aquela famosa musiquinha do Fantástico, o que me fez lembrar que amanhã começa mais uma semana de trabalho (esta com um break no meio, ainda bem!). Realmente, acho que pior do que a segunda-feira de manhã, dia em que estamos todos baleados devido aos excessos do final-de-semana, o domingo a noite é a hora mais depressiva da semana. Pensamos sempre em coisas pouco agradáveis (acordar cedo, voltar à rotina...), e isto por si só já faz com que o nível de ânimos não seja dos mais altos.

Aliás, antes de continuar com o assunto "depressão dominical", gostaria de abrir um parênteses para evidenciar a presença da nossa segunda seguidora- Ju, aaaa Abdouch (!!), grande amiga (inclusive para se mostrar uma seguidora deste espaço de idiotices, só sendo muito amiga mesmo) e companheira dos momentos bons e ruins. Inclusive, acho que a minha tática do Mangiare! de se mostrar um blog bem visitado tem funcionado; 150 refreshes depois e mais algumas visitas de grandes admiradores de postagens sem pé nem cabeça, já temos o notável número de 190 visitas no blog. Incredibile!

Voltando então para o foco da noite, que desta vez não tem a ver com ócio criativo (mas que foi pensado em momentos como este), começamos amanhã mais uma semana. A volta da rotina é algo que não agrada a maioria dos trabalhadores/estudantes/desocupados (ou admiradores do ócio criativo constante)/aposentados e ocupantes de outras funções na sociedade, inclusive eu mesmo já disse ser um "detestador" da repetição de fatos. Como gostar de saber exatamente o que vou fazer a que horas do dia, por quanto tempo...

Bom, o papo "rotina" já foi postado aqui neste espaço anteriormente, mas garanto que só estou falando sobre isso para chegar na minha "viagem do dia". O que quero dizer, na verdade, é que extrapolando a rotina para um universo de tempo maior, diria alguns anos (para manter o assunto mais próximo de todos nós, até porque não quero falar de eras glaciais, dinossauros, ciclos da vida, dromedários mancos devoradores de lichias selvagens...), começamos a perceber que a vida em si é uma rotina que se repete várias vezes. Como se fosse um filme de apenas alguns anos que tem seu roteiro adaptado constantemente para se encaixar nas diferentes realidades pelas quais passamos ao longo de nossa existência.

Simplificando toda a prolixia do último parágrafo, o que quero dizer é que a vida se repete constantemente, e durante ela vemos um mesmo filme sendo passado diante de nossos olhos diversas vezes. Algumas vezes com menos semelhanças, outras com mais, e em outras o filme é EXATAMENTE o mesmo, inclusive com os mesmos personagens. De novo, seria isto mais uma ironia da vida, ou um teste para ver o quanto aprendemos? Talvez os dois, contudo, o importante é evoluirmos em cada uma das situações e tentarmos mudar o filme em cada vez que ele passa de novo.

Trazendo para exemplos mais reais, já fomos "o cara novo" na escola, depois na faculdade, no trabalho...tivemos nossas festas em cada uma destas fases também, além dos amigos, namoradas, entre todas as outras coisas. Conforme a vida passa, portanto (não que a minha tenha passado tanto assim. Sou bem novo ainda e ainda vou ver meus "filmes" passarem na minha frente diversas vezes), apuramos o nosso senso de previsibilidade e antecipamos ações que em outras oportunidades demoramos demais para tomar ou não tomamos. Como quando ainda ocupávamos as carteiras do ensino fundamental, às vésperas de uma prova importante abandonávamos os estudos para jogar futebol e pegávamos uma recuperação que nos fazia estudar muito mais depois, hoje não enchemos a cara no dia anterior da entrega de um projeto importante (pelo menos não é o normal). Fazemos isto porque já vivemos coisas em menor escala que nos fizeram aprender que temos de ter o mínimo do senso de responsabilidade.

Bom, este foi apenas um de milhões de exemplos que poderíamos dar. Poderia falar também que hoje não enfio Skittles, M&M's ou qualquer outro quitute de pequeno porte no nariz, porque quando pequeno vi esse filme e aprendi que comida é feita pra comer, e não dá pra comer pelo nariz. Ou que tomada é pra colocar qualquer apetrecho elétrico, e não chave de fenda, dedo...

