Buon Pomeriggio cari lettore!
Caracas, quanto tempo sem postagens... Este intervalo de ausência deve-se a dois fatores:
1- Um membro de nossa equipe está em férias (Uau, Mangiare! até soou como uma corporação!);
2 - Falta de tempo de ambos os colaboradores (Uau, que ocupados...).
O que me fez pensar: Mesmo este espaço sendo uma válvula de escape para devaneios malucos de duas pessoas nem tão malucas assim, a criação e, principalmente, a articulação destes processos criativos requer algo que só se esvai, tempo.
Não que eu ache que o Mangiare! é uma obra de arte pulsante, mas é, ao menos, algo que sai do ordinário processos rotineiro e, logo, requer tempo para reflexão e pensamento.
O que, novamente, me faz pensar: Qualquer outro tipo de arte, trabalho, ocupação, requer tempo. Seja escrevendo sobre nada em um blog; Seja comentando sobre moda; Seja criando um slogan em uma agência; Seja criando uma identidade visual; Seja planejando a colheita do canavial para a próxima safra; Seja fazendo a melodia de uma canção; Seja lá o que for!
Essa história de trabalhar sob pressão, pode colar muito bem numa dinâmica de grupo (que afinal, ninguém merece passar por algo tão hipócrita quanto), mas não é assim que funciona. A não ser que o seu sonho seja ser "Colocador de tampas em latas de alcaparras", que aí sim você só depende da sua destreza motora e zero do seu cérebro, não cola em qualquer parte do mundo criativo. Viva o ócio para a criação!
Abraccile,
domingo, 26 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Il Pericolo di Immagini
Buonanotte cari lettore!
Tutto bene?
Já devo ter escrito isto antes, pois sempre me pego parafraseando Amyr Klink, em um parágrafo que ele diz que "Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.".
Gosto destes dizeres pois vai totalmente de encontro com a filosofia e meio de vida ascendente que diz que podemos aprender, sentir e entender tudo através de textos, sites, aplicativos e internet. Esta onda que agora nos carrega e que, pelo visto, não tem mais volta.
Hoje, não mais valorizamos a figura do "Sábio", aquele indivíduo que, por experiência, sabia explicar o que nós desconhecíamos. A dificuldade de ir até uma enciclopédia barsa nos fazia valorizar mais as conversas e, principalmente, as experiências próprias. Ao invés de procurarmos "Cataratas de Foz do Iguaçu" no Google, que se pode ver fotos, vídeos, comprar lembranças que se entregam em casa e ouvir o som da "Garganta do Diabo", você tinha que ir lá e ver, e ter a experiência para entender o que acontecia e ver a magnânime daquele lugar!
Tenho medo desta nova fase do conhecimento na qual estamos entrando. Estamos abrindo mão da experiência, abrindo mão do "ir lá e ver" e dando muito valor ao filtro da linguagem simbólica. Nada supre uma experiência. Nenhum som em mp3 é tão fiel quanto ir lá e ter a experiência ao vivo. Nenhum vídeo faz juz às cores e às tonalidades simplórias de um mero campo de trigo. Não há nada como, simplesmente, ir lá e ver. A experiência do aqui e agora, é única. Você não irá adquirí-la por livros e vídeos.
Abraccile!
Tutto bene?
Já devo ter escrito isto antes, pois sempre me pego parafraseando Amyr Klink, em um parágrafo que ele diz que "Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver.".
Gosto destes dizeres pois vai totalmente de encontro com a filosofia e meio de vida ascendente que diz que podemos aprender, sentir e entender tudo através de textos, sites, aplicativos e internet. Esta onda que agora nos carrega e que, pelo visto, não tem mais volta.
