Buooona notte cari leittori!
Que beleccile, bravo, belissimo! Mas que cat#$% me inspira tanta alegria hoje!? Bom, devo dizer que acabei de chegar em casa, apos um belíssimo dia de trabalho e nada melhor do que vir dar uma espiada no blog mais sexy di tutti il brasile para relaxar um pouco.
Alias, nao reparem nas falhas de acentuação neste post, pois estou escrevendo por uma nova plataforma e nao descobri ainda como configurar o teclado direito. Coisa de velho nao!?
De velho?? Engracado como sempre que queremos dizer que alguém nao consegue se adaptar a uma nova tecnologia, ou absorver uma quebra de paradigma ela e velha. Falamos ate como se isto fosse um defeito: "esses velhos nao entendem nada mesmo".
Engracado como muitas vezes ouvimos comentários nos quais o interlocutor se exclui da situação, como se fosse um ser superior aquilo; "sou jovem, descolado, antenado, por dentro de tudo que e novidade". Do mesmo jeito que pode ser também o ser mais honesto, simpático, bem-humorado, ponderado, centrado, competente, esperto, inteligente, bonito e atlético...
Pois bem, aqui vai uma novidade para você, criança, adolescente ou jovem adulto que le todo o non sense de Mangiare! nesta bela noite de segunda-feira: Eventualmente nos também ficamos velhos, e, pasmem! Ao olhar no espelho hoje pode ser que vejamos uma ruga aqui e ali que outrora nao tenha nos chamado tanto a atenção...
...do mesmo jeito que podemos nao parecer tao bonitos quanto nossas mamães nos dizem.
Preste mais atenção no seu reflexo! Ele pode ser um tanto diferente daquela imagem que sua imaginação gosta de te mostrar.
Abracile a tutti buona gente di Mangiare!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Il Oblligaccione della Felicità
Buonanotte cari lettore,
Ma che belo! Natal, Reveillon, Verão, Volta às Aulas, Carnaval...!
Quanta festa!
Não dá nem tempo de respirar, é muita felicidade! Muita alegria, muita badalação, muita beleza, muita busca do perfeito!
Pouca tristeza, porém. Pouco sofrimento, no entanto...
Será isso mesmo? Ao menos é o que retratam nossos álbuns em facebook's e afins.
Por que será que nossos álbuns de fotografia simplesmente deixam escapar os momentos de dor? Os momentos de derrota; Os momentos de pura angústia, tristeza, falha e depressão? Será que é por que eles são tão raros que, numa amostragem fotográfica, eles podem ser considerados nulos?!
Creio que não seja esta a explicação.
Ora, convenhamos, quando vemos um álbum de outrem nós simplesmente acreditamos que a vida do outro é perfeita!
Parece que nem dor de barriga aquele indivíduo perfecto sofreu! Poxa, acho, que assim como a Sandy, ela libera seus resíduos sólidos por sublimação, por que não é possível!
Caraca, só viagens fantásticas! Que lugares, que festas, que relacionamento, e como assim essa pessoa nunca está desarrumada?! Caramba, passou pela puberdade sem espinhas, sem um corte de cabelo ridículo, sem aparelho fixo e sem sapatos ortopédicos!
Ah, mas o mindinho deve ser... Opa! Erro meu! Lá está a foto do mindinho! E nem precisou de photoshop, por que aquela foto deve ter sido escolhida entre outras 150 que foram tiradas.
Ok, agora eu estou sendo hipócrita! Afinal, se checarem o meu álbum, não verão nada de diferente. Não há nenhuma foto minha chorando, da minha unha encravada ou de um momento íntimo no trono. Claro, sou bobo?! Vou querer mostrar a minha personalidade sem filtros e fraquez...
Fraquezas?!
Desde quando ser humano é ser fraco?
Talvez os nossos álbuns de fotos deveriam ser mais francos à nossa realidade. Que mostrasse as nossas vitórias, sim, mas também retratasse derrotas, momentos de fraqueza e até intimidades. Que mostrassem aquele "bad hair day" com a mesma importância que mostra o ensaio da bateria da Mangueira.
Nós temos direito à melancolia, momentos de tristeza e luto. Afinal, é daí que brota a alegria de viver. Por ver que o pior você viu, mas do pior você saiu. Essa felicidade enlatada em produtos que prometem serem perenes não é verdadeira, pois ela se vai no primeiro banho de Lua.