Enfim, sem mais rodeios, aquela histórinha de "escola da vida" que os mais velhos gostam de falar para nós (mais jovens) é muito mais presente no dia-a-dia do que imaginamos. Talvez por isto a vida fique se repetindo tantas vezes- como uma lição bem-aprendida na escola, faculdade, pós-graduação etc., a repetição leva à perfeição, o que, no caso, seria a maestria em lidar com as diversas situações que nos ocorrem. Obviamente, algumas pessoas não possuem o discernimento para se aproveitarem disto e consruírem conhecimento, mas a oportunidade está lá para todos nós.

Por isto mesmo, o papo do "bom senso", comentado aqui alguns dias atrás, faz tanto sentido; vivendo mais e mais coisas diferentes conseguimos ver nossos "filmes" sendo repetidos em mais situações, e conseguimos nos educar e adaptar a cada uma delas. "Vivendo e aprendendo", portanto, pode ser a maior verdade da vida de todos nós. Compartilhar estas experiências e conclusões, a maior contribuição que podemos dar.

De qualquer maneira, "viagem do dia" passada, una buona semanni para tutti!! Neymar, Robinho e cia., pelo amor dos torcedores de todos os outros times do Brasil que não o Santos: fujam pra Europa, parem de azucrinar o futebol brasileiro!! E se possível, quebrem tudo na copa (Neymar tá merecendo ir....campanha "Chama Dunga!"podia ser lançada pra isso...ahaha).

Mas é isto. Ciao cheritti amiggi!

Abracile!

sábado, 17 de abril de 2010

Suplementti di Occio Criattivi

Pois é... como é sábado, não quero me atrever a grandes pensamentos e reflexões mirabolantes... Em primeiro lugar, temos que comemorar! Afinal, em menos de uma semana de Mangiare! já recebemos mais de 150 visitas... (ok ok, eu sei... 70 de santtini, 70 minhas, e outras 10 de perdidos de plantão) mas mesmo assim, diria que é algo sensacional!

Indo para algo de construtivo, não vou ser prepotente ao ponto de dizer que irei complementar a ideia de ócio criativo de Santtini, pois a julgo bastante direta, concreta e firmada, e inclusive vão ao encontro das minhas ideias! Mas sim, irei suplementá-la...

O ócio só é o ócio uma vez que existe a ação! Assim como a luz não seria nada sem a escuridão, assim como o cheio não seria nada sem o vazio, assim como a inteligência não seria nada sem a burrice... Assim também é a regra para o ócio!

Não, o ócio criativo não é indolência, não é preguiça! Preguiça é algo muito depreciativo e julgo ser pior característica de qualquer ser humano. O ócio criativo é aquele momento no qual seus neurônicos, sua memória motora, seu subconsciente, seu Id, Ego e Superego assimilam toda a informação que já tiveram contato, e conversam entre si para tentarem achar a solução ou mesmo uma resposta, para aquele problema. O ócio criativo na verdade é um período em que não estamos sob o efeito da adrenalina, conseqüência da pressão do dia a dia, e podemos pensar nos pontos em questão totalmente sem vieses externos. Diria que o ócio criativo é quase um sono-REM, porém lúcido!
Quem nunca acordou no meio da noite com a resposta para aquele problema que ficaste o dia inteiro matutando...?! Quem nunca ‘’desencanou’’ de tirar aquela escala impossível na guitarra depois de dias tentando, e depois de esquecer-se da obrigação, aquilo saiu naturalmente?! Ou mesmo aquele estalo de um grande negócio e inclusive um nome para ele...!
J. K. Rowlling, escritora da saga Harry Potter e a 2a mulher mais rica do mundo, disse que a história surgiu num momento de ócio enquanto viaja de trem pela Inglaterra... Thomas Edson teve a ideia de que para a lâmpada durar mais, o vácuo era necessário, em um momento de descontração... enfim, os exemplos estão a toda a volta! Santtini e Conejetti tiveram a ideia de... bem, deixa pra lá!

