quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Il Paradoxi di Inovacione

Buonanoooote cari lettore!!

Achei muito interessante o post de Santtini!! Como que não temos resposta para problemas tão antigos quanto o furar de um pneu?! Gastam-se bilhões de dólares ao ano para fazer Pesquisa e Desenvolvimento em tais objetos tão engenhariamente (?!) avançados, inclusive, a peça mais importante do carro (Sim, pergunte para um piloto e ele te explicará!), a qual está sujeita a um revés tão insignificante quanto uma lasca de parachoque enferrujado de uma Kombi 78!

Mas, por que tais objetos não mudaram?! Assim como limpadores de para-brisa que ainda dependem do atrito de uma borracha com o vidro para limpar, e não em um colchão de ar eletromagnético ou mesmo pneumático... Mas aonde quero chegar com isso?!

Estive toda essa semana em uma cidadezinha ao Sul de Goiás, e aqui meu amigo, não só o pneu e os limpadores de para-brisa pararam no tempo, mas sim toda a cidade!
Uma ponte que em São Paulo seria construida com excelência em 1 mês, está a mais de um ano sofrendo melhorias e causando transtorno aos moradores.
Um frango que em Sâo Paulo demoraria no máximo 15 minutos, aqui temos que ligar antes de sair da estação de trabalho para então chegarmos no lugar e esperarmos um tempo tolerável (Isso após passar no hotel e tomar banho...!).

Bom, não mudando a trajetório da bala, creio que há coisas que simplesmente não precisam mudar! Ou por que não valem a pena, ou por que são caras, ou por que está distante e aquilo é o suficiente!

PAROU, cari lettore!!

Ora, seria isso mesmo?! Eu não acredito, creio que tudo pode sofrer melhoria!! Tudo pode ser mais eficiente, melhor, mais barato, menos danoso, mais usuável, mais adaptável e menos custoso. Só basta usarmos a "cachola"!

Normalmente só inovamos quando não estamos numa situação confortável! É difícil abrir mão de uma situação estável para uma incerteza. Mas, se não fizermos isso, olharemos para trás e veremos que o tempo se passou, mas temos exatamente a mesma idade na evolução.

Um abraço muito saudoso, cari lettore!

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