Abraccile,
Ma che belo! Natal, Reveillon, Verão, Volta às Aulas, Carnaval...!
Quanta festa!
Não dá nem tempo de respirar, é muita felicidade! Muita alegria, muita badalação, muita beleza, muita busca do perfeito!
Pouca tristeza, porém. Pouco sofrimento, no entanto...
Será isso mesmo? Ao menos é o que retratam nossos álbuns em facebook's e afins.
Por que será que nossos álbuns de fotografia simplesmente deixam escapar os momentos de dor? Os momentos de derrota; Os momentos de pura angústia, tristeza, falha e depressão? Será que é por que eles são tão raros que, numa amostragem fotográfica, eles podem ser considerados nulos?!
Creio que não seja esta a explicação.
Ora, convenhamos, quando vemos um álbum de outrem nós simplesmente acreditamos que a vida do outro é perfeita!
Parece que nem dor de barriga aquele indivíduo perfecto sofreu! Poxa, acho, que assim como a Sandy, ela libera seus resíduos sólidos por sublimação, por que não é possível!
Caraca, só viagens fantásticas! Que lugares, que festas, que relacionamento, e como assim essa pessoa nunca está desarrumada?! Caramba, passou pela puberdade sem espinhas, sem um corte de cabelo ridículo, sem aparelho fixo e sem sapatos ortopédicos!
Ah, mas o mindinho deve ser... Opa! Erro meu! Lá está a foto do mindinho! E nem precisou de photoshop, por que aquela foto deve ter sido escolhida entre outras 150 que foram tiradas.
Ok, agora eu estou sendo hipócrita! Afinal, se checarem o meu álbum, não verão nada de diferente. Não há nenhuma foto minha chorando, da minha unha encravada ou de um momento íntimo no trono. Claro, sou bobo?! Vou querer mostrar a minha personalidade sem filtros e fraquez...
Fraquezas?!
Desde quando ser humano é ser fraco?
Talvez os nossos álbuns de fotos deveriam ser mais francos à nossa realidade. Que mostrasse as nossas vitórias, sim, mas também retratasse derrotas, momentos de fraqueza e até intimidades. Que mostrassem aquele "bad hair day" com a mesma importância que mostra o ensaio da bateria da Mangueira.
Nós temos direito à melancolia, momentos de tristeza e luto. Afinal, é daí que brota a alegria de viver. Por ver que o pior você viu, mas do pior você saiu. Essa felicidade enlatada em produtos que prometem serem perenes não é verdadeira, pois ela se vai no primeiro banho de Lua.
Abraccile,
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Ronaldi Alternativi
- "Ronaldo Lima! Larga logo essa bola e venha estudar!"
E se o nosso Ronaldo (dispensa outras apresentações) tivesse ouvido este comentário de sua mãe?
Talvez Ronaldo não tivesse conseguido muito na vida. Nascido em Bento Ribeiro, bairro muito simples do Rio de Janeiro, suas opções eram ou estudar, ser malandro ou jogar futebol.
Caso tivesse optado por outra sem ser a última, talvez Ronaldo nunca tivesse saído do seu Bairro. Ou talve tivesse. Talvez Ronaldo nunca tivesse conhecido o mundo. Ou talvez tivesse. Talvez nunca tivesse dado a mão para o Presidente do seu país. Ou talvez tivesse. Talvez nunca tivesse conquistado tamanha fama e fortuna. Ou, talvez... Bem, você já entendeu cari lettore!
A verdade, a verdade mesmo, é que nunca saberemos!
Teria sido mais feliz? Talvez sim. Mas talvez não. Também não sabemos! Tudo o que especularmos seria somente um lapso e uma verdade da nossa realidade, formada pela pouca informação e controle que temos sobre as variáveis.
Tudo que sabemos é aonde estamos, que é aqui e agora, e que só estamos aqui e agora pela sucessão de escolhas que fizemos no passado. Em outras palavras, somos frutos das escolhas que fazemos a cada segundo da vida. A pergunta "E se..." é perigosa, você pode ser transportado para uma vã realidade que não existe, logo, é inverossímil. Por que a vida é aqui e agora. Não lá em outrora!
Abraccile,
E se o nosso Ronaldo (dispensa outras apresentações) tivesse ouvido este comentário de sua mãe?