Creio que a ação é extremamente necessária, afinal é ela que transforma idéias em práticas, em serviços, em produtos, em inovação e agrega valor. No mundo corporativo com certeza temos que ter esse caráter de tocar processos (sim, aqueles serviços que a gente se pergunta TODA vez, ‘’eu realmente preciso de uma graduação em uma faculdade de ponta pra isso?!’’), mas também temos que ter o trabalho inovativo, quando valor é gerado e agregado. E creio que as empresas mais tradicionais deveriam começar a tomar como exemplo o boom do mundo web e e-commerce, e dar mais valor ao ócio criativo e ao ambiente despojado e light.

E questo modo, mi addio di mis amiggis lettori in ma un post fantasticcille!
Abraccilli, i buon Finale de Settimana, sin ninguna rottini!

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Mangiare!= Óccio Criattivi!?

Pessuali leittori d'il Mangiare!. Antes di ma nadie, io voglio agradezere por tutti la visitti chi fizeran. Chegamos à incribile marca di cen visitti oggi (45 minhas, 40 do Conejetti e mais uma galera que deve ter caído aqui por acaso). Ma che bello! (pqp, poooouta de um italianno!!!)

Pulando a introduzioni imbeccile que eu acabei de fazer, vou deixar todos os tradicionais rodeios de lado e ir direto ao assunto que meu sócio de redação deixou pairando no ar. Mas afinal, que cacet#$% seria isso de ócio criativo? Seria só mais um termo difícil para tentar camuflar os momentos de vagabundagem de todos nós, e classificá-los como um "momento de criatividade"? Ou seria apenas a junção de palavras que não necessariamente se complementam, mas que talvez façam algum sentido quando na mesma frase (obviamente dependendo do ponto de vista)?

Talvez um pouco das duas coisas. Na verdade, o tema pode ser dito até como contraditório, já que, atualmente, em meio à correria do cotidiano profissional de todos nós, acabamos por nos sentir mal em momentos nos quais não estamos produzindo absolutamente nada, e por este mesmo motivo julgamos aqueles que estão em estado ocioso como sendo vagabundos, desleixados, sem-vontade, largados, irresponsáveis e desocupados.

Já diria minha avó que "cabeça vazia é a casa do demônio". Então, na verdade, se juntarmos o que foi dito no parágrafo anterior com este dito popular, poderíamos dizer que o tal "ócio criativo" é um "ócio demoníaco", ou que momentos criativos são demoníacos, ou que....não! Viajatti tottali!! Para aqueles que acham que as "horas de desocupação" são tempo perdido, me ponho em uma posição de defesa desta, e digo que, não fosse o ócio, a mente não teria tempo para "pensar fora da caixa", e, por consequencia, não veríamos inovações aparecerem com tanta frequencia.

Defendo este pensamento pois, assim como qualquer jovem rapaz (sem citar todas as outras características, até porque modéstia é a regra número um do blog), tenho minhas horas se ócio, e são nelas que tenho minhas melhores idéias (lembrando que melhor= adjetivo comparativo, portanto não quer dizer que as idéias sejam ótimas, apenas melhores do que as outras que eu tenho normalmente).

Inclusive, a idéia de fazer este blog (ok, talvez este não seja o melhor exemplo) surgiu de momentos de ócio no trabalho, nos quais eu e Conejetti conversávamos sobre os mais diversos assuntos, e então, como já dito em posts anteriores, achamos que era válido compartilhar nossas idéias mirabolantes com um universo de pensadores maiores do que somente ele e eu.

Ponto a ser defendido, portanto, é que precisamos de momentos ociosos para podermos desenvolver nossas idéias, conceitos e, porque não os nossos valores. Diria então que a ociosidade é como um "check-point" dentro do nosso desenvolvimento pessoal; enquanto a vida se desenvolve e acontece, vamos agregando informações em nossos complexos cérebros (os seus, porque o meu se resume somente aos já famosos Tico e Teco). A partir daí, precisamos parar em algum momento para organizar tudo isto e tirarmos nossas conclusões.

