Buonanotte cari lettore!!
Sim, acho que apareço com um certo delay!
Certo delay pois só hoje irei dar continuidade aos posts "Che Amore" do meu competentíssimo amigo de escrita Santtini!
Gostaria de compartilhar alguns "achismos", alguns "bons sensos" e até algumas coisas que aprendi na faculdade ou com a vida.
Concordo com muitas coisas que disse Santtini, mas também discordo de outras! Abaixo vou escrever um pouco do que eu acho e idealizo de um relacionamento.
Em primeiro lugar: Paixão x Amor.
Paixão, como já muito bem descrito pelo Santtini, resume naquele sentimento de plenitude quando se está com a pessoa e de súbito vazio quando se está longe. É um sentimento um tanto possessivo, e por isso mesmo um tanto perigoso. Explosivo, permissivo e volátil, porém inegavelmente delicioso.
Esta é a paixão, presente em todo relacionamento fervente nos primeiros de 3 a 4 meses (e isto eu aprendi na faculdade em aulas de química e fisiologia!!).
Como todo o estímulo no nosso corpo, a paixão também é decorrente de uma reação química! Um cheiro, um som, um toque, uma visão, todos estes estímulos podem desencadear na liberação de inúmeras substâncias no corpo que vão culminar nos neurotransmissores e nas sensações que estes nos trazem, resumindo, na paixão. E estes estímulos são muito específicos para cada um, afinal, nos apaixonamos por pessoas diferentes, pois diferentes somos! Diferente é a nossa compatibilidade química, diferente é o nosso julgamento de um bom par.
Agora, a paixão está presente nos relacionemntos que tem amor, mas também nos que não tem. Normalmente, caso não haja amor, o relacionamento acaba num período não muito maior que 3 meses, que é quando a explosão da paixão cessa, e seu organismo começa a voltar a homeostase, ou ao biorritmo normal!
"Mas Conejetti, e os que tem amor?!"
Bom, aí é uma boa pergunta! E esta eu não aprendi na faculdade...
Em segundo lugar: Depois da paixão, e agora?!
Caso o seu relacionamento sobreviva ao fim da paixão (E se ele sobreviver, quer dizer que tem almo a mais! Pois é difícil ficar sem a adrenalina desta!), o que sobra, por fim, é o amor!
O amor nada mais é do que a serenidade, a aceitação do outro, o companheirismo, o orgulho, a gratidão, a intimidade.
O amor é aquele sentimento de, mesmo estando no mesmo quarto sem se falar, você se sente bem e à vontade!
É aquele sentimento de orgulho, aquele sentimento de se espelhar na pessoa com quem está.
Aquele sentimento de se martirizar por ter feito algum mal à pessoa ao seu lado.
É o sentimento tão íntimo que não sente vergonha. Não sente vergonha por um tropeço, por uma babada, por uma piada sem graça ou mesmo por uma nudez repentina (UI!) haha!
Então, todo relacionamento tem como denominador comum a paixão. E para ele durar, o amor é fundamental! Caso não haja, a relação fica insustentável.
Lógico que há outros fatores, e sejamos bem francos que eles existem sim!
Fatores como cultural, econômico e geográfico.
- De nada adianta você amar uma pessoa que mora na Nova Zelândia.
Ou a pessoa muda pra cá, ou você vai pra lá, ou se encontrar no meio do caminho (Em Fiji, mais precisamente!).
- Não há como você ficar com alguém que é muito distante da sua realidade econômica.
Vocês não frequentam o mesmo lugar, não possuem os mesmos gostos, você se priva de coisas que gosta, ou fica desconfortável imergindo em alguma realidade, diria, mais requintada.
- Algumas culturas não aceitam outras como um par, e isso é um fato.
Por isso que digo que só o amor não basta...
Mas estas últimas estando bem resolvidas, o seu relacionamento tem grandes chances de dar certo por um booom período! Às vezes até pra vida toda.
Crises? Elas existirão! Sempre existirão. Mas o jogo de cintura, largar mão do rgulho e o bom humor ajudam vocês a passarem por elas!
Agora, por que 90% dos relacionamentos são fadados ao insucesso?
Por causa de palavras como medo, comodismo e carência, mas estas ficam para um próximo post!
Abraccile!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Il Tempo Para Che Ti Quero?
Dio Mio!
Já é Natal... Mas não foi mês passado o Natal de 2009?
Parece né?! Mas foi no ano passado, há 365 dias! Não há 30...
