Faz tanto tempo desde o último post no Mangiare, mas acho que o ímpeto de escrever volta em boa hora...
Foi sensacional ver e fazer parte dos acontecimentos desta última semana! Foi fantástico ver a magnitude que a insatisfação junto com vontade pode atingir sendo catalisadas pelas redes sociais. Foi lindo ver todos saindo do virtual e indo para o mundo físico! Por isso digo que este acontecimento é muito maior do que podemos ver. Acho que a minha (nossa) geração nunca tinha visto e vivido algo parecido! Está sendo como ler um livro de história, porém nada como ir lá e simplesmente ver.
São Paulo, parabéns! Tive a oportunidade de participar desta movimentação e vi gente de tudo o que é jeito. Gente altruísta, gente idealista, gente curiosa, gente oportunista, gente egoísta, mas ao menos não vi nenhum baderneiro. O breve episódio que aconteceu junto ao Palácio dos Bandeirantes foi um pequeno evento que não deve se repetir. Lembrando que manifestações pacíficas são legais, e assim espero que continuem, certo Rio?!
Bom, o caminho está feito e traçado, não é mesmo?! Porém há uma grande diferença entre querer, poder e de fato fazer. Vimos o caminho do como fazer, agora falta a decisão do que, de fato, fazer.
Sinceramente? O que esse bando de gente que escreveu #ImpeachmentDilma quer? Inclusive, por qual meio e acusação legal você quer impor isso mesmo? Só gostaria de lembrar que o circo foi armado há anos, inclusive compactuado por todos nós, e não adianta punir somente o palhaço. Desculpe-me, mas não creio que este seja o caminho.
Eu sei que “Não é só pelos R$ 0,20, seu trouxa!”! É uma insatisfação muito maior do que isso! É a expressão de um povo que estava no torpor da corrupção, no limbo da impotência perante a violência e na indignação silenciosa ante um grande e inútil elefante branco no meio do Estado (Não, IBAMA, não estou atacando os mamíferos... Sou biólogo!). A minha única crítica, porém, é quais ações estamos propondo de fato? Sinceramente, eu não sei! Mas o simbólico R$ 0,20 por agora é a única, não é? E concordo que, sim, é uma pequena ação que vem em boa hora! O estopim que abriu a caixa de pandora... Mas o meu único receio é o de perder esta inércia dinâmica e o momentum desta expansão de consciência e tudo acabar somente na manutenção do preço do transporte já prometido pelo governo estadual em épocas eleitorais. Ou seja, a gente ainda assim estaria perdendo.
Peço este cuidado, pois, passada a euforia, é hora de ouvir, de discutir, de negociar e de ter discernimento e serenidade, sem jogos políticos e pensar em levar vantagem. O que queremos de fato? Como viabilizar o que queremos? Entendamos isso e, depois, seguimos.
Eu só espero que a nossa maior fama, não a de “Sou brasileiro e não desisto nunca” mas a de “Sou brasileiro e tenho uma péssima memória” não se repita no que há por vir. Às vezes pensamos que estamos no comando, mas tem algo ressurgindo e se alimentando do revés de um “companheiro ou companheira”.
Mangiare!
Blog Sensualli
terça-feira, 18 de junho de 2013
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Il Grand Finale
Cheritti amiggi i seguidori di Mangiare!.
Como todos bem puderam perceber, estamos já há algum tempo sem escrever nada no espaço de reflexionni ma sensualli del Brasile e, por este motivo, Conejetti e eu conversamos e decidimos que era hora de parar.
Gostamos muito das idiotices que escrevemos aqui, e sempre nos divertimos muito com os posts sem-pé-nem-cabeça que saíam de discussões ainda mais sem sentido que fazíamos entre nós. No entanto, de um tempo pra cá, o divertido acabou se tornando uma obrigação e a disputa que antes era pra ver quem escreveria passou para quem não escreveria...
Enfim, antes que ficássemos ainda mais chatos, decidimos que era hora de parar. Voltaremos um dia com um novo espaço, que talvez faça um pouco mais de sentido (ou não...), e esperamos que vocês sejam fortes e aguentem firme a ausência dos posts mais sensacionales di tutti il mondo.
Grand Abracile!