Talvez Ronaldo não tivesse conseguido muito na vida. Nascido em Bento Ribeiro, bairro muito simples do Rio de Janeiro, suas opções eram ou estudar, ser malandro ou jogar futebol.
Caso tivesse optado por outra sem ser a última, talvez Ronaldo nunca tivesse saído do seu Bairro. Ou talve tivesse. Talvez Ronaldo nunca tivesse conhecido o mundo. Ou talvez tivesse. Talvez nunca tivesse dado a mão para o Presidente do seu país. Ou talvez tivesse. Talvez nunca tivesse conquistado tamanha fama e fortuna. Ou, talvez... Bem, você já entendeu cari lettore!
A verdade, a verdade mesmo, é que nunca saberemos!
Teria sido mais feliz? Talvez sim. Mas talvez não. Também não sabemos! Tudo o que especularmos seria somente um lapso e uma verdade da nossa realidade, formada pela pouca informação e controle que temos sobre as variáveis.
Tudo que sabemos é aonde estamos, que é aqui e agora, e que só estamos aqui e agora pela sucessão de escolhas que fizemos no passado. Em outras palavras, somos frutos das escolhas que fazemos a cada segundo da vida. A pergunta "E se..." é perigosa, você pode ser transportado para uma vã realidade que não existe, logo, é inverossímil. Por que a vida é aqui e agora. Não lá em outrora!
Abraccile,
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Ciao, molto piacere! Io sono Ronaldo!
E o espetáculo começou!
Para a introdução da história, um campo de terra batida, traves capengas com as bases enferrujadas, garotos correndo atrás de uma bola na mais perfeita definição de uma "pelada". Sonho de muitos e destino de poucos, o esporte mais popular do globo demanda talento para ser seguido como carreira. "Cacetada, olha que golaço!! Quem é este garoto??".
Ato 1- "Oi! Eu?? Hã!? Ah, tudo bem? Me chamo Ronaldo".
Destes campos batidos, aqueles que nascem com alguma aptidão natural seguem para pequenos clubes para tentar a sorte. De lá, talvez sigam para a liga profissional, quem sabe!? "Artilheiro do Brasileiro?? Quem é este cara??"
Ato 2- "Ah...é aquele Ronaldo, do Cruzeiro..."
Garoto franzino, dentucinho, mas, meu Deus! Como era rápido! Habilidoso? Como poucos que já haviam sido vistos... Era inacreditável assistir à conciliação de tamanha potência com aquela maestria ímpar no toque da redonda! Gols?? Não apenas muitos, eram também um colírio para os olhos dos fãs do esporte. Encantava multidões por onde passava, era aplaudido de pé até pelas torcidas rivais..."Ma che, chi è questo ragazzo??"
Ato 3- "Oi, tudo bem? Sou Ronaldo Fenômeno!"
Sua ascensão foi meteórica. E seria redundante contar sua história aqui. Lesões? Sim, muitas! Mas acima de tudo: Superação! Mais do que um jogador, foi um guerreiro que não se deu por vencido mesmo quando o mundo achou que ele estava acabado. "Meu amigo, mas quem é este cara??"
Ato 4- "Muito prazer! Sou Ronaldo!"
Hoje aposentado, com um currículo de fazer inveja a muitos mitos do esporte, ele é apenas Ronaldo! Dispensa sobrenome, referências, fotos ou uma descrição de seus feitos para ser lembrado. A legítima personificação do herói para a "pátria de chuteiras". "E o que vem agora??"
"Fechem as cortinas, o espetáculo acabou!"
Agora é, apenas, Ronaldo!
Uma singela homenagem do Mangiare! para um dos maiores craques da história do futebol. Valeu Ronaldo!
Abracile
Para a introdução da história, um campo de terra batida, traves capengas com as bases enferrujadas, garotos correndo atrás de uma bola na mais perfeita definição de uma "pelada". Sonho de muitos e destino de poucos, o esporte mais popular do globo demanda talento para ser seguido como carreira. "Cacetada, olha que golaço!! Quem é este garoto??".
Ato 1- "Oi! Eu?? Hã!? Ah, tudo bem? Me chamo Ronaldo".
Destes campos batidos, aqueles que nascem com alguma aptidão natural seguem para pequenos clubes para tentar a sorte. De lá, talvez sigam para a liga profissional, quem sabe!? "Artilheiro do Brasileiro?? Quem é este cara??"
Ato 2- "Ah...é aquele Ronaldo, do Cruzeiro..."