Trazendo todas estas idéias para uma realidade um pouco mais próxima, acho que, no final das contas, a criação do Mangiare! é um pouco mais do que apenas o fruto de um momento de ócio criativo, já que, lendo um pouco do que já foi escrito aqui, pode-se perceber que tudo o que é postado provém de momentos de ócio e reflexão do nosso (Conejetti e eu) cotidiano (os quais ultimamente têm sido constantes, mas isto não vem ao caso), fazendo dele o nosso "canto do ócio criativo".

Enfim, indo um pouco mais a fundo no assunto, parece mesmo que o "bom senso" descrito pelo conejo e o ócio criaivo estão diretamente relacionados, uma vez que talvez um não exista sem o outro. Ironia pensar que nos desenvolvemos quando não estamos fazendo absolutamente nada? Talvez, mas como já dissemos antes, estas ironias fazem parte da vida e talvez isto seja apenas mais uma delas. Não preciso dizer que tais momentos devem ser ponderados, até porque se ficarmos em ócio constante não teremos sobre o que pensar nestes momentos. Cabe aí de novo o bom senso para melhor aproveitá-los.

Bom, mas acho que chega de ócio por hoje! O fim-de-semana me aguarda com mais experiências fora-da-rotina para serem vividas, pensadas e compartilhadas nas próximas "horas de desocupação" que me ocorrerem.

Buono finali di semanni para tutti (de novo, já tinha falado isto ontem mas não me contive)!

Abracile!

p.s: tinha começado este post ontem a noite comemorando a 100ª visita ao blog, mas acho q o comentário ficou um pouco defasado...grazie a tutti il visitantti!!

Buon Sensi

Olha… acho que pra menos de uma semana de escritas, divagações e pensamentos, o Philetto, carinhosamente chamado de Mangiaaare!, está surgindo como uma bela válvula de escape para pensamentos que, curiosamente, nem sempre são tolos! Tolices somente os completam e os deixam mais divertidos! Mas no âmago de cada post, cada pensamento, tenho enxergado verdades e respostas de muitas coisas...! E tem me saído um belo de um guia para la felicitatti! Que beleza...!!
Inclusive tenho enxergado que é impressionante a frequência em que escrevemos posts sonolentos ou ligeiramente embriagados... Enfim, não vem a caso...! Bom, se eu tenho uma mínima noção de interpretação, creio que o ‘’gancho’’ deixado pelo meu exímio amigo Santtini, é sobre o Bom Senso... E aqui vamos nós!

Bom senso... Bom senso! Bom senso?!
Será simplesmente a arte de discernir entre o certo e o errado? Caso fosse, pessoas com bom senso se dariam muito bem em provas múltipla escolha e seriam ótimos exemplos de caráter... Então, como pessoas são mais complexas e multifacetadas que isso, chegamos a conclusão que não é a distinção entre certo ou errado! Ou pelo menos não engloba somente isso...
Então, não há um bom senso geral, será que há um bom senso para cada tópico e cada assunto? Um bom senso humanitário seria saber que não é certo pichar um mendigo... ou ainda seria saber que não é certo esconder dinheiro do contribuinte na cueca... ou seria ainda saber que mesmo tendo um histórico político, as pessoas não podem ser impunes e ter imunidade política...
Ou ainda o bom senso moral... que seria não trair, não roubar, não matar... Será que quando Moisés apresentou os Dez Mandamentos, ele na verdade quis dizer os Dez Bom Sensos e isso acabou sendo um fatídico erro de tradução histórica? E de tão chateado com tal má interpretação, quebrara a pedra mandatório?!

Enfim, creio que o Bom Senso engloba tudo isso! E ao mesmo tempo nada disso.. Engloba o macro, o bom senso é algo geral, mas o bom senso também é algo micro... Em outras palavras, Bom Senso não é algo inato! Não é algo genético... Mas sim algo que você adquiri. E assim como o caráter, integridade, honestidade e conhecimento, ele é conseguido através de exemplos e aprendizado... Tá aí, aprendizado!
Quer dizer então que, na verdade, bom senso é saber! Sim, é! Bom senso é ter cultura geral? Sim, é! Bom senso então é ter sabedoria do que acontece ao seu redor e saber se portar diante dela? Sim, é!