Tenho medo, estou com 24 anos e já tenho essa percepção de que o tempo me escapa. De que o tempo me falta. De que as 24 horas me dadas não são suficientes. Medo que se reflete em um pensamento absurdo de "Vou dormir menos para não perder tempo!". Gente, que absurdo chegamos? Eu amo dormir! Por que é que irei abrir mão de uma coisa que amo só para ter mais tempo?
Mais tempo para quê?!
Mais tempo para entrar no facebook? Para entrar no email corporativo e resolver problemas nas férias? Mais tempo para entrar na sessão de tecnologia da cnn e estar por dentro de todas as inovações? Mais tempo para ver notícias no uol e me considerar um cara informado? Mais tempo para ver notícias de todo o mundo e tentar especular por que diabos a bolsa de valores está caindo quando deveria estar subindo?!
O que aconteceu com as refeições demoradas, com as andadas despretenciosas, com a curtição de uma boa música no carro, com o andar de bicicleta no parque sem um cronômetro, com o tempo entre uma atividade e outra... Em suma, o que aconteceu com as entrelinhas?!
Creio que, para ganhar tempo em atividades, estamos matando a única parte que nos dá a impressão do tempo, as entrelinhas. Os momentos entre as atividades. O momento reflexivo de que aqui e agora estou, em nenhum lugar mais.
Abomino essa história de pessoas multi-tarefas. Multi-tarefa é papel de um Smartphone, não de uma dia a dia de um ser humano!
Enquanto você preenche planilhas no excel, fala no telefone com seu banco, anota um endereço do google maps e está pensando na hora que precisa sair para almoçar com a sua namorada, você não participa de nada disso! Enquanto você divide sua mente, você não presta atenção em nada. E prestar atenção nas suas atividades, além de ser sinônimo de segurança e de real aprendizado, também é sinônimo de participar destas. Qual é o sentido em realizar alguma coisa se você não participa?! Você se transforma num indivíduo que só reaje, mas não pensa nem discerne. Em outras palavras, você abre mão das únicas caracteríastias que te fazem em humano.
A outra, é o sonho.
Com essa história de ultra-velocidade, repito e realço, abrimos mão das entrelinhas, só que estas não são adendos, são a vida em si! Afinal, vida é o que acontece entre os momentos nos quais não estamos sonhando.
Então, a minha pergunta é:
Se uma hora ainda tem 60 minutos, um dia ainda tem 24 horas, uma semana ainda tem 7 dias, um ano continua sendo um ano, a gravidez humana continua durando 9 meses, nosso ciclo biológico ainda dura 1 mês, e o sono ideal ainda precisa durar 8 horas, por que é que precisamos viver nesse ritmo tão acelerado que a cada vez entra mais em inércia e a cada vez fica mais difícil acompanhá-lo?
Podem me chamar de reclamão ou 'old school', mas eu abomino essa nova ordem mundial. O nosso ritmo biológico, tampouco a nossa capacidade cognitiva, foi feita para ele. Não podemos lutar contra milhões de anos de evolução. A nossa vida não começou quando nascemos, mas sim com a nossa história evolutiva que é tão antiga quanto o planeta em si.
Abraccile,
Já é Natal... Mas não foi mês passado o Natal de 2009?
Parece né?! Mas foi no ano passado, há 365 dias! Não há 30...
Tenho medo, estou com 24 anos e já tenho essa percepção de que o tempo me escapa. De que o tempo me falta. De que as 24 horas me dadas não são suficientes. Medo que se reflete em um pensamento absurdo de "Vou dormir menos para não perder tempo!". Gente, que absurdo chegamos? Eu amo dormir! Por que é que irei abrir mão de uma coisa que amo só para ter mais tempo?
Mais tempo para quê?!
Mais tempo para entrar no facebook? Para entrar no email corporativo e resolver problemas nas férias? Mais tempo para entrar na sessão de tecnologia da cnn e estar por dentro de todas as inovações? Mais tempo para ver notícias no uol e me considerar um cara informado? Mais tempo para ver notícias de todo o mundo e tentar especular por que diabos a bolsa de valores está caindo quando deveria estar subindo?!
O que aconteceu com as refeições demoradas, com as andadas despretenciosas, com a curtição de uma boa música no carro, com o andar de bicicleta no parque sem um cronômetro, com o tempo entre uma atividade e outra... Em suma, o que aconteceu com as entrelinhas?!
Creio que, para ganhar tempo em atividades, estamos matando a única parte que nos dá a impressão do tempo, as entrelinhas. Os momentos entre as atividades. O momento reflexivo de que aqui e agora estou, em nenhum lugar mais.
Abomino essa história de pessoas multi-tarefas. Multi-tarefa é papel de um Smartphone, não de uma dia a dia de um ser humano!