Garoto franzino, dentucinho, mas, meu Deus! Como era rápido! Habilidoso? Como poucos que já haviam sido vistos... Era inacreditável assistir à conciliação de tamanha potência com aquela maestria ímpar no toque da redonda! Gols?? Não apenas muitos, eram também um colírio para os olhos dos fãs do esporte. Encantava multidões por onde passava, era aplaudido de pé até pelas torcidas rivais..."Ma che, chi è questo ragazzo??"
Ato 3- "Oi, tudo bem? Sou Ronaldo Fenômeno!"
Sua ascensão foi meteórica. E seria redundante contar sua história aqui. Lesões? Sim, muitas! Mas acima de tudo: Superação! Mais do que um jogador, foi um guerreiro que não se deu por vencido mesmo quando o mundo achou que ele estava acabado. "Meu amigo, mas quem é este cara??"
Ato 4- "Muito prazer! Sou Ronaldo!"
Hoje aposentado, com um currículo de fazer inveja a muitos mitos do esporte, ele é apenas Ronaldo! Dispensa sobrenome, referências, fotos ou uma descrição de seus feitos para ser lembrado. A legítima personificação do herói para a "pátria de chuteiras". "E o que vem agora??"
"Fechem as cortinas, o espetáculo acabou!"
Agora é, apenas, Ronaldo!
Uma singela homenagem do Mangiare! para um dos maiores craques da história do futebol. Valeu Ronaldo!
Abracile
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Insights di Mangiare!
Discutindo os posts passados sobre o Detalhe, e sobre a atitude de um verdadeiro campeão, cheguei a alguns insights Mangiarísticos!:
Creio que um datalhe deixa de ser um detalhe, e passa a ser um componente decisivo, a partir do momento em que este não é mais um ornamento, não é mais descartável e despercebido.
Quando você percebe que o detalhe não foi simplesmente devido a uma sorte momentânea, mas sim fruto de duras horas de treino, meditação, pensamento e investimento. Talvez até tenha sido percebido por causa de um acaso, mas o mérito foi percebê-lo.
Ou você acha que aquele alecrim na macarronada da nonna é simplesmente um adendo?! Sem aquilo, a macarronada da nonna simplesmente iria virar uma trivial e sem graça macarronada que qualquer brasileiro que nunca falou Mangiare! poderia ter feito! Saiba que aquele alecrim foi um "insight" tido, provavelmente pela sua 'bisnonna' (Bisavó?!) lááá na Toscana, quando ela percebeu que isto iria transformar um prato corriqueiro em uma explosão de sabores.
É verdade, talvez ela simplesmente tenha deixado aquela bela almôndega do molho a bolonhesa cair em sua horta enquanto cantarolava "CON TE, PARTIRO!", quando recebeu um pepino na cabeça de seu vizinho estupefato, Capri, e uma mera lavagem não foi suficiente para tirar o componente extra que agora se incorporara a receita.
Mas ei, isso não foi o acaso?! Foi, com certeza! Mas o grande mérito é a percepção de que aquele detalhe ocasionado pelo acaso (Pepino di Capri) na verdade poderia ser grande coisa, e você foi lá e investiu, não o descartou e nem jogou a almôndega fora para fazer a mesma macarronada de todo santo Domingo...
Parafraseando meu Amicco di Blog, esteja atento a tudo ao seu redor! De repente o maior insight da sua vida não passou de um acaso, de um detalhe, e você não estava lá pra ver.
Abraccile!
Creio que um datalhe deixa de ser um detalhe, e passa a ser um componente decisivo, a partir do momento em que este não é mais um ornamento, não é mais descartável e despercebido.
Quando você percebe que o detalhe não foi simplesmente devido a uma sorte momentânea, mas sim fruto de duras horas de treino, meditação, pensamento e investimento. Talvez até tenha sido percebido por causa de um acaso, mas o mérito foi percebê-lo.
Ou você acha que aquele alecrim na macarronada da nonna é simplesmente um adendo?! Sem aquilo, a macarronada da nonna simplesmente iria virar uma trivial e sem graça macarronada que qualquer brasileiro que nunca falou Mangiare! poderia ter feito! Saiba que aquele alecrim foi um "insight" tido, provavelmente pela sua 'bisnonna' (Bisavó?!) lááá na Toscana, quando ela percebeu que isto iria transformar um prato corriqueiro em uma explosão de sabores.