Como todos bem puderam perceber, estamos já há algum tempo sem escrever nada no espaço de reflexionni ma sensualli del Brasile e, por este motivo, Conejetti e eu conversamos e decidimos que era hora de parar.
Gostamos muito das idiotices que escrevemos aqui, e sempre nos divertimos muito com os posts sem-pé-nem-cabeça que saíam de discussões ainda mais sem sentido que fazíamos entre nós. No entanto, de um tempo pra cá, o divertido acabou se tornando uma obrigação e a disputa que antes era pra ver quem escreveria passou para quem não escreveria...
Enfim, antes que ficássemos ainda mais chatos, decidimos que era hora de parar. Voltaremos um dia com um novo espaço, que talvez faça um pouco mais de sentido (ou não...), e esperamos que vocês sejam fortes e aguentem firme a ausência dos posts mais sensacionales di tutti il mondo.
Grand Abracile!
domingo, 26 de junho de 2011
Temppi para Criaccione
Buon Pomeriggio cari lettore!
Caracas, quanto tempo sem postagens... Este intervalo de ausência deve-se a dois fatores:
1- Um membro de nossa equipe está em férias (Uau, Mangiare! até soou como uma corporação!);
2 - Falta de tempo de ambos os colaboradores (Uau, que ocupados...).
O que me fez pensar: Mesmo este espaço sendo uma válvula de escape para devaneios malucos de duas pessoas nem tão malucas assim, a criação e, principalmente, a articulação destes processos criativos requer algo que só se esvai, tempo.
Não que eu ache que o Mangiare! é uma obra de arte pulsante, mas é, ao menos, algo que sai do ordinário processos rotineiro e, logo, requer tempo para reflexão e pensamento.
O que, novamente, me faz pensar: Qualquer outro tipo de arte, trabalho, ocupação, requer tempo. Seja escrevendo sobre nada em um blog; Seja comentando sobre moda; Seja criando um slogan em uma agência; Seja criando uma identidade visual; Seja planejando a colheita do canavial para a próxima safra; Seja fazendo a melodia de uma canção; Seja lá o que for!
Essa história de trabalhar sob pressão, pode colar muito bem numa dinâmica de grupo (que afinal, ninguém merece passar por algo tão hipócrita quanto), mas não é assim que funciona. A não ser que o seu sonho seja ser "Colocador de tampas em latas de alcaparras", que aí sim você só depende da sua destreza motora e zero do seu cérebro, não cola em qualquer parte do mundo criativo. Viva o ócio para a criação!
Abraccile,
Caracas, quanto tempo sem postagens... Este intervalo de ausência deve-se a dois fatores:
1- Um membro de nossa equipe está em férias (Uau, Mangiare! até soou como uma corporação!);
2 - Falta de tempo de ambos os colaboradores (Uau, que ocupados...).
O que me fez pensar: Mesmo este espaço sendo uma válvula de escape para devaneios malucos de duas pessoas nem tão malucas assim, a criação e, principalmente, a articulação destes processos criativos requer algo que só se esvai, tempo.
Não que eu ache que o Mangiare! é uma obra de arte pulsante, mas é, ao menos, algo que sai do ordinário processos rotineiro e, logo, requer tempo para reflexão e pensamento.
O que, novamente, me faz pensar: Qualquer outro tipo de arte, trabalho, ocupação, requer tempo. Seja escrevendo sobre nada em um blog; Seja comentando sobre moda; Seja criando um slogan em uma agência; Seja criando uma identidade visual; Seja planejando a colheita do canavial para a próxima safra; Seja fazendo a melodia de uma canção; Seja lá o que for!
Essa história de trabalhar sob pressão, pode colar muito bem numa dinâmica de grupo (que afinal, ninguém merece passar por algo tão hipócrita quanto), mas não é assim que funciona. A não ser que o seu sonho seja ser "Colocador de tampas em latas de alcaparras", que aí sim você só depende da sua destreza motora e zero do seu cérebro, não cola em qualquer parte do mundo criativo. Viva o ócio para a criação!
Abraccile,
domingo, 12 de junho de 2011
Il Pericolo di Immagini
Buonanotte cari lettore!
Tutto bene?
Já devo ter escrito isto antes, pois sempre me pego parafraseando Amyr Klink, em um parágrafo que ele diz que "Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.".