Enquanto você preenche planilhas no excel, fala no telefone com seu banco, anota um endereço do google maps e está pensando na hora que precisa sair para almoçar com a sua namorada, você não participa de nada disso! Enquanto você divide sua mente, você não presta atenção em nada. E prestar atenção nas suas atividades, além de ser sinônimo de segurança e de real aprendizado, também é sinônimo de participar destas. Qual é o sentido em realizar alguma coisa se você não participa?! Você se transforma num indivíduo que só reaje, mas não pensa nem discerne. Em outras palavras, você abre mão das únicas caracteríastias que te fazem em humano.
A outra, é o sonho.
Com essa história de ultra-velocidade, repito e realço, abrimos mão das entrelinhas, só que estas não são adendos, são a vida em si! Afinal, vida é o que acontece entre os momentos nos quais não estamos sonhando.
Então, a minha pergunta é:
Se uma hora ainda tem 60 minutos, um dia ainda tem 24 horas, uma semana ainda tem 7 dias, um ano continua sendo um ano, a gravidez humana continua durando 9 meses, nosso ciclo biológico ainda dura 1 mês, e o sono ideal ainda precisa durar 8 horas, por que é que precisamos viver nesse ritmo tão acelerado que a cada vez entra mais em inércia e a cada vez fica mais difícil acompanhá-lo?
Podem me chamar de reclamão ou 'old school', mas eu abomino essa nova ordem mundial. O nosso ritmo biológico, tampouco a nossa capacidade cognitiva, foi feita para ele. Não podemos lutar contra milhões de anos de evolução. A nossa vida não começou quando nascemos, mas sim com a nossa história evolutiva que é tão antiga quanto o planeta em si.
Abraccile,
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Amoooore- il finale di la trilogia di Mangiaaare!
"O jogo é dramáááático" já diria ele, Gavião, ooo Bueno, em seus incansáveis e chatíssimos comentários esportivos.
E que jogo cari leittori! Bola rolada pra cá, deixada de lá, aquela famosa "cozinhada" no meio-de-campo. Gol que é bom só aos 48min do segundo tempo, SE, e somente se, uma das partes ceder e resolver deixar o jogo andar.
Obviamente, apesar do paralelo ridículo com uma partida futebolística mais truncada que Piraporinha vs. Uberabense, o jogo a que estou me referindo não tem nada a ver com futebol. Na verdade, o futebol até é uma das constantes batalhas a serem travadas nesta guerra, mas, amiggi sensuali di Mangiare!, apesar de já achar ter falado muito sobre o tal amore, hoje finalizo o assunto com algumas últimas teorias non sense.
Ouvindo os comentários de uma amiga outro dia, a qual estava inconformada com a minha opinião dos relacionamentos estarem fadados ao insucesso, e de, atualmente, ela não ter ninguém que queira tirar 527 finas para vê-la, fiz uma explicação simples do que penso sobre o assunto:
#1- Sim! Relacionamentos estão fadados ao insucesso. Se considerarmos as estatísticas, nos envolvemos com dezenas de pessoas durante nossas vidas e, no final, acabamos nos casando com apenas uma (ou duas, três...este mundo moderno permite vários "felizes para sempre"). Portanto, tendo isto em mente, a exceção à regra é aquele relacionamento duradouro que levamos para o resto da vida; a regra: todos os outros terminarão em algum ponto no tempo.
#2- Não se desesperem quando falo que relacionamentos dão errado. Eles deram certo por muito tempo e, durante este período, vivemos, curtimos e amamos tudo o que acontecia. Nos sentimos em alfa por diversas vezes, fora do corpo, assistindo a uma utopia reservada ao universo que só você e sua amada/o enxergam. No entanto, todas estas experiências que foram "eternas enquanto duraram", no final das contas tinham uma só finalidade: nos ensinar quão complexas são estas relações e como temos que nos comportar para fazê-las durar mais do que aqueles seis meses em que estamos cegos e apaixonados (às vezes um pouco mais).
#3- Apesar de acharmos que ela/e era a última/o dos exemplares de seres humanos compatíveis com as nossas loucuras, eles simplesmente gostavam delas por terem se acostumado e percebido que aquilo era o que nos definia como indivíduos, as famosas idiossincrasias. Fiquem tranquilos pois a tal "tampa da sua panela" eventualmente será encontrada e, acredite, será exatamente aquela que você merece.
#4- Nada é por acaso, e nem impossível, portanto, limpe sua cabeça de paradigmas e listagens de características desejáveis para uma/ um possível par; este pode vir nas formas e tipos menos esperadas e ainda assim nos agradar.