É verdade, talvez ela simplesmente tenha deixado aquela bela almôndega do molho a bolonhesa cair em sua horta enquanto cantarolava "CON TE, PARTIRO!", quando recebeu um pepino na cabeça de seu vizinho estupefato, Capri, e uma mera lavagem não foi suficiente para tirar o componente extra que agora se incorporara a receita.
Mas ei, isso não foi o acaso?! Foi, com certeza! Mas o grande mérito é a percepção de que aquele detalhe ocasionado pelo acaso (Pepino di Capri) na verdade poderia ser grande coisa, e você foi lá e investiu, não o descartou e nem jogou a almôndega fora para fazer a mesma macarronada de todo santo Domingo...
Parafraseando meu Amicco di Blog, esteja atento a tudo ao seu redor! De repente o maior insight da sua vida não passou de um acaso, de um detalhe, e você não estava lá pra ver.
Abraccile!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Il Detaglio Decisivi
Beeeene amiggi di Mangiaaare!
Estava aqui lendo mais um belo post de meu sócio blogueiro, vi os nomes Anderson Silva e Vitor Belfort, e resolvi escrever um pouco da tão falada "luta do século".
Dois dos maiores nomes do MMA (mixed martial arts, como acabou se denominando as antigas "lutas-livre") mundial, ambos brasileiros, se enfrentando para decidir quem poderia emergir como um possível lenda do esporte. Muita provocação, preparação, treinos e estudos destes guerreiros levaram multidões à frente das telinhas para acompanhar o épico embate, e, finalmente, ele aconteceu.
Passados míseros três minutos e meio de luta...PÁ! Um chute certeiro vindo de algum lugar que ninguém, nem quem teve o privilégio de assistir à luta ao vivo viu de onde, e toda a expectativa criada em cima do evento se foi. A partir daquele momento, Vitor era o derrotado e Anderson mantinha-se como o campeão dos pesos-médios do maior campeonato de MMA do planeta...
...Qui bon...
...já diria a senhorinha de aparência pacata, serena, tranquila (e mongolóide) do programa "Pânico na TV".
Obviamente, em uma luta que colocava em jogo o título, alguém tinha de se sagrar campeão!
"Porca madonna Santtini, mas com UM chute o cara ganhou a luta e continuou campeão...aposto que o outro lutador era muito melhor do que ele!"
Pode ser...mas o tal chute o pegou desprevinido, e este detalhe foi crucial na determinação do resultado. Independentemente da habilidade de ambos e de o golpe apresentar um certo grau de dificuldade, ainda assim, o detalhe de ter sido algo surpreendente decidiu a luta...
...e por muitas vezes é assim que muitas situações são resolvidas mesmo.
Preste atenção nos pormenores e, talvez, você consiga perceber o porquê de ter chegado onde está hoje.
Enfinni, por oggi fico por aqui sexy leittori.
Abracilee
Estava aqui lendo mais um belo post de meu sócio blogueiro, vi os nomes Anderson Silva e Vitor Belfort, e resolvi escrever um pouco da tão falada "luta do século".
Dois dos maiores nomes do MMA (mixed martial arts, como acabou se denominando as antigas "lutas-livre") mundial, ambos brasileiros, se enfrentando para decidir quem poderia emergir como um possível lenda do esporte. Muita provocação, preparação, treinos e estudos destes guerreiros levaram multidões à frente das telinhas para acompanhar o épico embate, e, finalmente, ele aconteceu.
Passados míseros três minutos e meio de luta...PÁ! Um chute certeiro vindo de algum lugar que ninguém, nem quem teve o privilégio de assistir à luta ao vivo viu de onde, e toda a expectativa criada em cima do evento se foi. A partir daquele momento, Vitor era o derrotado e Anderson mantinha-se como o campeão dos pesos-médios do maior campeonato de MMA do planeta...
...Qui bon...
...já diria a senhorinha de aparência pacata, serena, tranquila (e mongolóide) do programa "Pânico na TV".
Obviamente, em uma luta que colocava em jogo o título, alguém tinha de se sagrar campeão!
"Porca madonna Santtini, mas com UM chute o cara ganhou a luta e continuou campeão...aposto que o outro lutador era muito melhor do que ele!"
