sábado, 22 de janeiro de 2011

Emprezzi x Stato - Ma che il Stato tem a ver??

Buongiorno cari lettore!
Tutto bene?!

Inspirado na última sessão do Manigiare!, estive pensando...
Pensando sobre a política que o nosso país está adotando, e sobre o mal que ele está fazendo ao povo brasileiro.

"Mas como por comida na mesa do povo brasileiro faz mal a ele?!"
Calma lettore! Não disse que por comida na mesa do povo brasileiro faz mal, mas sim em como colocar comida em sua mesa.

"Como dar assistência a quem não tinha faz mal a ele?!"
Calma lettore! Não disse que dar assitência a quem não tem faz mal a ele, mas sim em como fazer isso.


Fazendo uma analogia a uma empresa a qual, mesmo vendo como um modelo que não perdoa às ineficiências, peca neste quesito: Benefícios.

Poxa, quer dizer que dar vale alimentação, convênio médico e vale academia aos funcionários faz mal a ele? Sim, e não!

Não, pois o funcionário tem que ter todas estas últimas sim! Mas sim, em como fazer isso.

É mais ou menos falar o seguinte: "Olha, nós vamos te pagar muito mal! E você não vai ter condições em ter 'regalias' como direito à saúde e alimentação, então, dígno de uma compra no Groupon, nós vamos 'prensetear' vocês 100 funcionários que aderiram ao plano, com este belo benefício! Você terá direito à R$5,50 por dia para comer na Faria Lima em São Paulo! Olha só que beleza! Quantas opções..."

A minha proposta utópica é remunerar de uma meneira que esta pessoa seja apta a ter todas as últimas, mas por conta própria. Não é papel da empresa cuidar da alimentação das pessoas que lá trabalham, nem da sua saúde e nem buscá-lo e deixá-lo em sua residência. É papel da empresa remunerá-lo de acordo que este possa ter tudo isso em sua vida, sem depender de assistencialismo.

Assistencialismo, que nada difere do paternalismo, trata adultos como se fossem adolescentes que só sabem reclamar disso e daquilo. Ao invés de darmos a opção e meios de escolha a ele, nós simplesmente cobramos uma quantia simbólica para ele ter direito àquilo. E, não raramente, ele só reclama. Isso só cria adultos mimados e pueris. Não estou criticando estes, mas sim a mãe, que é culpa dela mimá-los.

Claro que a política assintencialista é um tapa-buraco que nunca vai deixar de existir, pois é uma daquelas culturas que já entrou tanto na nossa sociedade que raramente contestamos. Uma solução, então, seria que cada um cuidasse dos seus benefícios do jeito que quer. Isso ao menos gera responsabilidade, e o adolescente reclamão volta a ser adulto responsável.

Qualquer semelhança com o Estado...

Abraccile!

3 comentários:

  1. Conejones, não tenho como concordar mais com este post. Se eu pudesse reverter o gasto que a empresa que eu trabalho tem com os meus benefícios em um salário maior, faria isto ontem! O problema, no entanto, é que nem todos tem a educação necessária para gerir suas finanças de modo a acomodar o plano de sáude, odontológico e a alimentação no orçamento. No final, se a empresa não der todos os "benefícios", o dinheiro seria destinado a um carro novo, mais pinga e churrasco, entre tantos outros gastos "essenciais". No fundo, mais uma vez, a educação ou, na verdade, a falta dela, é a culpada mais uma vez por esta "coitadice" do povo brasileiro, que se não tem o "pai" ali, reclama que não recebe o suficiente nem pra comer...

    Belo tema conejones! Parabéns mais uma vez!

    Abracile!

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  2. é isso ae...
    tem q acabar com essa situação de comodismo que o assistencialismo gera nos empregados e fazer o pessoal botar a mao na massa e pagar o preço por escolhas erradas.

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  3. Em primeiro lugar, obrigado Santtini! Concordo com você sobre a educação, como já discutido entre nós, estamos onde estamos por causa dela (ou a falta dela, no caso). Esse é o problema da nossa geração, pessoas estão tendo poder aquisitivo para tudo, mas sem educação para usá-la. Ninguém mais do que eu (talvez a família Klein...) é tão a favor do aumento de renda da população, mas que nós vamos sofrer com essa transição até todos forem educados, isso vamos.
    Desde torrar dinheiro a carro novo até ter de ouvir a conversa no celular no viva voz de alguém ou, ainda, ouvir música alheia num toca mp3. Enfim..

    E André, (inclusive, que belo nome! já temos 3 aqui! haha!), concordo também com o que você disse sobre comodismo, e estes devem sim pagar pelas escolhas erradas.
    Nós deveríamos valorizar o erro, ele é sempre o melhor caminho pra educação, quando esta é tão carente quanto na nossa terra.

    Abraccile signori!!!

    ps.: André, valeu novamente! Vc tem escrito bastante aqui cara, bem legal! Um abraço!!

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