Gosto destes dizeres pois vai totalmente de encontro com a filosofia e meio de vida ascendente que diz que podemos aprender, sentir e entender tudo através de textos, sites, aplicativos e internet. Esta onda que agora nos carrega e que, pelo visto, não tem mais volta.
Hoje, não mais valorizamos a figura do "Sábio", aquele indivíduo que, por experiência, sabia explicar o que nós desconhecíamos. A dificuldade de ir até uma enciclopédia barsa nos fazia valorizar mais as conversas e, principalmente, as experiências próprias. Ao invés de procurarmos "Cataratas de Foz do Iguaçu" no Google, que se pode ver fotos, vídeos, comprar lembranças que se entregam em casa e ouvir o som da "Garganta do Diabo", você tinha que ir lá e ver, e ter a experiência para entender o que acontecia e ver a magnânime daquele lugar!
Tenho medo desta nova fase do conhecimento na qual estamos entrando. Estamos abrindo mão da experiência, abrindo mão do "ir lá e ver" e dando muito valor ao filtro da linguagem simbólica. Nada supre uma experiência. Nenhum som em mp3 é tão fiel quanto ir lá e ter a experiência ao vivo. Nenhum vídeo faz juz às cores e às tonalidades simplórias de um mero campo de trigo. Não há nada como, simplesmente, ir lá e ver. A experiência do aqui e agora, é única. Você não irá adquirí-la por livros e vídeos.
Abraccile!
Tutto bene?
Já devo ter escrito isto antes, pois sempre me pego parafraseando Amyr Klink, em um parágrafo que ele diz que "Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.".
Gosto destes dizeres pois vai totalmente de encontro com a filosofia e meio de vida ascendente que diz que podemos aprender, sentir e entender tudo através de textos, sites, aplicativos e internet. Esta onda que agora nos carrega e que, pelo visto, não tem mais volta.
Hoje, não mais valorizamos a figura do "Sábio", aquele indivíduo que, por experiência, sabia explicar o que nós desconhecíamos. A dificuldade de ir até uma enciclopédia barsa nos fazia valorizar mais as conversas e, principalmente, as experiências próprias. Ao invés de procurarmos "Cataratas de Foz do Iguaçu" no Google, que se pode ver fotos, vídeos, comprar lembranças que se entregam em casa e ouvir o som da "Garganta do Diabo", você tinha que ir lá e ver, e ter a experiência para entender o que acontecia e ver a magnânime daquele lugar!
Tenho medo desta nova fase do conhecimento na qual estamos entrando. Estamos abrindo mão da experiência, abrindo mão do "ir lá e ver" e dando muito valor ao filtro da linguagem simbólica. Nada supre uma experiência. Nenhum som em mp3 é tão fiel quanto ir lá e ter a experiência ao vivo. Nenhum vídeo faz juz às cores e às tonalidades simplórias de um mero campo de trigo. Não há nada como, simplesmente, ir lá e ver. A experiência do aqui e agora, é única. Você não irá adquirí-la por livros e vídeos.
Abraccile!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Comunicazione a Distanza
Buuuuoooona notte amiggi di Mangiare!
Queiram me desculpar a longa ausência, mas devido à correria que minha vida anda ultimamente não tive tempo de postar nada de útil aqui no blog ma sensualli del Brasile!
Pra ser bem sincero, nem acho que o fator "correria" seja uma desculpa hoje em dia. Temos tantos gadgets que nos mantém conectados o tempo todo que é quase uma heresia dizer que "não tive tempo para falar com você/s".
Realmente...falamos uns com os outros o tempo todo, em todo lugar!! No bar com os amigos tiramos um tempinho para trocar uma mensagenzinha no celular, ou mandar um recado para outro amigo no facebook, fazer o check-in no foursquare para avisar a todos qual a sua localização...uau! Quanta funcionalidade! E pensar que há alguns anos isto tudo só era possível nos filmes do James Bond, com direito a comentários do tipo "noooossa, que viaaggio...".