Pode ser...mas o tal chute o pegou desprevinido, e este detalhe foi crucial na determinação do resultado. Independentemente da habilidade de ambos e de o golpe apresentar um certo grau de dificuldade, ainda assim, o detalhe de ter sido algo surpreendente decidiu a luta...
...e por muitas vezes é assim que muitas situações são resolvidas mesmo.
Preste atenção nos pormenores e, talvez, você consiga perceber o porquê de ter chegado onde está hoje.
Enfinni, por oggi fico por aqui sexy leittori.
Abracilee
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Las Adversitutti
Buona noche cari lettore,
Esse post foi inspirado por conversas e experiências recentes, e até um pouco por Belfort e Anderson Silva. Mas, principalmente, por uma conversa com pessoas muito mais próximas e queridas.
Que vocês nunca tenham medo de pisarem no acelerador, ou no freio, quando for preciso.
Quando paramos e refletimos sobre isso, entendemos que o forte não é aquele que não se envolve, não se emociona, não grita e não perde as estribeiras.
O forte, porém, é aquele que, na frente das adversidades, pode sim sentir medo! Pode sim chorar e pedir ajuda; Pode sim gritar e perder a razão e, inclusive, pode sim perder! Entretanto, no nascer do novo dia, o forte está diferente. Ele já não é a mesma pessoa de ontem. O forte enfrentou, se abalou e sofreu, mas aprendeu e saiu intacto do poço de dúvidas no qual caiu.
O forte é aquel eque hoje é capaz de olhar para o ontem e entender que os problemas de outrora foram resolvidos, e hoje não passam de afazeres na rotina.
O novo assusta, o novo dá muito medo, o novo pode ser bom ou ruim, só depende de irmos lá e descobrimos do que se trata! Por que quer saber?! Não tem nada a ver com esperança ou espiritualidade, mas é que tudo dá certo no final mesmo! Temos que acreditar nisso, por que invariavelmente é isso o que acontece. Como um Inglês que sempre sai com seu guarda-chuva, devemos nos preparar para o pior. Mas do que adianta levar este se ele está no Atacama?! O pior raramente acontece. E, se acontecer, essa experiência irá lhe agregar algo. Mas como?
Na pior das hipóteses, essa experiência nos tornou um ser mais consciente, e isso já seria o suficiente. Mas mais do que isso, essa experiência nos tornou um filho melhor, um namorado melhor, um amigo melhor, um pai melhor, um ser humano melhor.
Sim, aquela pessoa que todos nós idealizamos para nós mesmos! São essas adversidades que nos deixam um pouco mais próximos do esclarecimento próprio e daquela pessoa que sempre desejamos ser, mas que só conseguimos ser no longo prazo.
Isso sim que é um forte ser humano! Aquele que tem muitas dúvidas e medos, mas mesmo assim vive a vida um dia após o outro, pois é o único modo de lidarmos com o tempo e com tudo que dele depende. Ainda não conheci nenhum Dr. Brown com o seu DeLorean...
Abraccile!
Esse post foi inspirado por conversas e experiências recentes, e até um pouco por Belfort e Anderson Silva. Mas, principalmente, por uma conversa com pessoas muito mais próximas e queridas.
Que vocês nunca tenham medo de pisarem no acelerador, ou no freio, quando for preciso.
Quando paramos e refletimos sobre isso, entendemos que o forte não é aquele que não se envolve, não se emociona, não grita e não perde as estribeiras.
O forte, porém, é aquele que, na frente das adversidades, pode sim sentir medo! Pode sim chorar e pedir ajuda; Pode sim gritar e perder a razão e, inclusive, pode sim perder! Entretanto, no nascer do novo dia, o forte está diferente. Ele já não é a mesma pessoa de ontem. O forte enfrentou, se abalou e sofreu, mas aprendeu e saiu intacto do poço de dúvidas no qual caiu.
O forte é aquel eque hoje é capaz de olhar para o ontem e entender que os problemas de outrora foram resolvidos, e hoje não passam de afazeres na rotina.
O novo assusta, o novo dá muito medo, o novo pode ser bom ou ruim, só depende de irmos lá e descobrimos do que se trata! Por que quer saber?! Não tem nada a ver com esperança ou espiritualidade, mas é que tudo dá certo no final mesmo! Temos que acreditar nisso, por que invariavelmente é isso o que acontece. Como um Inglês que sempre sai com seu guarda-chuva, devemos nos preparar para o pior. Mas do que adianta levar este se ele está no Atacama?! O pior raramente acontece. E, se acontecer, essa experiência irá lhe agregar algo. Mas como?