#5- Ia falar qualquer coisa sobre o tema fidelidade, mas acho que isto merece um post inteiro, até pela polêmica que minha opinião provavelmente irá criar.
Enfim, esto es tutti cari frequentadori sensuali! Espero ter deixado todos vocês um pouco mais confusos e inquietos quanto ao tema. Aguardo seus comentários.
Abracile
E que jogo cari leittori! Bola rolada pra cá, deixada de lá, aquela famosa "cozinhada" no meio-de-campo. Gol que é bom só aos 48min do segundo tempo, SE, e somente se, uma das partes ceder e resolver deixar o jogo andar.
Obviamente, apesar do paralelo ridículo com uma partida futebolística mais truncada que Piraporinha vs. Uberabense, o jogo a que estou me referindo não tem nada a ver com futebol. Na verdade, o futebol até é uma das constantes batalhas a serem travadas nesta guerra, mas, amiggi sensuali di Mangiare!, apesar de já achar ter falado muito sobre o tal amore, hoje finalizo o assunto com algumas últimas teorias non sense.
Ouvindo os comentários de uma amiga outro dia, a qual estava inconformada com a minha opinião dos relacionamentos estarem fadados ao insucesso, e de, atualmente, ela não ter ninguém que queira tirar 527 finas para vê-la, fiz uma explicação simples do que penso sobre o assunto:
#1- Sim! Relacionamentos estão fadados ao insucesso. Se considerarmos as estatísticas, nos envolvemos com dezenas de pessoas durante nossas vidas e, no final, acabamos nos casando com apenas uma (ou duas, três...este mundo moderno permite vários "felizes para sempre"). Portanto, tendo isto em mente, a exceção à regra é aquele relacionamento duradouro que levamos para o resto da vida; a regra: todos os outros terminarão em algum ponto no tempo.
#2- Não se desesperem quando falo que relacionamentos dão errado. Eles deram certo por muito tempo e, durante este período, vivemos, curtimos e amamos tudo o que acontecia. Nos sentimos em alfa por diversas vezes, fora do corpo, assistindo a uma utopia reservada ao universo que só você e sua amada/o enxergam. No entanto, todas estas experiências que foram "eternas enquanto duraram", no final das contas tinham uma só finalidade: nos ensinar quão complexas são estas relações e como temos que nos comportar para fazê-las durar mais do que aqueles seis meses em que estamos cegos e apaixonados (às vezes um pouco mais).
#3- Apesar de acharmos que ela/e era a última/o dos exemplares de seres humanos compatíveis com as nossas loucuras, eles simplesmente gostavam delas por terem se acostumado e percebido que aquilo era o que nos definia como indivíduos, as famosas idiossincrasias. Fiquem tranquilos pois a tal "tampa da sua panela" eventualmente será encontrada e, acredite, será exatamente aquela que você merece.
#4- Nada é por acaso, e nem impossível, portanto, limpe sua cabeça de paradigmas e listagens de características desejáveis para uma/ um possível par; este pode vir nas formas e tipos menos esperadas e ainda assim nos agradar.
#5- Ia falar qualquer coisa sobre o tema fidelidade, mas acho que isto merece um post inteiro, até pela polêmica que minha opinião provavelmente irá criar.
Enfim, esto es tutti cari frequentadori sensuali! Espero ter deixado todos vocês um pouco mais confusos e inquietos quanto ao tema. Aguardo seus comentários.
Abracile
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Ma che amoooore 2.0- La continuazioni
Buoooon Giooornoo cari leittori!
Pessoal, depois dos comentários recebidos no último post, "ma che amoooore", resolvi que deveria dar continuidade ao tema. Desculpem-me se me alongar um pouco hoje, mas o tema requere um pouco mais de linhas que as viaggios convencionais.
Ao contrário do "pequeno" check list exemplificado pela nossa amiga blogueira Cacá no O Que Trago Comigo*, acredito que relacionamentos tem que ser baseados em...em...
Em que???
"Ah Santtini, larga a mão de ser mongol! Lógico que o amor está nas formas esculturais de um corpo sarado, malhado, trincado, rasgado, moldado e esculpido e em um rostinho angelical! Achasse uma/um dessas/ desses..(suspiros)"
É vero!!! Pensando como um menino de 5 anos de idade, acho que o veredicto seria mesmo este. Nesta fase é comum ter a turma toda gostando da mesma menina, quase como uma manada de leões correndo atrás de um objetivo comum, degladiando-se para decidir quem vai emprestar o lápis para a garota, amarrar o seu sapato, pegar seu laço no chão, fazer suas lições, carregar sua lancheira no intervalo e escovar seu cabelo.
