Buoanotte:
"Quatro cegos foram conduzido próximos a um elefante e lhes foi pedido que descrevessem o animal. O que pegou na tromba (ui!) disse que ele se parecia com uma jibóia, o que pegou na pata, disse que se parecia com uma árvore, o que pegou nas presas, disse que era um coral pontiagudo com pessoas do outro lado, e o que pegou na cauda disse que era um animal flexível e longo como um chicote."
Será que essa história não se repete diariamente conosco, em todas as situações que enfrentamos? E acabamos por manifestar opiniões, comportamentos e reações errôneas em função de igual interpretação dos fatos que nos apresentam? Poucos tem essa visão da totalidade, os demais homens vivem convictos de certezas que na verdade são ilusões baseadas em percepções limitadas.
Diante disso, chegamos à conclusão que as pessoas comuns vão sempre achar que o outro está errado em relação a qualquer observação que faça, desde que diferente da sua, e pior, vai estar convicto disso, e disposto até a reagir usando a violêcia.
Se aprendermos a nos desvinciliar deste preconceito e de verdades absolutas, e entendermos que cada um tem uma interpretação, pois os fatos e acontecimentos tem significados e impactos diferentes, uma vez que cada um tem uma história distinta, só então estaremos prontos para ver o todo, e não as partes, e então poderemos entender o que o outro quer dizer pondo-se no seu lugar.
Parece difícil... E assim é! Já apanhei muito por ser um dos cegos...
Abraccile!
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