Criem bom senso! Ele vai ajudá-los desde a tratar os outros como semelhantes, até a ter sucesso no seu novo empreendimento e no mundo corporativo...! E não há jeito melhor de aprender, do que a singela observação! Assim como os babuínos observam seus semelhantes pegando cupim com uma vareta, e eles imitam, assim as crianças imitam os exemplos dos seus ‘’superiores’’, estes sendo seus pais e ídolos... Então, cuidado, todos temos responsabilidades! Lembrem-se que do mesmo jeito em que observamos, também somos observados, também somos ‘’formadores do bom senso!’’!

Bom senso, então, é algo que se aprende vivendo, observando, pensando, mas, o principal... Viajando! Levante a bunda da cadeira e vá até a Argentina.. vai ver o que tem lá!! Vá até a Patagônia, juro que é bonito e você não vai se arrepender...! Vá para a tão aclamada ITÁÁÁLIA e ver se a Torre de Pisa é torta mesmo... Ou pular de Bungee na Nova Zelândia...
No money?! No time?! Vá para Aparecidinha, Sousas, Joaquim Egídio, ou um bairro distante... mas vá com olhos de turista! Com a mente aberta para oportunidades e aprendizado!!
Ou seja, o bom senso é praticamente a antônimo da arrogância...
Criem Bom Senso!

Ps.: Bom senso não é postar num blog num horário de trabalho... desculpem! Ando cultivando, e muito, uma nova vertente que acredito ser o futuro da inovação, o ócio criativo!! Preciso dizer que isto é um gancho?! Hahaha!
Um abraço,

Felicitazionni colettivi

Ma che bella concluzionni sobri la felicittá! Agora acho que já podemos atribuir duas características marcantes ao Mangiare!; 1-praticamente um Guia Michelin para a felicidade e, 2-Italian for dummies (ou Italianno para idiotti, já "traduzindo" para nosso idioma nativo*).

*OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Lembro que, obviamente, qualquer frase dita, tradução feita ou expressão utilizada provinda do antigo idioma romano que tenha qualquer (notem que o "qualquer" está em negrito, sublinhado, grifado em verde-limão-fosfluorescente e içado ao lombo de um Mastodonte para que fique bem evidente) verossimilhança é mera coincidência. Acho que também não precisa ser nenhum Einstein, Conejetti ou Santtini (genius, geeeeniuuuus, geeeeeniuuuuuus- com ênfase na modéstia dos dois últimos) para chegar à esta conclusão.

Passados meus comentários sobre o último post, mais uma bela de uma observação sobre o conteúdo do Mangiare! (que em algum post em breve explicarei o porque de ser deste nome), entendo que deveria colocar alguma informação mais útil, alguma reflexão para eventuais leitores das imensuráveis idiotices e verdades aqui exibidas. No entanto, ontem a noite meus prezados Tico e Teco (a dupla dinâmica de neurônios Santtísticos) foram afogados em um tanque de etanol e ainda estão se recuperando do trauma, o que impossibilta o portador dos mesmos (eu, idiota) de confeccionar pensamentos/ idéias mais profundas, até porque os meninos realmente estão no fundo do poço (ou do tanque em que caíram).

De qualquer maneira, aproveitando o gancho deixado pelas profundas definições postadas pelo meu sócio neste espaço (geeeniuuuus!!), acredito que a tal "dupla dinâmica" de células pensantes que habitam meu semi-vácuo craniano deve estar em estado de êxtase; Não tem expectativa nenhuma de melhora (até porque não tem a menor idéia do que está acontecendo), não almejam o carro do ano e nem têm objetivos e metas a serem alcançados. Ao mesmo tempo, devem estar tão alegres quanto o Barney (aquele dinossauro mongo, roxo de língua verde que não sei porque faz tanto sucesso com as crianças), o que as posiciona no ápice da escala de felicidade em questão. Praticamente o Homer Simpson (que, convenhamos, é um poooouta de um nego feliz).

