segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Amoooore- il finale di la trilogia di Mangiaaare!

"O jogo é dramáááático" já diria ele, Gavião, ooo Bueno, em seus incansáveis e chatíssimos comentários esportivos.

E que jogo cari leittori! Bola rolada pra cá, deixada de lá, aquela famosa "cozinhada" no meio-de-campo. Gol que é bom só aos 48min do segundo tempo, SE, e somente se, uma das partes ceder e resolver deixar o jogo andar.

Obviamente, apesar do paralelo ridículo com uma partida futebolística mais truncada que Piraporinha vs. Uberabense, o jogo a que estou me referindo não tem nada a ver com futebol. Na verdade, o futebol até é uma das constantes batalhas a serem travadas nesta guerra, mas, amiggi sensuali di Mangiare!, apesar de já achar ter falado muito sobre o tal amore, hoje finalizo o assunto com algumas últimas teorias non sense.

Ouvindo os comentários de uma amiga outro dia, a qual estava inconformada com a minha opinião dos relacionamentos estarem fadados ao insucesso, e de, atualmente, ela não ter ninguém que queira tirar 527 finas para vê-la, fiz uma explicação simples do que penso sobre o assunto:

#1- Sim! Relacionamentos estão fadados ao insucesso. Se considerarmos as estatísticas, nos envolvemos com dezenas de pessoas durante nossas vidas e, no final, acabamos nos casando com apenas uma (ou duas, três...este mundo moderno permite vários "felizes para sempre"). Portanto, tendo isto em mente, a exceção à regra é aquele relacionamento duradouro que levamos para o resto da vida; a regra: todos os outros terminarão em algum ponto no tempo.

#2- Não se desesperem quando falo que relacionamentos dão errado. Eles deram certo por muito tempo e, durante este período, vivemos, curtimos e amamos tudo o que acontecia. Nos sentimos em alfa por diversas vezes, fora do corpo, assistindo a uma utopia reservada ao universo que só você e sua amada/o enxergam. No entanto, todas estas experiências que foram "eternas enquanto duraram", no final das contas tinham uma só finalidade: nos ensinar quão complexas são estas relações e como temos que nos comportar para fazê-las durar mais do que aqueles seis meses em que estamos cegos e apaixonados (às vezes um pouco mais).

#3- Apesar de acharmos que ela/e era a última/o dos exemplares de seres humanos compatíveis com as nossas loucuras, eles simplesmente gostavam delas por terem se acostumado e percebido que aquilo era o que nos definia como indivíduos, as famosas idiossincrasias. Fiquem tranquilos pois a tal "tampa da sua panela" eventualmente será encontrada e, acredite, será exatamente aquela que você merece.

#4- Nada é por acaso, e nem impossível, portanto, limpe sua cabeça de paradigmas e listagens de características desejáveis para uma/ um possível par; este pode vir nas formas e tipos menos esperadas e ainda assim nos agradar.

#5- Ia falar qualquer coisa sobre o tema fidelidade, mas acho que isto merece um post inteiro, até pela polêmica que minha opinião provavelmente irá criar.

Enfim, esto es tutti cari frequentadori sensuali! Espero ter deixado todos vocês um pouco mais confusos e inquietos quanto ao tema. Aguardo seus comentários.

Abracile

3 comentários:

  1. Bom, depois de hs de discussões por bbm, tá aqui o meu comentário pra continuarmos discordando de td!
    Acreditar em relacionamentos ou não, o fato é que sempre estamos em busca de alguém. Ninguém quer ser uma pessoa sozinha. No fundo todo mundo almeja ter alguém para compartilhar o que aconteceu de legal no dia, para pensar quando deita a cabeça no travesseiro ou então para sorrir sozinho só de pensar no outro.
    Todo solteiro exalta os prós da solteirice, ri da vida que leva, mas no fundo sabe que existe um gap aí a ser preenchido e que relacionamentos superficiais uma hora cansam.
    Não dá para falar que relacionamentos estão fadados ao insucesso, sem atrelar ao amor. E daí por consequência não se deve mais acreditar no amor? Desse jeito você cai no comodismo de não se jogar numa relação pelo simples fato de achar que não vai dar certo mesmo. Cada relacionamento gera repertório. Sem contar que amar gera um excelente estado de espírito! Você não pode se privar disso.
    Por isso acho que você tem que viver cada relacionamento que aparece como se a pessoa fosse a escolhida para o "felizes para sempre". E se der errado, do chão você não passa. Próximo!!

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  2. Agora que a srta finalmente resolveu deixar a vergonha de lado e comentar aqui no mangiare, primeiramente, obrigado le! Segundo, não falei que o amor está fadado ao insucesso, mas sim os diversos relacionamentos que temos até chegarmos a ele. Aprendemos antes para não errar na hora que estivermos com a pessoa certa e, então, como não temos idéia de quem é a/o tal "certa/o", nos entregamos sempre, como se aquela relação fosse mesmo a do "felizes para sempre". O ponto do aprendizado nós só sabemos olhando para trás, para aquelas relações já terminadas. Portanto, continue se jogando, o atual/potencial/possível relacionamento pode sim ser o certo e, caso não seja...próximo!

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  3. Santinni!!!!
    Segui sua dica e entrei no Mangiare!!! (com 1 dia de atraso, mas tá valendo) A idéia era relaxar, pq estou ficando birutinha com a minha monografia, Massssss, com que me deparo?? 3 posts sobre IL AMOREE!!! assunto que muito me agrada, já que sou uma romântica, brega quase assumida!!! E o que isso significa? Significa que estou preocupadissima com vc.... hahaha... brincadeira (o cometário aqui em cima me tranquilizou um pouco...hahaha) Não sei se a essas horas da matina eu sou capaz de argumentar muito sobre o amor, vou deixar isso para amanha, mas algo eu não podia deixar de dizer: fadados ao fracasso ou não são os relacionamentos (amorosos ou não) que nos geram a maior parte das experiências e, são as experiências que nos tornam verdadeiramente vivos, presentes. É claro que não é uma boa idéia pular no primeiro relacionamento só para ter algumas experiências!! PERIGO!! Mas, se armar muito contra tudo que pode acontecer e ficar muito na defensiva por uma possível frustração, acaba cortando milhares de possíbilidades, que no fundo são muito mais valiosas para a vida, do que as frustrações serão ruins. Talvez as vezes seja melhor pensar, que existe possibilidades do bolo não desandar (entendo mais de comida do que de futebol...hahaha) e viver. Hunf... que bonito isso!!! hahaha... mas ADOREI a trilogia e quero ver esse post sobre fidelidade, fiquei curiosa!!! Volto Logo!!! beijãooo

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