Pois bem, hoje tudo isto é realidade. Cenas como aquelas que víamos em filmes, nas quais casais se despediam aos prantos no aeroporto ficam cada vez mais raras, já que isto só acontece quando a viagem representa uma ausência demasiadamente longa. Caso contrário: e-mail, msn, facebook, bbm, rádio, skype e, claro (sem alusão alguma a qualquer operadora telefônica), o telefone podem representar uma conexão direta com a amada/o, onde quer que ela/ ele esteja.
Fantástico não!? Mas deixe para usar isto tudo só quando for realmente necessário...
Viaggio feitti, me vou.
Abracilee
Queiram me desculpar a longa ausência, mas devido à correria que minha vida anda ultimamente não tive tempo de postar nada de útil aqui no blog ma sensualli del Brasile!
Pra ser bem sincero, nem acho que o fator "correria" seja uma desculpa hoje em dia. Temos tantos gadgets que nos mantém conectados o tempo todo que é quase uma heresia dizer que "não tive tempo para falar com você/s".
Realmente...falamos uns com os outros o tempo todo, em todo lugar!! No bar com os amigos tiramos um tempinho para trocar uma mensagenzinha no celular, ou mandar um recado para outro amigo no facebook, fazer o check-in no foursquare para avisar a todos qual a sua localização...uau! Quanta funcionalidade! E pensar que há alguns anos isto tudo só era possível nos filmes do James Bond, com direito a comentários do tipo "noooossa, que viaaggio...".
Pois bem, hoje tudo isto é realidade. Cenas como aquelas que víamos em filmes, nas quais casais se despediam aos prantos no aeroporto ficam cada vez mais raras, já que isto só acontece quando a viagem representa uma ausência demasiadamente longa. Caso contrário: e-mail, msn, facebook, bbm, rádio, skype e, claro (sem alusão alguma a qualquer operadora telefônica), o telefone podem representar uma conexão direta com a amada/o, onde quer que ela/ ele esteja.
Fantástico não!? Mas deixe para usar isto tudo só quando for realmente necessário...
Viaggio feitti, me vou.
Abracilee
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Quattro Ceggi (Cegos)
Buoanotte:
"Quatro cegos foram conduzido próximos a um elefante e lhes foi pedido que descrevessem o animal. O que pegou na tromba (ui!) disse que ele se parecia com uma jibóia, o que pegou na pata, disse que se parecia com uma árvore, o que pegou nas presas, disse que era um coral pontiagudo com pessoas do outro lado, e o que pegou na cauda disse que era um animal flexível e longo como um chicote."
Será que essa história não se repete diariamente conosco, em todas as situações que enfrentamos? E acabamos por manifestar opiniões, comportamentos e reações errôneas em função de igual interpretação dos fatos que nos apresentam? Poucos tem essa visão da totalidade, os demais homens vivem convictos de certezas que na verdade são ilusões baseadas em percepções limitadas.
Diante disso, chegamos à conclusão que as pessoas comuns vão sempre achar que o outro está errado em relação a qualquer observação que faça, desde que diferente da sua, e pior, vai estar convicto disso, e disposto até a reagir usando a violêcia.
Se aprendermos a nos desvinciliar deste preconceito e de verdades absolutas, e entendermos que cada um tem uma interpretação, pois os fatos e acontecimentos tem significados e impactos diferentes, uma vez que cada um tem uma história distinta, só então estaremos prontos para ver o todo, e não as partes, e então poderemos entender o que o outro quer dizer pondo-se no seu lugar.
Parece difícil... E assim é! Já apanhei muito por ser um dos cegos...
Abraccile!
"Quatro cegos foram conduzido próximos a um elefante e lhes foi pedido que descrevessem o animal. O que pegou na tromba (ui!) disse que ele se parecia com uma jibóia, o que pegou na pata, disse que se parecia com uma árvore, o que pegou nas presas, disse que era um coral pontiagudo com pessoas do outro lado, e o que pegou na cauda disse que era um animal flexível e longo como um chicote."
Será que essa história não se repete diariamente conosco, em todas as situações que enfrentamos? E acabamos por manifestar opiniões, comportamentos e reações errôneas em função de igual interpretação dos fatos que nos apresentam? Poucos tem essa visão da totalidade, os demais homens vivem convictos de certezas que na verdade são ilusões baseadas em percepções limitadas.
Diante disso, chegamos à conclusão que as pessoas comuns vão sempre achar que o outro está errado em relação a qualquer observação que faça, desde que diferente da sua, e pior, vai estar convicto disso, e disposto até a reagir usando a violêcia.