Tentando, então, me manter focado no tema principal deste post, não tenho muito a acrescentar sobre as reflexões do Conejetti. A única coisa que posso dizer é que me considero uma pessoa feliz dentro da própria definição feita ontem, uma vez que, por levar como lema o já citado "deixa a vida me levar" não cultivo grandes expectativas quanto à quase nada. Não acho que vou me tornar Presidente do Brasil, nem que o Dunga vai me chamar para a seleção (mas acharia TOP se ele levasse o Neymar, apesar de ele ter participação direta na derrota do meu time no último domingo), muito menos que a Kate Beckinsale vai aparecer na porta da minha casa me pedindo em casamento ou que o Mangiare! um dia vá ser leitura diária do Obama (até porque, até onde eu sei, ele não entende português). Ao mesmo tempo, sou daqueles que se diverte com pouco e ri de (quase) qualquer coisa (em pouco tempo de blog já vivi situações que me deixaram bastante indcomodado), o que, no final resulta em uma situação espiritual muito bem resolvida.

Contudo, contrariando um pouco o que vem sido defendido como "fórmula" para a felicidade (não existe fórmula, já dissemos isto 1.354.872 vezes), acho que não apenas devemos estar felizes com nós mesmos, mas as pessoas ao nosso redor tem de compartilhar desta mesma felicidade. Impossível passar isto por osmose, convecção, transfusão, atrito ou até mesmo por vias telepáticas, ainda assim, a energia de uma pessoa feliz acaba sendo passada para aqueles à sua volta e, com alguns pequenos gestos e palavras, talvez possamos melhorar muito os dias cinzentos de muita gente.

Pelo amor dos meus queridos olhos, não estou dizendo para vestirmos uma batina e sairmos falando um monte de coisas escritas na época em que animais em casa eram sinônimo de comida, num galpão cheio de gente nos horários mais propícios para a melhor das práticas do sono, mas, sim, para não "cobrar" para distribuir um "bom-dia" para todos aqueles que fazem parte do nosso cotidiano (e para eventuais "intrusos" também), nem assassinar seu colega de trabalho quando o mesmo te entrega aquele trabalho, digamos, um pouco aquém do que o mínimo necessário para que você possa continuá-lo e, muito menos, agraciar pessoas desconhecidas com elogios às suas queridas mães nas horas de escassez de paciência.

Enfim, resumindo toda a "jornada nas estrelas" (viagem era uns 4 parágrafos atrás) feita aqui, para sermos felizes, temos também que contribuir para a felicidade alheia, com coisas que também nos fazem sentir felicidade. Obviamente há a questão do bom-senso que tem que ser aplicada nestas situações, afinal, nem sempre o que é bom para um é para o outro, contudo vou deixar o este assunto para uma outra discussão (conejetti, sinta-se à vontade para aproveitar o gancho).

Buono finali di semanni para tutti.

Abracile!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

La felicitutti Buona Genti!

Santtini, belo de um post!

Diria que foi um desabafo com muita classe... mesmo sabendo do que tem se passado, gostei do caráter genérico, pois tal situação poderemos extrapolar pra diversas outras do nosso dia-a-dia!

Mas gostaria de aproveitar o gancho do assunto felicidade, e tentar discorrer alguns pensamentos e ideias sobre esta que, talvez, seja a pergunta mais antiga da humanidade!

Antes mesmo de ‘’De onde viemos?!’’, ‘’Onde estamos?!’’, ‘’Por quê o céu é azul?’’, ‘’Onde está o Wally?’’ ou ‘’Pq diabos pararam de fabricar o Cheetos Tubo?!’’, temos a invariável... ‘’O que é felicidade e aonde posso encontrá-la?!’’:

Bom, apesar de ser biólogo, sou um cara bastante matemático, então vamos analisar a seguinte expressão, que comumente é dita como definição de felicidade:

Felicidade = Bons Relacionametos (família + amigos) – Preocupações + risadas + Pensamentos Positivos + Mente Limpa

Mas será que essa é realmente a fórmula mágica e tão buscada por aspirantes de alquimistas em todo o mundo?