Na pior das hipóteses, essa experiência nos tornou um ser mais consciente, e isso já seria o suficiente. Mas mais do que isso, essa experiência nos tornou um filho melhor, um namorado melhor, um amigo melhor, um pai melhor, um ser humano melhor.
Sim, aquela pessoa que todos nós idealizamos para nós mesmos! São essas adversidades que nos deixam um pouco mais próximos do esclarecimento próprio e daquela pessoa que sempre desejamos ser, mas que só conseguimos ser no longo prazo.
Isso sim que é um forte ser humano! Aquele que tem muitas dúvidas e medos, mas mesmo assim vive a vida um dia após o outro, pois é o único modo de lidarmos com o tempo e com tudo que dele depende. Ainda não conheci nenhum Dr. Brown com o seu DeLorean...
Abraccile!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Bienvenutti al Brasile!
Buooon Giooornooo leittori ma sexy di tutti il mondo!
Che beleccile, che maravilha! O portuliano mais non sense do Brasil volta à atividade depois de algumas semanas polêmicas aqui no Mangiare!.
E, falando em polêmica...mi amiggi, que é que acontece no Egito!?!?! Pelo amor de Alá, Mohammad, Mustafá, Jatobá e qualquer que seja o Deus protetor dos camelos que eles acreditam por aquelas terras.
Inclusive, ultimamente temos visto diversos protestos populares ao redor do mundo. Desde 2007, 5 grandes manifestações chamaram a atenção de todo o mundo a fim de mudar seus governos, políticas, legislações...Que bonito não!?
E eu acho ainda mais bonito assistir ao "Bom Dia Brasil" de manhã e ver os comentários dos apresentadores, do tipo "É fantástico ver a sociedade egípcia brigando por seus direitos, se revoltando contra a ditadura e bibibi, bobobó..."
Que balela!! Bonito é falar isso em rede nacional sobre os problemas sociais e políticos dos outros, mas quando o assunto são os nossos...depende de quem dá mais, certo!?
Paisinho movido a interesse, eleito por um curralzinho eleitoral mequetrefe (como diria meu avô sobre os pogobols, "brinquedinho mequetrefe"), corrupto e dirigido por uma elitezinha sem escrúpulos e princípios! Comovam-se com a mobilização estrangeira, mas, ao menos, chorem a própria desgraça!
Àqueles que se acham habitantes de uma democracia e acham que concentração excessiva de poder é problema dos outros, olhe bem o que acontece por aqui e...surpresa! Seja bem-vindo à República Ditatorial Brasileira...
Grazie pelos comentários recentes.
Abracile!
Che beleccile, che maravilha! O portuliano mais non sense do Brasil volta à atividade depois de algumas semanas polêmicas aqui no Mangiare!.
E, falando em polêmica...mi amiggi, que é que acontece no Egito!?!?! Pelo amor de Alá, Mohammad, Mustafá, Jatobá e qualquer que seja o Deus protetor dos camelos que eles acreditam por aquelas terras.
Inclusive, ultimamente temos visto diversos protestos populares ao redor do mundo. Desde 2007, 5 grandes manifestações chamaram a atenção de todo o mundo a fim de mudar seus governos, políticas, legislações...Que bonito não!?
E eu acho ainda mais bonito assistir ao "Bom Dia Brasil" de manhã e ver os comentários dos apresentadores, do tipo "É fantástico ver a sociedade egípcia brigando por seus direitos, se revoltando contra a ditadura e bibibi, bobobó..."
Que balela!! Bonito é falar isso em rede nacional sobre os problemas sociais e políticos dos outros, mas quando o assunto são os nossos...depende de quem dá mais, certo!?
Paisinho movido a interesse, eleito por um curralzinho eleitoral mequetrefe (como diria meu avô sobre os pogobols, "brinquedinho mequetrefe"), corrupto e dirigido por uma elitezinha sem escrúpulos e princípios! Comovam-se com a mobilização estrangeira, mas, ao menos, chorem a própria desgraça!
Àqueles que se acham habitantes de uma democracia e acham que concentração excessiva de poder é problema dos outros, olhe bem o que acontece por aqui e...surpresa! Seja bem-vindo à República Ditatorial Brasileira...
Grazie pelos comentários recentes.
Abracile!
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