Se aprendermos a nos desvinciliar deste preconceito e de verdades absolutas, e entendermos que cada um tem uma interpretação, pois os fatos e acontecimentos tem significados e impactos diferentes, uma vez que cada um tem uma história distinta, só então estaremos prontos para ver o todo, e não as partes, e então poderemos entender o que o outro quer dizer pondo-se no seu lugar.
Parece difícil... E assim é! Já apanhei muito por ser um dos cegos...
Abraccile!
segunda-feira, 23 de maio de 2011
La Vita Come Ere.
Buonanotte, cari lettore!
Estive sumido, sim, é verdade!
Inclusive, tenho sentido uma moda, pois tenho começado todos os meus últimos posts deste jeito!
Simboliza um descaso? Um relaxo? Um relapso? Creio que não. É ocasionado pela falta de tempo? Acho que não também, afinal tenho muito tempo! Admito que tenho tido outras prioridades, e tudo é questão de prioridade, urgência e risco. Talvez como sei que o blog sempre estará aqui, creio que em tempos de energia escassa e afazeres exorbitantes, acabo canalizando menos energia para ele, é verdade, mas nem por isso representa um descaso, um relaxo ou um relapso.
Inclusive, isso é muito engraçado. Pq temos que fazer certas coisas? Pq temos que nascer e ir a uma escola? Formar-se nela, e já ingressar em uma faculdade... Acabando, a obrigação é conseguir um emprego. Conseguindo este, o fluxo te leva a trabalhar muito, ganhar mais, fazer uma pós... Tchau tempo!
Ninguém mais do que eu dá valor a uma ótima educação, mas o que é educação? É aprender a fórmula de Baskara? Por Dio!! Nem ela usava, pois eu gostava de achar meu X1 e X2 por soma e produto! Ou seja... Necas! Para saber reconhecer uma briófita no meio de uma pteridófita? Ok, talvez eu tenha usado um pouco por ser Biólogo, mas pasmem, aprendi na faculdade que Briófitas não existem! Ou seja.. Necas!
Nosso ensino está, realmente, aprendendo conosco e ajudando a formar gente de valor? Estudei em um colégio que, com o título de um ótimo colégio, vejo que muito pouco me ensinou, lá aprendi muito pouco sobre ser humano. Saí sem nenhum calo, com tudo na mão e, sinceramente, um tanto quanto mimado! Nada foi me ensinado sobre valores nobres. Nada foi me ensinado sobre cordialidade. Nada foi me ensinado sobre liderança, auto conhecimento e correr atrás do que acredito.
Assim como eu, tenho certeza que outros adolescentes assim saíram. Alguns têm essa consciência e tentaram aprender coisas sozinhos. Já outros, acho que em sua grande maioria, permanece neste limbo de aparências e facilidades, no qual padecem sem ao menos sentir um desabrigo e entender do que se trata viver.
É nesta escola que você colocaria, oggi, suo figlio?
Abraccile!
Estive sumido, sim, é verdade!
Inclusive, tenho sentido uma moda, pois tenho começado todos os meus últimos posts deste jeito!
Simboliza um descaso? Um relaxo? Um relapso? Creio que não. É ocasionado pela falta de tempo? Acho que não também, afinal tenho muito tempo! Admito que tenho tido outras prioridades, e tudo é questão de prioridade, urgência e risco. Talvez como sei que o blog sempre estará aqui, creio que em tempos de energia escassa e afazeres exorbitantes, acabo canalizando menos energia para ele, é verdade, mas nem por isso representa um descaso, um relaxo ou um relapso.
Inclusive, isso é muito engraçado. Pq temos que fazer certas coisas? Pq temos que nascer e ir a uma escola? Formar-se nela, e já ingressar em uma faculdade... Acabando, a obrigação é conseguir um emprego. Conseguindo este, o fluxo te leva a trabalhar muito, ganhar mais, fazer uma pós... Tchau tempo!