Mas crescemos e começamos a reparar em outras coisas, referentes à personalidade das outras meninas menos afortunadas fisicamente, que também nunca foram feias, mas sim ofuscadas pela beleza estonteante da "mais bonita da classe"!
Agora sim sabemos o que queremos! Até que estas personalidades espetaculares acabem se provando não-compatíveis com as nossas, causando o término de (mais um) relacionamento. E então, como a personalidade não quer dizer que algo vai ou não dar certo, e temos medo de começar mais alguma coisa, ficamos sozinhos...ninguém se encaixa no que estamos procurando! Ninguém nos completa!
Sinceramente, seria muito mais fácil encontrar alguém que se adaptasse totalmente às nossas manias, costumes e vícios! Que nos amasse como somos! Certo!?
Claro!! E assim, nós a amaríamos de volta...ou não...na verdade, acho que tendemos a nos acomodar, e não acredito que uma situação cômoda seja muito próxima do tão esperado e místico amor. Precisamos ser aceitos, sim! Mas precisamos aceitar também.
No fundo, talvez o amor esteja escondido nestas aceitações.
Percebemos isto, no entanto, somente naqueles momentos em que nos matamos para conseguir, finalmente, comprar ingressos para aquele show que ela/e sempre quis ir, passamos horas na frente do espelho tentando ficar ainda mais bonitos (até porque já somos molto sensuali!),corremos, tiramos 527 finas no trânsito para chegar logo à sua casa, e, depois de esperar uma hora, ainda ficamos tão felizes quanto mulheres com um cartão de crédito ilimitado na Rodeo Drive ao ver um simples sorriso...
...talvez aí sim tenhamos encontrado aquilo que dizem ser o tal amor.
Enfinni, espero ter conseguido agregar mais alguma coisa à discussão do amore cari leittori! Aguardo seus comentários!
Abracile
O Que Trago Comigo- ver link nos "links fantasticci di Mangiare!"
Pessoal, depois dos comentários recebidos no último post, "ma che amoooore", resolvi que deveria dar continuidade ao tema. Desculpem-me se me alongar um pouco hoje, mas o tema requere um pouco mais de linhas que as viaggios convencionais.
Ao contrário do "pequeno" check list exemplificado pela nossa amiga blogueira Cacá no O Que Trago Comigo*, acredito que relacionamentos tem que ser baseados em...em...
Em que???
"Ah Santtini, larga a mão de ser mongol! Lógico que o amor está nas formas esculturais de um corpo sarado, malhado, trincado, rasgado, moldado e esculpido e em um rostinho angelical! Achasse uma/um dessas/ desses..(suspiros)"
É vero!!! Pensando como um menino de 5 anos de idade, acho que o veredicto seria mesmo este. Nesta fase é comum ter a turma toda gostando da mesma menina, quase como uma manada de leões correndo atrás de um objetivo comum, degladiando-se para decidir quem vai emprestar o lápis para a garota, amarrar o seu sapato, pegar seu laço no chão, fazer suas lições, carregar sua lancheira no intervalo e escovar seu cabelo.
Mas crescemos e começamos a reparar em outras coisas, referentes à personalidade das outras meninas menos afortunadas fisicamente, que também nunca foram feias, mas sim ofuscadas pela beleza estonteante da "mais bonita da classe"!
Agora sim sabemos o que queremos! Até que estas personalidades espetaculares acabem se provando não-compatíveis com as nossas, causando o término de (mais um) relacionamento. E então, como a personalidade não quer dizer que algo vai ou não dar certo, e temos medo de começar mais alguma coisa, ficamos sozinhos...ninguém se encaixa no que estamos procurando! Ninguém nos completa!
Sinceramente, seria muito mais fácil encontrar alguém que se adaptasse totalmente às nossas manias, costumes e vícios! Que nos amasse como somos! Certo!?
Claro!! E assim, nós a amaríamos de volta...ou não...na verdade, acho que tendemos a nos acomodar, e não acredito que uma situação cômoda seja muito próxima do tão esperado e místico amor. Precisamos ser aceitos, sim! Mas precisamos aceitar também.
No fundo, talvez o amor esteja escondido nestas aceitações.
Percebemos isto, no entanto, somente naqueles momentos em que nos matamos para conseguir, finalmente, comprar ingressos para aquele show que ela/e sempre quis ir, passamos horas na frente do espelho tentando ficar ainda mais bonitos (até porque já somos molto sensuali!),corremos, tiramos 527 finas no trânsito para chegar logo à sua casa, e, depois de esperar uma hora, ainda ficamos tão felizes quanto mulheres com um cartão de crédito ilimitado na Rodeo Drive ao ver um simples sorriso...