Podem me contestar: ‘’Poxa, mas eu tenho um bom relacionamento! Uma namorada fantástica, família sensacional e amigos ímpares! Morro de rir e sempre com muito bom humor! Sou praticamente o Jah no quesito pensamento positivo e tenho um emprego dez que me gera uma bela de uma renda, pouca preocupação e ainda sou extremamente popular! Sem falar que sempre busquei viver com integridade e caráter... E apesar de tudo, algo está faltando! Por que?! O que?!’’

Pois é... algo está faltando! Diria que tendo a vida citada acima, o começo foi bom! Mas a verdade é que damos tanto valor às coisas externas a nós que esquecemos o verdadeiro caminho da felicidade... nós! Tendo em nós o caminho da felicidade, e não em fatores externos, nada poderá nos afetar e nos destrilhar deste caminho!

Deixe-me tentar explicar melhor...

Tendo a felicidade em fatores externos, estamos sujeitos, invariavelmente, a decepções: Nossos relacionamentos mínguam; Família nos chateia; Amigos não atingem expectativas; o emprego cai na rotina; o carro novo já não é mais tão novo com a ralada na porta; a popularidade no fundo é algo vazio, e bens materiais se vão...

Cacet#%, então não sobrou NADA!!

Nada!? Pensem melhor cabeçudos... Sobrou o principal!! EU, VOCÊ!

Em busca da plenitude em fatores externos, esquecemos do nosso interior. E chame como quiser... de alma, espírito, deus... Eu simplesmente chamo de energia!

Em outras palavras, não é desejar mudança, é ser a mudança; não é querer ir, é estar; não é ter, é ser. Ou seja, não é ESTAR feliz, é SER feliz.

Resumindo, o caminho da felicidade (e não para a felicidade) é o caminho do autoconhecimento. É o caminho da ação e reação! Reaja à vida! Reaja aos sinais!! Pare de existir e comece a sentir e, por conseguinte, a viver! Felicidade é sair do estado transitório ESTAR, para o perene e pacífico SER. E parar de almejar mudanças e desejar coisas externas!

Indo para o modelo matemático, agora temos:

Felicidade = Realizações/Desejos

Logo, para aumentar a felicidade, ou você diminui os Desejos, ou aumenta as Realizações. O problema desta última, é que quanto mais você realiza, mais você quer, e nunca entrará no equilíbrio dinâmico da serenidade. Mas então como optar pelo primeiro!? É tão difícil não querer a camiseta Abercrombie... o carro do ano...:

A veradade é que só conseguimos atingir tal objetivo quando trazemos a nossa mente e a nossa atenção para o aqui, para o agora! Deixamos de ansiar por resultados que não mais dependem de nós para trabalharmos no como atingí-los, pois é a única parte que dependem de nós! Na qual realmente é onde podemos buscar as realizações dos desejos... Afinal, resultados são fatores externos! E o COMO, é interno.

É isso, a felicidade são momentos! E se você parar e apreciar todos com serenidade, você vai perceber que não há momentos iguais!

Bom, eu não sou Ghandi, não sou Buda, não sou Jesus, não sou o Obama (apesar de ter bastante melanina – ha- ha- ha...)... Inclusive, eu não sou ninguém! Mas sou um ninguém que pensa nessas coisas, e isto não tem caráter científico ou de convencimento! São simplesmente pensamentos de um cara comum, extremamente sensual (voltamos ao tópico da ironia?!), e um poooouta de um bom partido pra vocês, mulheres (se bem que ultimamente o nosso público leitor baseia-se em três machos: eu, santa e cacá! Talvez quatro com bocones.. haha! To fazendo propaganda em lugar errado...!)

E estou longe de ser o cara mais feliz do mundo... Mas, vale à pena pensar sobre essas coisas e contestar outras já agora, enquanto somos novos...

Enfim! Com izzo io terminni la seccionni di introspeccione de mio io!

Um efuzzivi abraccilli,

Os.: Ah, e claro, um ótimo caminho para chegar à felicidade a longo prazo... é NÃO votar na Dilma Roussef!