Ninguém mais do que eu dá valor a uma ótima educação, mas o que é educação? É aprender a fórmula de Baskara? Por Dio!! Nem ela usava, pois eu gostava de achar meu X1 e X2 por soma e produto! Ou seja... Necas! Para saber reconhecer uma briófita no meio de uma pteridófita? Ok, talvez eu tenha usado um pouco por ser Biólogo, mas pasmem, aprendi na faculdade que Briófitas não existem! Ou seja.. Necas!
Nosso ensino está, realmente, aprendendo conosco e ajudando a formar gente de valor? Estudei em um colégio que, com o título de um ótimo colégio, vejo que muito pouco me ensinou, lá aprendi muito pouco sobre ser humano. Saí sem nenhum calo, com tudo na mão e, sinceramente, um tanto quanto mimado! Nada foi me ensinado sobre valores nobres. Nada foi me ensinado sobre cordialidade. Nada foi me ensinado sobre liderança, auto conhecimento e correr atrás do que acredito.
Assim como eu, tenho certeza que outros adolescentes assim saíram. Alguns têm essa consciência e tentaram aprender coisas sozinhos. Já outros, acho que em sua grande maioria, permanece neste limbo de aparências e facilidades, no qual padecem sem ao menos sentir um desabrigo e entender do que se trata viver.
É nesta escola que você colocaria, oggi, suo figlio?
Abraccile!
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Con-L'Impegno
Buoooona notte cari lettori!
E aí, como vai esta semana até agora? Plena quarta-feira, temos libertadores na tela da TV, com nossos representantes praianos, temos também novelas e programs de fofoca e, obviamente, Mangiare! Che Bello!
Para ser bem sincero nem sei como começar o post de hoje. Por mim ficaria parlando este italiaaani ridículo até dar vontade de ir fazer alguma outra coisa, mas tenho um compromisso com vocês leitor...
...
UAU!
Que insight! Nunca tinha parado para pensar muito nesta palavra...compromisso. Tinha pensado em fazer uma analogia ao melhor estilo do nosso estimadíssimo Capitão Nascimento, (“Estratégia. Do inglês: Strategy, do espanhol: Estrategia (com sotaque de porteño), do latim: Strategy...”), mas acho que seria um pouco plagioso.
No entanto, o tal compromisso poderia ser dito como com- promisso, o que facilita a visualização de sua provável origem baseada na palavra promissio, do latim: promessa!
“Então quer dizer que eu posso começar a falar pra minha mãe que eu compromeço que vou arrumar meu quarto!?”- Não Imbeccile! Quer dizer que quando combinar de fazer alguma coisa com alguém, quando estabelecer um compromisso, seja ele qual for, trate-o como uma promessa para com a outra parte. Não que eu seja britânico quanto à minha pontualidade, nem que eu honre todas as combinações de eventos religiosamente, mas acho que é um bom ponto a ser pensado...
Viaggio dello giorno feita, fico por aqui.
Abracilee
E aí, como vai esta semana até agora? Plena quarta-feira, temos libertadores na tela da TV, com nossos representantes praianos, temos também novelas e programs de fofoca e, obviamente, Mangiare! Che Bello!
Para ser bem sincero nem sei como começar o post de hoje. Por mim ficaria parlando este italiaaani ridículo até dar vontade de ir fazer alguma outra coisa, mas tenho um compromisso com vocês leitor...
...
UAU!
Que insight! Nunca tinha parado para pensar muito nesta palavra...compromisso. Tinha pensado em fazer uma analogia ao melhor estilo do nosso estimadíssimo Capitão Nascimento, (“Estratégia. Do inglês: Strategy, do espanhol: Estrategia (com sotaque de porteño), do latim: Strategy...”), mas acho que seria um pouco plagioso.
No entanto, o tal compromisso poderia ser dito como com- promisso, o que facilita a visualização de sua provável origem baseada na palavra promissio, do latim: promessa!
“Então quer dizer que eu posso começar a falar pra minha mãe que eu compromeço que vou arrumar meu quarto!?”- Não Imbeccile! Quer dizer que quando combinar de fazer alguma coisa com alguém, quando estabelecer um compromisso, seja ele qual for, trate-o como uma promessa para com a outra parte. Não que eu seja britânico quanto à minha pontualidade, nem que eu honre todas as combinações de eventos religiosamente, mas acho que é um bom ponto a ser pensado...
Viaggio dello giorno feita, fico por aqui.
Abracilee
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