...talvez aí sim tenhamos encontrado aquilo que dizem ser o tal amor.
Enfinni, espero ter conseguido agregar mais alguma coisa à discussão do amore cari leittori! Aguardo seus comentários!
Abracile
O Que Trago Comigo- ver link nos "links fantasticci di Mangiare!"
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Ma che amoooore
"That´s the power of Love!"
Ma che beeelo começo de post não caríssimo leittori! Quanta inspiração, quanta alegria! Que euforia, que vontade de subir no topo de um morro e gritar: "FILHO/A-DA-PUUU#$%!!!"...
...hã!?
Sim, sexy amiggi di Mangiare! (All Rights reserved pela AIBS- Associzione Internazionale di Blog Sensuali). Como não pensar no tema "amore" sem pensar no desfecho da desilusão, tristeza, frustração e, por fim desolação!?
Antes de mais nada, NÃO! Nada me aconteceu, graças ao destino e à sorte de, recentemente, não ter caído em mais uma destas armadilhas românticas que a vida nos põe no caminho. Inclusive, após ter vivido algumas delas, hoje tomo um cuidado imenso antes de embarcar em qualquer aventura amorosa.
O que me levou a pensar no assunto foram os diversos relacionamentos daqueles próximos a mim (diria até que uns 90% das pessoas que conheço estão atualmente "enlaçadas"), os quais, cedo ou tarde, acabam por trazer à vida dos envolvidos algum aborrecimento, briga, perda de humor, as famosas DR (discussões de relacionamento, para os menos familiarizados com o tema) e, por fim, o término e a tristeza profunda advinda deste.
E como, afinal, aquela euforia toda acaba chegando ao fundo do poço?? Como passa do céu ao inferno conforme o passar do tempo?
Parece que, assim como todo ciclo, os romances tem uma ascensão, apogeu e declínio; "gosto de você!", "gosto muito de você!", "adoro voce!", "amo você!", "queria que houvesse uma palavra maior que "amor" para poder descrever o que eu sinto" e, por fim "eu te odeio!". Quase que numa busca incessante pela superação, acabamos nos traindo e achando que, por não conseguir ir além, já não gostamos mais daquela pessoa que um dia infestou nossas mentes com sua imagem.
E então, olhando para trás e avaliando o que já passou, classificamos diversas ações como sendo totalmente fora do padrão, sem sentido, ridículas...mas não! Simplesmente éramos compelidos a fazer tudo aquilo, quase que guiados por uma força maior, e sim! A tal força explicitada por Huey Lewis and The News no clássico musical citado no primeiro parágrafo.
Pois bem, àqueles que já passaram por isto, tenho certeza que entendem perfeitamente o que estou falando; já aos que acham que estou sendo gelado quanto ao assunto, atenção: você ainda pode vir a comentar este post um dia...
Buono, ma isto é tutti por oggi cari leittori!
Abracile!
Ma che beeelo começo de post não caríssimo leittori! Quanta inspiração, quanta alegria! Que euforia, que vontade de subir no topo de um morro e gritar: "FILHO/A-DA-PUUU#$%!!!"...
...hã!?
Sim, sexy amiggi di Mangiare! (All Rights reserved pela AIBS- Associzione Internazionale di Blog Sensuali). Como não pensar no tema "amore" sem pensar no desfecho da desilusão, tristeza, frustração e, por fim desolação!?
Antes de mais nada, NÃO! Nada me aconteceu, graças ao destino e à sorte de, recentemente, não ter caído em mais uma destas armadilhas românticas que a vida nos põe no caminho. Inclusive, após ter vivido algumas delas, hoje tomo um cuidado imenso antes de embarcar em qualquer aventura amorosa.
O que me levou a pensar no assunto foram os diversos relacionamentos daqueles próximos a mim (diria até que uns 90% das pessoas que conheço estão atualmente "enlaçadas"), os quais, cedo ou tarde, acabam por trazer à vida dos envolvidos algum aborrecimento, briga, perda de humor, as famosas DR (discussões de relacionamento, para os menos familiarizados com o tema) e, por fim, o término e a tristeza profunda advinda deste.
E como, afinal, aquela euforia toda acaba chegando ao fundo do poço?? Como passa do céu ao inferno conforme o passar do tempo?
