terça-feira, 3 de agosto de 2010

Cuore che batte!! (ou Corazonni Vibrantti!)

"Escolha o que faz o seu coração vibrar"

Bravo!

Não bastasse o comentário que fiz no último post de Conejetti, não pude me conter em começar citando uma de suas fantásticas frases do último editorial, e elogiando-o mais uma vez!

Inclusive, como este é meu primeiro post da semana, e eu tinha prometido que daria as boas-vindas aos nossos novos seguidores uma vez a cada sete dias...

...bienvenutta Tulia! É um prazer imenso vê-la figurando entre nossos maiores admiradores (ou poderia dizer, talvez, bondosos amigos)!!

Fechado o parênteses do saudosismo, volto onde queria desde o começo: "Escolha o que faz seu coração vibrar".

E O QUE CATS#$% FAZ MEU CORAÇÃO VIBRAR???

...

Cari leittori, não quero discutir, induzir, argumentar ou escrever um manual sobre o "que faz o seu coração vibrar em 326 passos", e, obviamente (não sou nenhuma espécie de vidente, monge tibetano ou sumidade espírita) nem teria como fazer isso, mas...

...pensei em talvez fazê-los pensar sobre o que cace#$% faz o nosso coração vibrar (genial não!? Até eu mesmo me surpreendo as vezes com....o meu incrível senso de modéstia)!

Não acho que isso seja tão desafiador assim, até porque eu não acredito que ninguém precise pensar para escolher o caminho mais tocante, emocionante e que realmente acelera o ritmo cardíaco, mas sim lembrar das coisas que causam tal sensação.

Quem é que nunca se sentiu tentado em apertar a campainha do vizinho e sair correndo!? Ou nunca ficou ligando dezenas de vezes para aquela paquera da escolinha, e desligou na cara dela quando ouvia o "alô" do outro lado da linha!? Ou até mesmo preferiu pegar recuperação no final do ano no colegial, para matar aula e ir fazer qualquer dessas cagad#$% de adolescente!?

Vivendo mais e mais anos, e lembrando de todas as idiotices que já tentamos fazer (e fizemos!), é fácil perceber que a vida não seria nem um pouco divertida caso tivéssemos decidido fazer tudo de acordo com o manual, com a razão e coerência que nossos pais gostariam que tivéssemos tido nestes momentos decisivos. Escolhendo o "errado", muitas vezes fizemos a vida valer muito mais do que se tivéssemos optado pelo "correto". E afinal, será que não podemos dizer o contrário?

Enfim, espero que este post tenha sido minimamente útil para iluminar as mentes de tutti il cari leittori em direção às escolhas certas (que nem sempre são as sensatas!). Emocionem-se, errem (ou acertem, depende do ponto de vista) e, finalmente, vivam! A vida pode se tornar apaixonante àqueles mais corajosos, e não tão racionais assim!

Viaggio non sense feitti, agora me vou.

Abracilee

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