Hoje, não mais valorizamos a figura do "Sábio", aquele indivíduo que, por experiência, sabia explicar o que nós desconhecíamos. A dificuldade de ir até uma enciclopédia barsa nos fazia valorizar mais as conversas e, principalmente, as experiências próprias. Ao invés de procurarmos "Cataratas de Foz do Iguaçu" no Google, que se pode ver fotos, vídeos, comprar lembranças que se entregam em casa e ouvir o som da "Garganta do Diabo", você tinha que ir lá e ver, e ter a experiência para entender o que acontecia e ver a magnânime daquele lugar!
Tenho medo desta nova fase do conhecimento na qual estamos entrando. Estamos abrindo mão da experiência, abrindo mão do "ir lá e ver" e dando muito valor ao filtro da linguagem simbólica. Nada supre uma experiência. Nenhum som em mp3 é tão fiel quanto ir lá e ter a experiência ao vivo. Nenhum vídeo faz juz às cores e às tonalidades simplórias de um mero campo de trigo. Não há nada como, simplesmente, ir lá e ver. A experiência do aqui e agora, é única. Você não irá adquirí-la por livros e vídeos.
Abraccile!
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Comunicazione a Distanza
Buuuuoooona notte amiggi di Mangiare!
Queiram me desculpar a longa ausência, mas devido à correria que minha vida anda ultimamente não tive tempo de postar nada de útil aqui no blog ma sensualli del Brasile!
Pra ser bem sincero, nem acho que o fator "correria" seja uma desculpa hoje em dia. Temos tantos gadgets que nos mantém conectados o tempo todo que é quase uma heresia dizer que "não tive tempo para falar com você/s".
Realmente...falamos uns com os outros o tempo todo, em todo lugar!! No bar com os amigos tiramos um tempinho para trocar uma mensagenzinha no celular, ou mandar um recado para outro amigo no facebook, fazer o check-in no foursquare para avisar a todos qual a sua localização...uau! Quanta funcionalidade! E pensar que há alguns anos isto tudo só era possível nos filmes do James Bond, com direito a comentários do tipo "noooossa, que viaaggio...".
Pois bem, hoje tudo isto é realidade. Cenas como aquelas que víamos em filmes, nas quais casais se despediam aos prantos no aeroporto ficam cada vez mais raras, já que isto só acontece quando a viagem representa uma ausência demasiadamente longa. Caso contrário: e-mail, msn, facebook, bbm, rádio, skype e, claro (sem alusão alguma a qualquer operadora telefônica), o telefone podem representar uma conexão direta com a amada/o, onde quer que ela/ ele esteja.
Fantástico não!? Mas deixe para usar isto tudo só quando for realmente necessário...
Viaggio feitti, me vou.
Abracilee
Queiram me desculpar a longa ausência, mas devido à correria que minha vida anda ultimamente não tive tempo de postar nada de útil aqui no blog ma sensualli del Brasile!
Pra ser bem sincero, nem acho que o fator "correria" seja uma desculpa hoje em dia. Temos tantos gadgets que nos mantém conectados o tempo todo que é quase uma heresia dizer que "não tive tempo para falar com você/s".
Realmente...falamos uns com os outros o tempo todo, em todo lugar!! No bar com os amigos tiramos um tempinho para trocar uma mensagenzinha no celular, ou mandar um recado para outro amigo no facebook, fazer o check-in no foursquare para avisar a todos qual a sua localização...uau! Quanta funcionalidade! E pensar que há alguns anos isto tudo só era possível nos filmes do James Bond, com direito a comentários do tipo "noooossa, que viaaggio...".
Pois bem, hoje tudo isto é realidade. Cenas como aquelas que víamos em filmes, nas quais casais se despediam aos prantos no aeroporto ficam cada vez mais raras, já que isto só acontece quando a viagem representa uma ausência demasiadamente longa. Caso contrário: e-mail, msn, facebook, bbm, rádio, skype e, claro (sem alusão alguma a qualquer operadora telefônica), o telefone podem representar uma conexão direta com a amada/o, onde quer que ela/ ele esteja.
Fantástico não!? Mas deixe para usar isto tudo só quando for realmente necessário...
Viaggio feitti, me vou.
Abracilee
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