Parece que, assim como todo ciclo, os romances tem uma ascensão, apogeu e declínio; "gosto de você!", "gosto muito de você!", "adoro voce!", "amo você!", "queria que houvesse uma palavra maior que "amor" para poder descrever o que eu sinto" e, por fim "eu te odeio!". Quase que numa busca incessante pela superação, acabamos nos traindo e achando que, por não conseguir ir além, já não gostamos mais daquela pessoa que um dia infestou nossas mentes com sua imagem.
E então, olhando para trás e avaliando o que já passou, classificamos diversas ações como sendo totalmente fora do padrão, sem sentido, ridículas...mas não! Simplesmente éramos compelidos a fazer tudo aquilo, quase que guiados por uma força maior, e sim! A tal força explicitada por Huey Lewis and The News no clássico musical citado no primeiro parágrafo.
Pois bem, àqueles que já passaram por isto, tenho certeza que entendem perfeitamente o que estou falando; já aos que acham que estou sendo gelado quanto ao assunto, atenção: você ainda pode vir a comentar este post um dia...
Buono, ma isto é tutti por oggi cari leittori!
Abracile!
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Il Paradoxi di Inovacione
Buonanoooote cari lettore!!
Achei muito interessante o post de Santtini!! Como que não temos resposta para problemas tão antigos quanto o furar de um pneu?! Gastam-se bilhões de dólares ao ano para fazer Pesquisa e Desenvolvimento em tais objetos tão engenhariamente (?!) avançados, inclusive, a peça mais importante do carro (Sim, pergunte para um piloto e ele te explicará!), a qual está sujeita a um revés tão insignificante quanto uma lasca de parachoque enferrujado de uma Kombi 78!
Mas, por que tais objetos não mudaram?! Assim como limpadores de para-brisa que ainda dependem do atrito de uma borracha com o vidro para limpar, e não em um colchão de ar eletromagnético ou mesmo pneumático... Mas aonde quero chegar com isso?!
Estive toda essa semana em uma cidadezinha ao Sul de Goiás, e aqui meu amigo, não só o pneu e os limpadores de para-brisa pararam no tempo, mas sim toda a cidade!
Uma ponte que em São Paulo seria construida com excelência em 1 mês, está a mais de um ano sofrendo melhorias e causando transtorno aos moradores.
Um frango que em Sâo Paulo demoraria no máximo 15 minutos, aqui temos que ligar antes de sair da estação de trabalho para então chegarmos no lugar e esperarmos um tempo tolerável (Isso após passar no hotel e tomar banho...!).
Bom, não mudando a trajetório da bala, creio que há coisas que simplesmente não precisam mudar! Ou por que não valem a pena, ou por que são caras, ou por que está distante e aquilo é o suficiente!
PAROU, cari lettore!!
Ora, seria isso mesmo?! Eu não acredito, creio que tudo pode sofrer melhoria!! Tudo pode ser mais eficiente, melhor, mais barato, menos danoso, mais usuável, mais adaptável e menos custoso. Só basta usarmos a "cachola"!
Normalmente só inovamos quando não estamos numa situação confortável! É difícil abrir mão de uma situação estável para uma incerteza. Mas, se não fizermos isso, olharemos para trás e veremos que o tempo se passou, mas temos exatamente a mesma idade na evolução.
Um abraço muito saudoso, cari lettore!
Achei muito interessante o post de Santtini!! Como que não temos resposta para problemas tão antigos quanto o furar de um pneu?! Gastam-se bilhões de dólares ao ano para fazer Pesquisa e Desenvolvimento em tais objetos tão engenhariamente (?!) avançados, inclusive, a peça mais importante do carro (Sim, pergunte para um piloto e ele te explicará!), a qual está sujeita a um revés tão insignificante quanto uma lasca de parachoque enferrujado de uma Kombi 78!
Mas, por que tais objetos não mudaram?! Assim como limpadores de para-brisa que ainda dependem do atrito de uma borracha com o vidro para limpar, e não em um colchão de ar eletromagnético ou mesmo pneumático... Mas aonde quero chegar com isso?!
Estive toda essa semana em uma cidadezinha ao Sul de Goiás, e aqui meu amigo, não só o pneu e os limpadores de para-brisa pararam no tempo, mas sim toda a cidade!
Uma ponte que em São Paulo seria construida com excelência em 1 mês, está a mais de um ano sofrendo melhorias e causando transtorno aos moradores.
Um frango que em Sâo Paulo demoraria no máximo 15 minutos, aqui temos que ligar antes de sair da estação de trabalho para então chegarmos no lugar e esperarmos um tempo tolerável (Isso após passar no hotel e tomar banho...!).
Bom, não mudando a trajetório da bala, creio que há coisas que simplesmente não precisam mudar! Ou por que não valem a pena, ou por que são caras, ou por que está distante e aquilo é o suficiente!
PAROU, cari lettore!!
Ora, seria isso mesmo?! Eu não acredito, creio que tudo pode sofrer melhoria!! Tudo pode ser mais eficiente, melhor, mais barato, menos danoso, mais usuável, mais adaptável e menos custoso. Só basta usarmos a "cachola"!
Normalmente só inovamos quando não estamos numa situação confortável! É difícil abrir mão de uma situação estável para uma incerteza. Mas, se não fizermos isso, olharemos para trás e veremos que o tempo se passou, mas temos exatamente a mesma idade na evolução.
Um abraço muito saudoso, cari lettore!
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Tecnologitutti Buona Merd#$%!
Beeeem amiiigos!!
Mais uma bela manhã (ou nem tanto) de quarta-feira e cá estou eu visitando o blog ma sexy di tutti il Brasile com mais alguma idéia que acabei de ter. Mas que fertilidade mental não!? Quanta criatividade! E que modéstia! Me espanto às vezes mesmo...
Enfinni, estava eu pensando aqui com meus queridos amigos Tico e Teco, oooos neurônios perdidos (sim! Com a velhice se aproximando cada vez mais, creio que eles logo desaparecerão também, ou servirão só para fazer palavras cruzadas e sudoku num futuro próximo), sobre um fato corriqueiro que pode acontecer com qualquer um de nós, bobos..ops! Ou melhor, cidadões: um pneu furado.
Que estorvo não!? Pagamos caro (ainda mais no Brasil) pelos nossos carros, os quais tem como principal utilidade nos locomover de um ponto a outro, e cujos fabricantes investem fábulas no desenvolvimento de novas tecnologias de segurança, eficiência, conforto e qualidade e, quando achamos que estamos mesmo sentados sobre uma obra-prima da engenharia moderna...PFFFFF!!
(Gesticulações constantes do motorista do carro ao lado como se estivesse desenhando um pãozinho egg com uma azeitona encrustada na casca)
"O pneu! O pneu!"
E quando nos damos conta, estamos lá, encostando no próximo posto de serviço para ver o que cat#$ há de errado com aquela massa borrachosa que reveste as rodas do automóvel.
Ufa! Dá pra rodar até a borracharia e consertar o dito cujo. Mas é engraçado pensar em como toda aquela tecnologia citada há alguns parágrafos fica totalmente inutilizável caso um pedaço de metal pontiagudo qualquer cruze o seu caminho.
Que avanço! E pensar que nossos avós tinham este mesmo problema...
Enfinni, por hoje é só cari leittori! Buooono resto de quarta-feira!
Abracile
Mais uma bela manhã (ou nem tanto) de quarta-feira e cá estou eu visitando o blog ma sexy di tutti il Brasile com mais alguma idéia que acabei de ter. Mas que fertilidade mental não!? Quanta criatividade! E que modéstia! Me espanto às vezes mesmo...
Enfinni, estava eu pensando aqui com meus queridos amigos Tico e Teco, oooos neurônios perdidos (sim! Com a velhice se aproximando cada vez mais, creio que eles logo desaparecerão também, ou servirão só para fazer palavras cruzadas e sudoku num futuro próximo), sobre um fato corriqueiro que pode acontecer com qualquer um de nós, bobos..ops! Ou melhor, cidadões: um pneu furado.
Que estorvo não!? Pagamos caro (ainda mais no Brasil) pelos nossos carros, os quais tem como principal utilidade nos locomover de um ponto a outro, e cujos fabricantes investem fábulas no desenvolvimento de novas tecnologias de segurança, eficiência, conforto e qualidade e, quando achamos que estamos mesmo sentados sobre uma obra-prima da engenharia moderna...PFFFFF!!
(Gesticulações constantes do motorista do carro ao lado como se estivesse desenhando um pãozinho egg com uma azeitona encrustada na casca)
"O pneu! O pneu!"
E quando nos damos conta, estamos lá, encostando no próximo posto de serviço para ver o que cat#$ há de errado com aquela massa borrachosa que reveste as rodas do automóvel.
Ufa! Dá pra rodar até a borracharia e consertar o dito cujo. Mas é engraçado pensar em como toda aquela tecnologia citada há alguns parágrafos fica totalmente inutilizável caso um pedaço de metal pontiagudo qualquer cruze o seu caminho.
Que avanço! E pensar que nossos avós tinham este mesmo problema...
Enfinni, por hoje é só cari leittori! Buooono resto de quarta-feira!
Abracile
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